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| Notícias do mês de Novembro / 2008 |
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Andou, tem que parar
28/11/2008
Por Fernando Calmon
Um dos sistemas veiculares de segurança que mais evoluiu, desde os primórdios do automóvel, foram os freios. No início eram aplicados apenas nas rodas traseiras. Os pioneiros pensavam que, se colocados nas rodas dianteiras, fariam o carro capotar numa freada de emergência. Esse engano logo se desfez. Os freios a tambor se impuseram como solução universal. Em 1902, o inglês Frederick Lanchester patenteou os discos de freio. Passaram-se 50 anos até chegar aos automóveis comuns.
O Jaguar C Type estreou esse tipo de freio na tradicional 24 Horas de Le Mans, em 1953. Ainda demorou dois anos para o primeiro carro de rua – Citroën DS – adotar um par de discos dianteiros. Hoje, todos os automóveis usam freios a disco pelo menos nas rodas dianteiras pela eficiência e resistência a perdas por aquecimento (fading). Em modelos médios e grandes estão nas quatro rodas.
Apesar de melhorar a segurança, exigem atenção ao desgaste das pastilhas (maior do que as lonas usadas em tambores) e do próprio disco. Recentemente, surgiu uma boa idéia: dois pequenos rebaixos circulares, com diferentes profundidades, aplicados à superfície do disco funcionam como indicadores de desgaste. Depois da primeira marca desaparecer e, no máximo 10.000 km depois (dependendo do uso), a segunda também, o disco terá atingido espessura mínima. Deve-se, então, substituí-lo. A Volkswagen brasileira foi a primeira fábrica no mundo a adotar essa solução em todos os seus carros, desde julho último.
Brembo, renomado fabricante italiano de freios que está no Brasil desde 2000, criou esse singelo sistema de verificação e também um novo avanço. Trata-se do disco co-fundido fabricado em ferro (disco em si) e alumínio (parte central, chamada de chapéu). Redução de peso entre 15% e 20%, maior conforto de frenagem e custo menor em relação aos discos flutuantes – mais eficientes em frenagens – são os principais benefícios. Estreou no Maserati Quattroporte.
O estado-da-arte em freios são os discos de cerâmica e fibra de carbono. Conhecidos pela sigla em inglês CCM (Material em Cerâmica Composta), surgiram como opcional no Porsche 911 Turbo em 2001. Aviões de caça supersônicos dos anos 1970 deram origem ao CCM. Depois, os discos de fibra de carbono pura chegaram à Fórmula 1. Utilização em competições é específica e extremamente cara pois o processo produtivo dura nada menos de 150 dias. Além disso, a durabilidade em corridas muito baixa só se compensa pelo extraordinário desempenho de frenagem.
O ciclo produtivo do CCM, segundo a Brembo, é menor – cinco dias –, mas também nada barato. O conjunto custa no exterior até US$ 8.000, próximo ao preço de um subcompacto nos EUA. Não impediu, porém, que desde o início deste ano todos os Ferraris saiam de fábrica com eles. O conjunto muito leve – só os discos pesam a metade dos convencionais de aço – diminui o peso não-suspenso (rodas, pneus e sistema de freio) para uma dirigibilidade superior. Maior eficiência de frenagem, ausência de ruídos, resistência ao fading bastante aumentada e até diminuição de resíduos de pó acumulados nas rodas estão entre os destaques.
Discos de cerâmica-carbono não sofrem corrosão e duram de 150.000 a 300.000 quilômetros, praticamente a vida útil de um carro esporte.
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Iveco inaugura revenda no Maranhão
26/11/2008
A Iveco inaugurou esta semana sua primeira concessionária no Estado do Maranhão. Trata-se da Zucatelli Motores, do Grupo Zucatelli, que abre suas portas em Imperatriz, a segunda maior cidade do Estado. De acordo com Luiz Zornitta, gerente geral do Grupo, a concessionária já vem comercializando toda a gama Iveco satisfatoriamente e prevê um crescimento de cerca de 10% em suas vendas após o evento de inauguração.
”Estamos localizados na principal rodovia que liga o Norte a todo o País, a BR 010, Belém/Brasília, com alto tráfego de caminhões e acesso privilegiado. Além disso, Imperatriz é o mais importante centro distribuidor de toda a região com grandes empresas em todos os segmentos”, afirma Zornitta.
O transporte da região é totalmente rodoviário, realizado principalmente por meio de caminhões pesados. É grande também a utilização de caminhões semipesados, como o EuroCargo, e comerciais leves, como o Daily.
Com área total de 45 mil metros quadrados e área construída de 3,6 mil metros quadrados a Zucatelli conta com 24 funcionários, entre eles seis mecânicos treinados na fábrica da Iveco e especializados nos veículos da marca. Serão ao todo, inicialmente, dez boxes de serviço para caminhões pesados, médios e leves. A concessionária oferece também serviços de funilaria e pintura.
Facilidades como guincho e atendimento técnico aos clientes estão à disposição 24 horas por dia. “Teremos um Daily Furgone que funciona como oficina volante, além de outros dois veículos de suporte técnico”, esclarece Zornitta. A nova concessionária Iveco abrangerá o Sul inteiro do Maranhão, Norte do Tocantins e Sul do Pará. Serão nove vendedores circulando por essas cidades.
Para Zornitta, o potencial de negócios na região é muito grande “até porque muitas transportadoras já utilizam veículos da marca e conhecem suas vantagens técnicas”. Há mais de 1,5 mil clientes prospectados entre empresas de transporte de carga geral, grãos, combustíveis e médios atacadistas, além de clientes atuantes nos segmentos agrícola, canavieiro e de minério. A Vale, por exemplo, opera uma unidade em Açailandia, MA, próxima à concessionária.
Com 30 anos de atuação no Norte do País, o grupo Zucatelli representa hoje 12 marcas diferentes, acumulando 24 anos de experiência com concessionárias Fiat Automóveis no Pará.
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Honda tem nova versão do New Life
26/11/2008
Recentemente, a Honda anunciou o início das vendas, no Japão, da mais nova versão do minicarro New Life. Trata-se do primeiro modelo no mundo com airbag com avançado sistema i-SRS que infla por etapa, além do sistema auxiliar de estacionamento. A partir de dezembro, também estará disponível uma versão especial que conta com um mecanismo capaz de deslocar o banco do passageiro para os lados, facilitando o acesso para entrar no carro.
O New Life foi desenvolvido com base no conceito “Daily Smile Technology”, que significa proporcionar um grande sorriso no rosto do cliente todos os dias, graças à tecnologia de ponta Honda. O modelo está disponível em três versões e que buscam agradar todo o tipo de público. O Life G-Type é ideal para o dia-a-dia, por ter características de simplicidade, modernidade e praticidade. Já o Life Pastel é voltado para o consumidor que deseja ser elegante e refinado, enquanto que o Life Diva recebeu um design mais esportivo.
Um dos destaques do modelo é o sistema auxiliar de estacionamento, onde o motorista segue as instruções de um sistema de áudio para estacionar o seu veículo com facilidade. É necessário apenas posicionar o carro no local desejado e acionar o sistema. Uma câmera traseira, item de série do modelo, facilita ainda mais o momento da balisa. Além disso, o New Life recebe o airbag com sistema i-SRS. Seu mecanismo de inflar por etapas aumenta a proteção de condutor e passageiro, em uma ampla diversidade de posições e situações de colisão. Para que isso funcione perfeitamente, o airbag dispõe de uma bolsa com estrutura em forma de espiral que é combinada com uma nova válvula de liberação do gás.
O modelo recebe ainda o leve e compacto motor i-DSI, de 660 cilindros, e que se caracteriza pela economia de combustível e tamanho reduzido. Já a versão esporte do New Life (Life Diva) conta com o i-DSI turbo. Nas duas versões, a transmissão é automática de 4 velocidades.
Além de todo o pacote tecnológico oferecido, o modelo também é ecologicamente correto. As emissões de poluentes ficam em níveis 75% inferiores ao estabelecido pela legislação japonesa e recebe ainda lâmpadas ecológicas no painel de instrumentos, reforçando a economia de combustível.
A primeira aparição do modelo ocorreu em 1971 e entrou para a história por aliar conforto e se adequar ao estilo de vida das pessoas. Desde então, a Honda já comercializou aproximadamente 1,5 milhão de unidades do modelo no mercado japonês.
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VW faz recall dos novos Gol e Voyage
24/11/2008
A Volkswagen está convocando 120.658 donos de novo Gol, Voyage, Gol G4, Polo hatch, Golf e SpaceFox equipados com luz de neblina de série para verificar e, se for necessário, substituir a lanterna traseira esquerda. O atendimento começa nesta segunda, dia 24.
A empresa constatou a possibilidade de equívocos na montagem da lanterna traseira esquerda dos veículos equipados com faróis de neblina de série, nas quais a lente da luz de neblina é branca em vez de vermelha.
Informações podem ser obtidas pelo tel. (0800) 019-5775 ou pelo site www.volkswagen.com.br
Os modelos e chassis envolvidos são os seguintes:
- Novo Gol 2009: P 000001 a 9P 033973 e 9T 000001 a 9T 153456
- Voyage 2009: 9T 000001 a 9T 153085
- Gol G4 2006 a 2009: 6P 000001 a 9P 089713 e 6T 000001 a 9T 124539
- Polo hatch 2007 a 2009: 7P 000001 a 9P 025614
- Golf 2008 e 2009: 84 000001 a 94 015426
- SpaceFox 2006 a 2009: 6A 000001 a 9A 324240
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Troller 2009 mantém espírito off-road
21/11/2008
O Troller T4 2009 chega ao mercado aprimorado em seus atributos técnicos, mas mantendo o seu espírito de veículo off-road. Tem força e robustez, aliados a importantes aperfeiçoamentos na sua qualidade e nível de acabamento.
O Novo T4, em sua concepção, é produzido a partir do gosto de seu usuário. Tem carroceria em material compósito (resina poliéster reforçada com fibra de vidro), de alta resistência, que traz também a vantagem de ser imune à corrosão.
A nova carroceria conta com uma reestilização dianteira que envolveu a mudança do conjunto ótico e da incorporação de pára-brisa com vidro curvo para eliminar reflexos. Foi projetada uma nova grade, removível, facilitando a manutenção.
Os pára-choques exibem apliques e as lanternas traseiras tem lentes brancas. A capota rígida continua removível, mas ficou mais leve facilitando a remoção.
O novo interior foi dimendionsado para atender a característica de uso off-road, mas com bom padrão de conforto e ergonomia. Totalmente novo, o painel tem comandos bem posicionados e seu quadro de instrumentos permite leitura rápida e direta. Itens como volante, comandos dos vidros elétricos e painéis de portas também são especialmente projetados para o T4. Os bancos são ergonômicos e o acabamento recebeu novos materiais com aprimoramento em todos os detalhes.
O Troller T4 2009 tem o conjunto de peças uniformizadas especialmente desenvolvidas para o modelo. "Diversos componentes são fornecidos pela cadeia produtiva do grupo Ford, o que aprimora o controle de qualidade e garante harmonia de estilo", informa Sávio Pereira, engenheiro-chefe da Troller.
O novo T4 tem um dos melhores conjuntos mecânicos da categoria com um conjunto de trem de força robusto e eficiente, que garante força, conforto e dirigibilidade em qualquer terreno. Seu motor diesel 3.0 L MWM International, com turbo intercooler e injeção eletrônica “common rail”, desenvolve a potência de 163 cavalos.O sistema de tração oferece as opções 4x4, 4x4 reduzida ou somente traseira (4x2), com acionamento eletrônico por meio de um seletor no painel.
O diferencial traseiro autoblocante é outro recurso que aumenta a capacidade de tração para compensar as diferenças de rotação das rodas esquerda e direita, durante curvas ou manobras. Quando uma das rodas perde aderência, ele anula essa função e distribui o torque igualmente para as duas rodas.
A suspensão utiliza eixo rígido na dianteira e na traseira, com barra estabilizadora e barra Panhard. Os eixos são do tipo flutuante, ou seja, são submetidos somente à torção. O peso do carro e os impactos são suportados pela carcaça, o que aumenta a sua resistência. Caso haja a ruptura do eixo motriz, o único efeito é a perda da tração naquela roda, característica importante num veículo fora-de-estrada.
O sistema de freios é à disco nas quatro rodas, com válvula de pressão sensível à carga (LSPV). As rodas de alumínio de 15 polegadas são calçadas com pneus 255/75 R15 AT/S, que contribuem para a excelente capacidade de tração.
O T4 2009 vem equipado de série com: direção hidráulica, ar-condicionado, aquecedor, vidros elétricos, travas elétricas, retrovisores externos elétricos, acionamento elétrico da tração, conta-giros, relógio, faróis auxiliares, desembaçador traseiro, rodas de alumínio, pneus todo-terreno 255/75 R15, bagageiro no teto, console entre os bancos com porta-objetos e porta-copos, cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes (exceto central traseiro) com ajuste de altura na frente, apoio de cabeça para todos os ocupantes e preparação para som com alojamento para alto-falantes no console de teto.
Vem ainda com capota rígida removível, estribo integrado, santantônio, vidros degradê, bancos traseiros bipartidos (1+2), rebatíveis e dobráveis, roda livre nos cubos dianteiros, gancho dianteiro para reboque, suporte para gancho de reboque traseiro removível, luz elevada de freio com LEDs, sistema de respiros elevados, conector de sensor de velocidade para navegador de rali e tomada de força 12 V. O interior é lavável.
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Ford tem financiamento sem entrada
20/11/2008
A Ford lança nesta quinta-feira (20 de novembro) uma grande campanha de varejo que reafirma o compromisso da marca de oferecer para o consumidor brasileiro condições que viabilizem a compra de um veículo 0 km. Até domingo (23 de novembro) toda a linha de automóveis, utilitários e picapes Ford poderá ser adquirida com zero de entrada, saldo em até 60 meses e carência de 30 dias, na modalidade leasing.
“O financiamento com zero de entrada é hoje uma condição única, que nenhuma outra montadora tem. Junto com o prazo longo, ele permite que o consumidor compre qualquer Ford zero de forma facilitada, dentro do seu orçamento. Estamos contentes de poder trazer essas facilidades para os nossos clientes, junto com a Ford Credit”, diz Ivan Nakano, gerente de Marketing de Varejo da Ford.
A Ford oferece também, como opção, o financiamento com taxa de 0,99% para toda a linha de veículos, exceto o Novo Focus, com 50% de entrada, saldo em 24 meses e carência de 30 dias, na modalidade leasing.
A campanha será divulgada com anúncios impressos e um filme na TV que tem como cenário uma coletiva de imprensa. Em meio a jornalistas e flashes, o apresentador vem a público para anunciar que, “a partir desta semana, vamos oferecer carros com zero de entrada, longos prazos e crédito facilitado”. O objetivo é destacar a boa notícia representada pela promoção.
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Repintura pode crescer com a crise
18/11/2008
A queda na venda de carros novos, provocada pela atual crise nos mecanismos de crédito, deve beneficiar diretamente o setor de repintura automotiva. A PPG Refinish acredita que o setor, que vinha se mantendo estável, deva crescer algo em torno de 3% no próximo ano. Com menos veículos zero circulando na praça, a demanda pela manutenção de carros usados deve ser impulsionada.
Apesar de o mercado de matéria prima sofrer influência do aumento dos preços das commodities e também da variação cambial, a PPG tem sido criteriosa na avaliação dos seus preços pois existe uma preocupação e uma incógnita sobre como o mercado vai se comportar.
“Empresas grandes estão sentindo a crise e ainda não sabemos como isso vai se refletir no mercado fornecedor de matérias primas. Com isso, nossa preocupação é manter os ativos da empresa e dos nossos clientes. Dessa forma, estamos orientando para que nossa rede de Distribuição seja cautelosa, avalie bem seus estoques e procure se manter capitalizada, de forma a superar esses próximos períodos de uma forma segura. É dessa forma que a PPG pensa em preservar seus negócios e também dos seus clientes”, afirma Carlos Roberto Thurler, diretor de marketing da PPG América Latina.
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Carros Compactos (Parte 1)
13/11/2008
Expansão Garantida
Por Fernando Calmon
Dentro dos próximos 20 a 30 anos, mais da metade da população mundial vai viver em grandes cidades. Essa média atualmente é puxada para baixo pela China e pela Índia, os países mais populosos do planeta. A taxa de urbanização, porém, está subindo rapidamente desde o final do século passado. O impressionante crescimento da indústria automobilística chinesa, nos últimos dez anos, reflete essa tendência. E se é óbvio a necessidade de ampliar o transporte público, também há possibilidades ainda abertas do uso racional do automóvel em plena harmonia e com um papel complementar de grande peso. Nesse cenário destaca-se o espaço crescente para carros compactos.
Tecnicamente, há três definições para essa categoria quanto a comprimento de carroceria e capacidade (quatro e cinco passageiros). Entre 3 e 3,5 m estão os chamados subcompactos, com carroceria hatch de três ou cinco portas, que formam, hoje, mais de 35% do mercado japonês, por exemplo. O grande volume de vendas no mundo concentra-se entre 3,5 e 4 m, compactos tradicionais, como os modelos fabricados no Brasil. Os superminis, assim chamados na Europa, ficam próximos ou já rompem a barreira dos 4 m, numa escalada que se acentuou nos últimos anos.
O preço alto dos combustíveis está reforçando essa tendência. Carros menores e mais leves, além de econômicos, ocupam menos espaço no trânsito urbano e rodoviário, além de poder estacionar em garagens ou ruas com maior facilidade. São de ajuda capital à mobilidade urbana.
Os japoneses desenvolveram o conceito a fundo, criando o keijidosha (carro leve, em tradução livre), em 1949, como alternativa às motocicletas, pós-Segunda Guerra Mundial. No início tinham apenas 2,8 m de comprimento, 1 m de largura e motor minúsculo de 150 cm³. A última evolução está completando dez anos: 3,4 m; 1,48 m e 660 cm³, respectivamente. Só a gasolina, a maioria dos motores utiliza turbocompressores. Os keijidoshas dispensam a regra existente na capital Tóquio, onde se concentra um terço da população do país, que só autoriza a compra de um automóvel novo mediante comprovação da existência de local de guarda.
Um subsegmento dos compactos – os de dois lugares – também começa a ganhar interesse. Todos têm menos de 3 m de comprimento e são conhecidos como urbaninos ou citadinos. Houve tentativas frustradas no passado, mesmo no Brasil, como o Romi-Isetta, lançado em 1956. A smart (em letras minúsculas mesmo) é uma das poucas marcas especializadas nesse tipo de veículo. Depois de um começo difícil, consegue agora se firmar graças à demanda muito forte no mercado americano. Proposta intermediária – três lugares – ainda se restringe a carros conceituais. O X80 é um deles.
Especialidade Brasileira
Razões históricas levaram o mercado brasileiro à concentração em veículos compactos, depois do longo reinado de automóveis grandes importados dos EUA. Antes inexistia o problema de espaço nas ruas e avenidas – pelo menos nos anos 1960, quando a indústria começou a crescer – e o combustível, embora nunca tenha sido barato, não preocupava tanto. As crises do petróleo e os períodos de alta inflação limitaram o poder aquisitivo, induzindo a necessidade de economizar.
A criação do chamado carro popular, em 1993, só fez consolidar e depois radicalizar a escolha dos compradores. A evolução em termos técnicos e de marketing foi notável. Cerca de 80% das vendas de hoje, incluídas todas as motorizações, concentram-se em compactos e seus derivados: hatchs, sedãs, stations, monovolumes, utilitários esporte, furgões, multiusos e picapes.
Criação atribuída aos brasileiros, a picape leve nasceu da necessidade de um veículo barato de carga. Aqui se desenvolveu, como em nenhum outro país, e foi exportado para diversos mercados, inclusive na Europa. Sedãs compactos também têm aceitação muito maior do que em outros países – nesse caso os argentinos nos acompanham. O mesmo ocorre em relação aos utilitários esporte pequenos, raros de ver fora do Brasil.
A engenharia nacional conquistou igualmente grandes avanços em motores aspirados de baixa cilindrada, em especial os de 1.000 cm³. Destacam-se como os de melhor desempenho em uso no mundo, considerando a potência média entre todos os modelos de menor porte comercializados aqui e no exterior. Some-se a isso a tecnologia para utilização flexível de álcool e/ou gasolina, campo em que o País tornou-se referência graças aos 20 anos de aprendizado contínuo no desenvolvimento de motores a álcool puro.
Atualmente o Brasil situa-se como terceiro produtor mundial de compactos e seus derivados. Os conhecimentos acumulados, a criatividade, a contenção de custos, a capacitação de bons estilistas, a diversidade da oferta de carrocerias e aplicações, além da robustez dos produtos, tornam o País um ator de acentuado respeito no cenário internacional, nos próximos anos. Quaisquer que sejam as tendências por vir.
Lutando por Menor Peso
Veículos compactos serão, certamente, os primeiros beneficiados quando a propulsão elétrica começar a se expandir. Esse movimento tende a se consolidar de qualquer forma, nos próximos cinco a dez anos, na medida em que não se espera a volta à era do combustível barato de origem fóssil. Por outro lado, o efeito de migração paulatina deve começar dos modelos maiores para os médios e desses para os menores. Por mais que se apliquem materiais leves e caros, as dimensões externas teriam que encolher – sem grande prejuízo do espaço interno – para manter o peso total do automóvel sob controle.
Isso se torna extremamente necessário porque as baterias (mesmo as de íon ou de polímero de lítio) e as futuras pilhas a hidrogênio ainda precisam de muita tecnologia avançada para melhorar a densidade energética, a autonomia, a capacidade de operar em baixas temperaturas e, especialmente, volume e peso. Os custos – outro desafio – precisarão ser recompensadores para que os motoristas sintam-se estimulados a, progressivamente, trocar o mais que centenário motor a combustão interna por um novo meio de propulsão mais limpo, eficiente e silencioso.
Limitado pelos preços de venda, o carro elétrico não deverá ter uma transição tão tranqüila, nem totalmente adequada ou estendível a todos os países. Por razões estratégicas, Israel já anunciou um plano ambicioso de criar, até 2011, uma rede capilar de infra-estrutura de abastecimento capaz de atender uma extensa frota de veículos elétricos de nova geração. Os deslocamentos até certo ponto limitados dentro do país ajudam, de forma decisiva, a implantação de um projeto dessa envergadura e natureza, batizado de Better Place. Portugal, entre os integrantes da União Européia, foi o primeiro a se empenhar nesse sentido, embora com grau de comprometimento menor, seguido pela Dinamarca.
Esses veículos elétricos, inéditos e específicos, muito provavelmente superminis ou médios-compactos em termos de porte, estão sendo concebidos para ter flexibilidade ao abastecer. A maneira mais eficaz – cinco minutos, pouco mais que o tempo equivalente a bombear combustível líquido – é a troca imediata da bateria, em locais específicos. Haverá, ainda, postos de carregamento rápido: em meia hora, consegue-se recuperar entre 70% e 80% da carga e a conseqüente autonomia. Por último, o abastecimento em qualquer tomada elétrica convencional, de noite ou de dia, que toma oito horas. Nesse último caso, se restabelece a autonomia projetada entre 100 e 180 quilômetros, dependendo da velocidade média e peso transportado. As distâncias entre os principais centros urbanos de Israel, em geral, não superam estes limites.
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Carros Compactos (Parte2)
13/11/2008
Criatividade Sem Fronteiras
Por Fernando Calmon
O mercado é dinâmico. Muda em razão de diretrizes econômicas, regulatórias, sociológicas e até culturais. E sempre há espaço para propostas, mesmo de empresas pequenas.
Uma iniciante companhia francesa, Espace Développement, chamou a atenção no Salão do Automóvel de Genebra, em março último. Apresentou o X80, proposição genérica para um veículo subcompacto do futuro próximo, dedicado ao tráfego citadino. Preenche as expectativas tanto de motoristas comuns, como de locadoras e até de administradores de estacionamentos que poderiam oferecê-lo para deslocamentos em áreas centrais. Iria bem ainda como minitáxi. Com a vantagem fundamental do menor consumo de combustível.
Sua arquitetura prevê interior para três pessoas. Pesquisas revelaram: a procura por um carro de três lugares é duas vezes maior do que um de dois lugares. A unidade motriz, de dois cilindros, 70 cv, de baixo atrito, usaria turbocompressor e dispositivo conjunto alternador-motor de arranque, permitindo desligamento e partida automáticos no pára-e-anda do trânsito.
As dimensões ficam sob medida para o tráfego urbano: 2,55 m de comprimento, 1,65 m de largura e 1,59 m de altura. Pesando apenas 728 kg e com espaço no porta-malas entre 350 e 450 litros, teria diâmetro de giro de apenas 8,2 m, o que facilita bastante as manobras. Haveria um sistema de recuperação de energia em freadas, recurso já existente em alguns automóveis atuais.
Estrutura do assoalho e teto em alumínio, painéis de carroceria em alumínio e compósito proporcionam tal redução de peso que o X80 pode ser capaz de acelerar de 0 a 400 m em 10 segundos – bom em deslocamentos urbanos. E o maior atrativo: consumo médio de 30 km/l com gasolina. Na relação custo-benefício, melhor que um motor diesel, pois as quilometragens anuais percorridas em cidades são bem menores.
O X80 não se destaca pelo estilo arrojado, nem futurista. Mas garante funcionalidade e criatividade no arranjo interno para os ocupantes. Motorista e acompanhante vão à frente, nas posições convencionais, enquanto o único passageiro atrás se senta no centro, com bom espaço para as pernas. Na utilização típica em cidade, garante o mínimo de conforto para todos, sem obrigar os dois passageiros dianteiros a avançar demasiadamente os bancos na direção do painel.
A Espace Développment informou que há três hipóteses de industrialização:
1) Vender o projeto a algum interessado.
2) Construir de um a três protótipos, com recursos próprios, em um ano, para demonstrar viabilidade.
3) Cooperação com um sócio estratégico para o desenvolvimento completo de engenharia, que levaria dois anos, e incluiria acordo prévio com fabricantes de veículos tradicionais.
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Iveco dá início ao Trakker Road Show
12/11/2008
A partir dessa semana a equipe de engenheiros Iveco em conjunto com profissionais da rede de concessionárias da marca estarão envolvidos, ate o final deste ano nas apresentações do seu mais recente lançamento, o caminhão off road Iveco Trakker, para clientes, jornalistas e consultores do segmento canavieiro do Estado de São Paulo. Batizada de “Trakker Road Show” a ação faz parte de um plano comercial agressivo da montadora para alcançar 10% de market share até o fim de 2009.
Segundo Ciro Costa Dabés, engenheiro de vendas Iveco, o segmento canavieiro será o primeiro alvo da ação de marketing desenvolvida para o Iveco Trakker, que está programada para acontecer até o final de 2009, alcançando vários outros públicos do Brasil. O principal objetivo do evento “Trakker Road Show” é mostrar aos convidados que a montadora agora possui uma gama de produtos para o mercado off road produzida no Brasil, com baixo custo operacional e alta robustez.
Para clientes do segmento canavieiro, o caminhão está disponível na versão cavalo mecânico 6x4 para tracionar composições do tipo rodotrem e versão plataforma 6x4, com entre-eixos de 4.500mm para composições do tipo treminhão.
Tudo isso, aliado a um serviço de pós-venda diferenciado, com atendimento ágil, seja na assistência técnica, seja na disponibilidade de peças de reposição. Esse serviço único e exclusivo chamado Tele-Serviço acelera as operações de manutenção dos modelos Iveco Trakker. “Uma vez na concessionária, um técnico de serviço conecta um laptop a centralina (espécie de computador de bordo acoplado ao motor) do caminhão e transmite, via web, as informações disponíveis a central de atendimento Iveco, em Sete Lagoas, MG. O diagnóstico é feito a distância, indicando os reparos que podem ser feitos imediatamente no local. O cliente ainda conta com outros serviços especiais, como um gerente regional de serviços da Iveco dedicado ao atendimento d e grandes frotas ou uma equipe residente de mecânicos para frotas, concentradas em um mesmo local de operação”, explica Maurício Gouveia, diretor de pós-venda Iveco Latin America.
Os primeiros clientes a acompanhar o “Trakker Road Show”, evento com apresentação técnica e visual do caminhão Iveco Trakker, são usineiros dos municípios de Ribeirão Preto (11/11), São José do Rio Preto (13/11), Araçatuba (18/11), Assis (19/11) e Jaú (25/11). A expectativa dos organizadores e concessionários Iveco nos municípios citados é de reunir 250 a 350 pessoas por evento.
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Emplacamento de importados cai 8%
11/11/2008
As quinze marcas filiadas à Abeiva – Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores fecharam o mês de outubro com vendas, no atacado, 26,29% inferior ao menos de setembro. Foram contabilizadas 2.616 unidades contra 3.549 veículos. Os dados de emplacamento, no entanto, indicam queda de apenas 8,51%. Em outubro, os importadores oficiais emplacaram 3.236 unidades contra 3.537 veículos em setembro último.
Ainda no atacado, as vendas de outubro – em comparação a igual período de 2007 – permanecem com alta taxa de crescimento. As 2.616 unidades significaram aumento de 79,5% em relação aos 1.457 veículos de outubro do ano passado. Assim como no acumulado de 10 meses, de 27.596 unidades, o porcentual de crescimento é de 206,42%. No ano passado, de janeiro a dezembro, a totalização era de 9.006 unidades.
Os dados de emplacamento, no acumulado, as associadas à Abeiva somam 26.202 unidades, 233,02% mais em relação a igual período de 2007, quando chegou-se à totalização de 7.868 veículos.
Segundo o presidente da Abeiva, Jörg Henning Dornbusch, “havia expectativa de queda de vendas ainda mais significativa, por conta da redução do fluxo de movimentação nas concessionárias. Mas, como as matrizes, importadoras e concessionárias estabeleceram um acordo de não elevar os preços finais, mesmo com a alta do dólar e do euro, as nossas filiadas conseguiram diminuir o impacto psicológico do câmbio”.
Dornbusch afirma ainda que a Abeiva vai manter a previsão de fechamento de vendas em 2008 em 32 mil unidades. Para tanto, no último bimestre do ano, as quinze marcas terão de comercializar mais 5 mil unidades.
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Linha Volksbus é destaque em feira
07/11/2008
A Volkswagen Caminhões e Ônibus apresentará na 7ª Feira Rio Transportes – Fetransrio as recentes novidades em sua linha de chassis de ônibus Volksbus. Seis modelos da marca serão expostos em um dos mais importantes eventos do setor, que acontecerá dias 12, 13 e 14 de novembro no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. A feira ocorrerá em paralelo ao 13º Congresso sobre Transporte de Passageiros – Etransport, com a participação de até 5 mil pessoas entre representantes dos três níveis de governo, especialistas em trânsito, representações de trabalhadores, universidades, fornecedores e visitantes.
A marca mostrará o microônibus VW 9.150 EOD com eixo traseiro cuja capacidade técnica é de seis toneladas. O público conhecerá os modelos VW 17.230 EOD e VW 17.260 EOT da família V-Tronic - chassis que trazem novo conceito de veículo urbano, no qual o motorista não precisa se preocupar com as trocas de marcha, pois esta ação é feita automaticamente pelo veículo. O VW 17.260 EOT será apresentado com e sem encarroçamento na versão Low Entry, veículo com piso baixo, desenvolvido para atender as novas exigências de acessibilidade para passageiros.
Completando a exibição, a Volkswagen Caminhões e Ônibus mostrará o chassi rodoviário VW 18.320 EOT, também utilizado em operações de fretamento. “A presença dos modelos Volksbus na Fetransrio é fundamental para consolidar sua imagem de confiança, robustez e ótima relação custo-benefício. Nossos representantes comerciais e engenheiros também aproveitarão a oportunidade de debates com orgãos regulamentadores e operadores de transportes coletivos”, explica Ricardo Alouche, diretor de Vendas e Marketing da Volkswagen Caminhões e Ônibus.
O 13º Etransport e a 7ª Fetransrio serão realizados pela Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro – Fetranspor – e sindicatos afiliados. Também estão previstas a comemoração do centenário do transporte por ônibus a motor no Rio de Janeiro e no Brasil, a exibição de uma réplica do primeiro modelo a circular no País e apresentação do acervo do Museu do Transporte da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos – NTU, composto por miniaturas e fotografias. A feira terá 80 estandes e 50 ônibus de última geração.
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XC60 chega ao país no início de 2009
03/11/2008
A Volvo divulgou os preços das três versões do novo XC60 que serão comercializadas no Brasil a partir do primeiro trimestre de 2009. Equipados com a mesma motorização – motor 3.0 turbo de seis cilindros e 285 cv –, os modelos virão com diferenças de acabamento e equipamentos: XC60 Comfort (R$ 138,5 mil), XC60 Dynamic (R$ 156,5 mil) e XC60 Top (R$ 165,9 mil).
O inédito sistema City Safety, que freia o carro sozinho na iminência de uma colisão até 30 km/h, está disponível como item de série nas três versões, assim como a transmissão automática de seis velocidades e a tração integral AWD com Instant TractionTM, que garante aderência à pista em qualquer tipo de situação, alternando a força das rodas da frente para as de trás.
“Estamos trazendo o XC60 para o Brasil com preços extremamente atrativos. Temos certeza de que terá o mesmo sucesso que o C30 obteve e que alavancará ainda mais as vendas da Volvo no mercado brasileiro”, explica Marcos Saade, diretor de Vendas e Marketing da Volvo Automóveis.
As principais novidades da versão intermediária, a Dynamic, em relação à Confort são o assento com regulagem elétrica para passageiro, sistema de informação do ponto cego (BLIS), sistema Bluetooth, sensor de estacionamento traseiro e dianteiro, faróis Bi Xenon ativos e rodas de alumínio aro 18.
Estes itens do XC60 Dynamic estão disponíveis também na versão Top, que traz ainda como diferenciais o teto solar panorâmico, sistema interno de qualidade de ar multi-ativo (IAQS) c/CZIP, comunicador pessoal do carro (Personal Car Communicator), sistema Keyless de abertura das portas e partida do motor, descansa-braços traseiro com porta copos e porta objetos.
Entre os equipamentos de segurança disponíveis de série nas três versões estão: sistema de freios "ABS" e "EBA", piloto automático, travamento de descida (HDC), controle anticapotamento (RSC), controle dinâmico de estabilidade e tração (DSTC), airbag (motorista/passageiro), proteção contra impactos laterais (SIPS) e contra lesões na coluna cervical (WHIPS), cortinas infláveis e pré-tensores dos cintos de segurança e sistema inteligente de informação (IDIS).
O XC60 conta ainda com controle remoto com alarme e travamento central, iluminação auxiliar temporizada, iluminação lateral e luzes de aproximação, trava elétrica para as portas traseiras, vidros elétricos com sistema antiesmagamento, Isofix e sensor de estacionamento traseiro(Comfort).
Em relação ao conforto para motorista e passageiros, o novo XC60 traz computador de bordo, controle de áudio no volante, instruções no painel e áudio em Português, climatizador eletrônico com filtro de pólen, vidros laminados, vidro traseiro com aquecimento elétrico. A manopla do câmbio é revestida em couro, assim como os assentos, que têm regulagem elétrica para motorista com memória.
Janelas laterais com vidros repelentes à água, espelhos retrovisores com desembaçador e bússola, espelhos retrovisores retráteis, racks na cor preta, luzes exteriores, brake light, faróis de neblina e freio de estacionamento elétrico completam a gama de equipamentos do XC60, que traz o sistema de som Audio High Performance, 4*40W, de oito alto-falantes, com reprodução MP3 e WMA, nas versões Comfort e Dynamic.
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