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Notícias do mês de Setembro / 2008  
Chrysler aposta em veículos elétricos
30/09/2008
A Chrysler anunciou esta semana que a companhia tem nos planos de produção uma tecnologia avançada para veículos elétricos utilizada em três veículos diferentes - um para cada uma de suas três marcas: Chrysler, Jeep e Dodge. A montadora selecionará um modelo de veículo elétrico para ser produzido em 2010 para consumidores nos mercados norte-americanos e, após 2010, para mercados europeus. Além disso, cerca de 100 veículos elétricos Chrysler estarão circulando em frotas do governo e empresas em 2009.

A companhia diz que está bem avançada em seu projeto de desenvolvimento de veículos elétricos e que ele será aplicado em veículos com tração dianteira, traseira e tração nas quatro rodas nos próximos anos. Em sua matriz mundial, nos Estados Unidos, a Chrysler revelou os seus protótipos de veículos elétricos, Dodge EV, Jeep EV e Chrysler EV, e demonstrou a performance e capacidade de cada um. “Nós temos uma responsabilidade social perante nossos consumidores de entregar veículos elétricos avançados de baixo consumo de combustível e amigáveis ao meio ambiente, e a nossa intenção é atender a essa responsabilidade o mais rapidamente e com mais abrangência que qualquer outra empresa do setor automotivo”, disse Bob Nardelli, CEO da Chrysler “A introdução dos veículos elétricos Chrysler, Jeep e Dodge traz uma amostra de um futuro muito próximo e demonstra que somos sérios e estamos bem adiantados no desenvolvimento de veículos elétricos para o mercado.”
Fiat entra na briga de sedans médios
18/09/2008
Com show de Caetano Veloso e Roberto Carlos, a Fiat lançou quarta-feira, dia 17, o Fiat Línea. O novo modelo é um projeto mundial da Fiat, desenvolvido para competir em vários países, mas que no Brasil recebeu características desejadas pelo mercado nacional, com incrementos em tecnologia e sofisticação. O projeto foi desenvolvido pela Engenharia da Fiat do Brasil juntamente com a Itália. Lançado em maio de 2007, ele já é vendido em diferentes países, como Alemanha e Portugal .

O Línea chega ao mercado brasileiroem quatro diferentes versões, com duas novas motorizações, dois tipos de câmbio e três níveis de acabamento. São elas: 1.9 16V, 1.9 16V Dualogic, Absolute e T-Jet, 1.4 16 V.

As generosas dimensões do Fiat Linea – 4,56 metros de comprimento, 1,73 m de largura, 1,50 m de altura – confirmam a impressão de grande size impression que se tem ao vê-lo pela primeira vez. A dianteira é imponente e, como tal, marca a presença singular do novo sedan. Todos os seus elementos estilísticos estão em balanço, resultando em um jogo geométrico interessante que atrai os olhos e cativa.

Na traseira todas as linhas são limpas e essenciais, sem elementos supérfluos, resultando em um perfil marcante, elegante e forte. As belas lanternas, de formato trapezoidal, invadem a lateral do sedan, atraindo o olhar. Elas possuem um detalhe na porção inferior, acompanhando um vinco que atravessa a tampa do porta-malas.

Das quatro versões do novo Fiat Linea, duas – 1.9 16V Dualogic e Absolute – vêm com este moderníssimo câmbio que fez sua estréia no Fiat Stilo. O câmbio, desenvolvido inicialmente para a Fórmula 1 concilia o melhor de dois mundos: a qualquer momento, o motorista pode escolher entre trocas de marchas totalmente automáticas ou ele mesmo trocar as marchas seqüencialmente, por toques na alavanca de câmbio, para ter uma condução mais esportiva.

O novo Fiat Linea pode contar com até seis air bags: dois dianteiros, dois laterais e dois window bags. Todos eles contribuem, e muito, para minimizar as conseqüências de um acidente.

Os preços do novo sedan da Fiat partem de R$ 60,9 mil´, chegando a R$ 78,9 mil na versão mais sofisticada.
Hyundai construirá fábrica no Brasil
17/09/2008
Embalada pelo sucesso de vendas de suas caminhonetes, a Hyundai Motors afirmou nesta quarta-feira (17) que vai construir uma fábrica no Brasil com capacidade anual de 100 mil veículos, em uma decisão que aproveita o rápido crescimento latino-americano em um momento de recuo de mercados importantes como os Estados Unidos. A fábrica será localizada perto de São Pauilo, informou um porta-voz da Hyundai Motor.

A Hyundai é a quinta maior montadora do mundo quando combinada com sua afiliada Kia Motors. Desde o ano passado, a empresa manifestava interesse em construir uma fábrica no país, principalmente pelo sucesso de vendas de modelos como a caminhonete Tucson.
Fiesta 2009 chega com preço menor
16/09/2008
A Ford inicia este mês a venda da linha 2009 do Fiesta. A nova linha traz novidades tanto nos equipamentos como na oferta de preços. Uma das novidades é o My Connection, sistema de som de última geração com rádio, tocador de CD/MP3 e conexão para dispositivos USB, iPod e celular Bluetooth que estará disponível no Fiesta Hatch e Sedan nos kits My Connection. Além destes, o Fiesta 2009 traz outros novos kits, que permitem a compra de equipamentos como air bags e freios ABS por um valor mais acessível.

A Ford promoveu ao mesmo tempo um realinhamento no preço das versões 1.6, que ficaram mais competitivas no segmento e também em relação às versões 1.0. O Fiesta Hatch 1.6 Flex com aquecedor e kit Fly (moldura lateral na cor preta; lavador, limpador e desembaçador do vidro traseiro; cintos traseiros retráteis de três pontos, forro lateral do porta-malas, luz elevada de freio; e preparação para instalação de som), que custava R$ 36,3 mil agora sai por R$ 35,3 mil.

O Fiesta Hatch 1.6 Flex com os kits Pulse e Class passou de R$ 42,3 mil para R$ 40,9 mil O kit Class é formado ar condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas. O kit Pulse inclui: moldura lateral, maçanetas externas, espelho retrovisor e régua do porta-malas pintados na cor do veículo; calota Pulse; painel central, maçanetas internas e anel da saída de ar na cor "Titanium"; alto-falantes; banco do motorista com ajuste de altura; console central com porta-objetos; luz de leitura dianteira direcional; espelho de cortesia para o motorista; alças de segurança dianteira e traseira; cintos de segurança traseiros retráteis; e forro lateral do porta-malas.

O Fiesta Sedan 1.6 Flex com kit Fly e aquecedor teve o preço reposicionado de R$ 38,3 mil para R$ 37,6 mil Com os kits Pulse e Class, seu custo baixou de R$ 44,3 mil para R$ 42,7 mil As versões com motor 1.0 Flex, tanto do Hatch como do Sedan, custam exatamente R$3 mil a menos nos catálogos correspondentes com mesmo conteúdo.

“Com essa estratégia, possibilitamos ao cliente adquirir por uma diferença de apenas R$ 3 mil o motor 1.6 mais potente da categoria. Ele desenvolve 111 cavalos com álcool e 105 cavalos com gasolina, com a reconhecida qualidade e desempenho da família RoCam Flex”, diz Lucíola Almeida, gerente de Marketing do Produto da Ford.

Esse realinhamento inclui também o Fiesta Trail 1.6, que reforçou sua vantagem em comparação com os concorrentes. O modelo, antes vendido por R$ 46,4 mil, agora sai por R$ 45,2 mil. Além de ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, ele vem personalizado com insertos nos pára-choques, rodas de liga leve de 14 polegadas, estribos laterais, bagageiro, bancos dianteiros com capa de Neoprene, pedaleiras esportivas, tapetes em carpete e soleiras com o logotipo Trail, mais os itens do kit Pulse.
Alarmes ampliam defesa contra furto
15/09/2008
A eletrônica vem se tornando uma aliada cada vez mais útil na defesa do patrimônio do consumidor. Tecnologias empregadas e aprovadas na segurança em determinados segmentos migram para outros de igual importância, e este intercâmbio ajuda a diminuir a vulnerabilidade do cidadão. No caso dos veículos, essa tendência é uma realidade cada vez mais palpável. No Brasil, um bom exemplo são os alarmes automotivos, que passaram a mesclar sistemas digitais para aumentar a segurança e a comodidade do usuário. Dois deles são o PIN Code (código do número de identificação pessoal) e o sistema anticlonagem que, combinados, formam um pacote preventivo bastante completo.

“O PIN Code é um sistema largamente testado por ramos de atividade que valorizam muito a segurança, como a rede bancária e a de telefonia”, explica Alexandre Camargo, gerente comercial da Olimpus Automotive, única empresa brasileira que conta com o PIN Code e o sistema anticlonagem em toda a sua linha de alarmes. “É também um sistema que segue a linha dos chamados ‘alarmes inteligentes’, que oferecem proteção extra não acessível aos contraventores. Por exemplo, ele elimina a famosa e arcaica chave-geral do alarme, que normalmente é instalada em lugares supostamente sigilosos, mas sempre de fácil acesso dos bandidos, que podem utilizá-la para desarmar o alarme e levar o veículo. Outra vantagem é que, em caso de perda do controle do alarme, basta utilizar um código pessoal simples fornecido pelo fabricante para que o sistema permita que o carro ou moto sejam ligados. Somente o proprietário tem acesso a este código”, detalha Alexandre.

O PIN Code da Olimpus consiste de uma seqüência de quatro algarismos (com dígitos de 1 a 4) que são facilmente comunicados pelo usuário ao sistema de segurança via chave de ignição, liberando a utilização do veículo. “Sem conhecer este código, ninguém que não tenha o controle em mãos consegue desativar o alarme”, explica o gerente da Olimpus.

O sistema anticlonagem é outra sofisticação importante. “Com ele, cada vez que o usuário ativa ou desativa o alarme, o sistema automaticamente gera um novo código criptografado. Essa nova combinação só é compreendida por aquele alarme e o sistema presente no veículo que ele controla”, detalha Alexandre. “Trata-se de um sistema bastante inteligente que, combinado com o PIN Code, forma um pacote de segurança eficiente para qualquer tipo de veículo do mercado”.

Hoje, a Olimpus Automotive possui três modelos de alarme para carro e versões destinadas às motocicletas. A empresa continua investindo em sofisticação: “Recentemente, lançamos a linha PadLock Titan, voltada exclusivamente para as motos Honda Titan 150 e Fan 125, modelos populares e bastante comercializados”, exemplifica Alexandre. “Seja na maior aplicação da eletrônica e da informática nos produtos, seja fabricando sistemas voltados para veículos específicos, a especialização é uma tendência que mostra o excelente nível tecnológico que o mercado brasileiro vem atingindo nos últimos anos”, diz o gerente da empresa.

Com produtos cada vez mais sofisticados, a Olimpus oferece treinamento especializado para instaladores de todo o Brasil. “A segurança do veículo começa com a aquisição de um bom produto, mas passa também por sua instalação correta. É importante termos profissionais qualificados”, finaliza Alexandre.
Como será o futuro
12/09/2008
Por Fernando Calmon

A indústria automobilística tem um futuro desafiador quanto ao desenvolvimento de novas tecnologias. Nos próximos 10 a 15 anos a necessidade de transporte terrestre continuará crescente. As projeções para 2020, segundo o relatório do Programa do Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP, sigla em inglês) indicam que os automóveis estarão rodando 11 bilhões de quilômetros/ano. Caminhões leves e caminhões pesados, juntos, quase 40 bilhões de quilômetros/ano. O crescimento será superior a 40% em relação a 2008.

Por outro lado, estudos científicos prevêem que o pico de produção de petróleo acontecerá no máximo em cinco a dez anos. Há dados, porém, menos otimistas. O professor da Universidade de Upsala (Suécia), Kjell Aleklet, é presidente de uma associação internacional dedicada a avaliar produção e consumo de petróleo e como isso afeta as reservas mundiais provadas e por descobrir. “Avaliações atuais dos poços de óleo e gás, sugerem que, por volta de 2010, a produção mundial já alcançará o pico de 87 milhões de barris por dia. Então, começará a declinar lentamente. Nesse cálculo estão incluídas as mais otimistas previsões de novas descobertas e os fatores de recuperação, pois é impossível extrair tudo que o subterrâneo armazena”, explicou o professor, em recente seminário sobre meio ambiente realizado no Rio de Janeiro (RJ).

Nesse cenário, os fabricantes de veículos terão que investir em pesquisa e desenvolvimento dentro do senso de urgência que a sociedade espera. A longa luta pela diminuição da emissão de gases tóxicos (CO, HC e NOx) está praticamente vencida, apesar de novas conquistas ainda por vir. Basta um exemplo referencial: 200 carros compactos atuais produzem, em conjunto, as mesmas emissões de uma única unidade, de mesma marca e modelo, fabricada em 1976. O grande avanço ocorreu, tanto no Brasil como no exterior, a partir da última década do século passado. A redução, em alguns casos, chegou a 90%.

Os esforços agora se centram na diminuição de consumo de combustíveis fósseis, com duplo objetivo. Em primeiro lugar, porque carros mais econômicos emitem também menos gás carbônico (CO2). Este é um dos principais agentes do efeito de aquecimento global derivado da atividade humana no planeta, segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, da ONU. Por outro lado, há necessidade de modelos que consomem menos gasolina e diesel como contraponto aos preços dos derivados de petróleo, que sobem de forma preocupante.

Automóveis menores e, portanto, mais leves atendem essa demanda, mas não resolvem tudo. Modelos compactos começam a crescer na preferência dos consumidores em vários mercados do mundo. A indústria, no entanto, vem trabalhando com firmeza em diversas possibilidades, tanto nos meios de propulsão, como na adequação a combustíveis renováveis. O cenário oferece oportunidades e, ao mesmo tempo, grandes dificuldades para manter os custos sob controle. Sustentar preços acessíveis faz parte do caderno de encargos dos departamentos de engenharia, inclusive dos fornecedores, parceiros fundamentais para alcance de metas.

Alternativas

Ao contrário do que comumente se pensa, os motores de combustão interna ainda oferecem meios para continuar se desenvolvendo. Motores de ciclo Otto (gasolina e álcool) vão se beneficiar de tecnologias recentes, antes aplicadas no ciclo Diesel. A mais promissora indica o uso conjunto de injeção direta de combustível e turbocompressor. Isso vai permitir a diminuição de cilindrada, mantendo o desempenho e reduzindo o consumo de forma expressiva. Motores de oito cilindros passariam a ter seis; os de seis encolheriam para quatro; estes, por sua vez, poderiam ter apenas dois cilindros em carros de uso urbano.

Também acontecerão progressos em tecnologias acessíveis, como caixas de câmbio robotizadas de dupla embreagem, lubrificantes mais eficientes, materiais de menor atrito, recuperação de energia em freadas e sistema de liga-desliga o motor no anda-e-pára do trânsito. Nanotecnologia, ciência que estuda alterações em nível de átomos, promete pequenas revoluções em termos de peso, desempenho e durabilidade dos materiais.

Outra aposta na área de motores é a convergência dos ciclos Otto e Diesel. Ainda há um bom caminho a percorrer, porém se trabalha com afinco na eliminação da borboleta de aceleração e das velas de ignição (peças inexistentes em diesel) nos motores a gasolina ou flex. GM, Mercedes-Benz e Volkswagen estão entre as empresas que pesquisam essa solução.

A segunda frente de desenvolvimento abrange os motores flexíveis em álcool e gasolina, particularmente amigáveis ao duo injeção direta/turbocompressor. No caso do etanol de cana-de-açúcar, praticamente todo o CO2 emitido é seqüestrado no crescimento da planta por meio da fotossíntese. A produção sustentada de bioetanol tornará possível que mais países desfrutem dos flex, em particular quando celulose e resíduos agrícolas se viabilizarem como matérias-primas.

Os chamados carros híbridos – utilizam simultaneamente motores a combustão e elétrico – deverão formar uma ponte para a futura era do hidrogênio, o combustível mais limpo e abundante no planeta. No entanto, o preço de venda é maior e a economia no custo por quilômetro rodado não se torna tão interessante fora do trânsito urbano. Toyota Prius, primeiro a utilizar essa tecnologia, acaba de completar um milhão de unidades vendidas em longos 10 anos nos EUA, Japão e Europa. Híbridos também poderão, em breve, ter suas baterias de íons de lítio recarregadas na rede de energia elétrica.

As pilhas a hidrogênio geram eletricidade a bordo, tendo como subproduto apenas vapor de água. Propulsão elétrica é vantajosa, porém a infra-estrutura de produção, armazenamento e distribuição do hidrogênio ainda exige tempo pelos altos custos envolvidos. Fabricantes estimam o prazo entre cinco e dez anos para que as pilhas estejam a bordo de veículos vendidos a compradores comuns e em cidades com postos de abastecimento, ainda que em uma região limitada.

No momento, frotas experimentais rodam em alguns países de ponta. A Honda estendeu a utilização, pela primeira vez, de um automóvel a pilha de hidrogênio a compradores particulares selecionados. Serão apenas 200 unidades do FCX Clarity, nos próximos três anos, para motoristas de três cidades da California, o mais rico dos estados americanos. O Clarity é um sedã médio, tem 127 cv e autonomia de 435 quilômetros.

Para caminhões e ônibus as soluções são menos evidentes. Os ônibus com pilhas a hidrogênio podem se beneficiar de postos de abastecimento estratégicos. Nos caminhões, a solução híbrida tem bom potencial em aplicações urbanas. No uso em estradas, os motores a diesel continuarão a reinar por muito tempo. Nesse caso as pesquisas se concentram em combustíveis de fonte renovável. Há pelo menos oito alternativas, segundo a Volvo. Um gás manuseado em forma líquida sob baixa pressão, o dimetil éter (DME), é uma das mais promissoras por sua grande eficiência energética e baixa colaboração para o efeito estufa. Mas a escolha depende de vários fatores e parece longe do consenso.

Diversificação

No Salão de Genebra, de março último, o Fórum Internacional para Mobilidade Avançada trouxe conclusões prudentes sobre as soluções para o futuro. Segundo a maioria dos congressistas, não existirá um único modo de propulsão. Ocorrerá o desenvolvimento e a utilização em paralelo de diferentes combustíveis, além de alternativas mecânicas, elétricas e híbridas. Afinal, é muito difícil conciliar os suprimentos de energia e as emissões de gás carbônico, além dos custos envolvidos.
Caberá à indústria fornecer um portfólio de tecnologias aos clientes para que estes possam selecionar a opção que melhor se enquadra no seu estilo de vida.

SUSTENTABILIDADE
VEIO PARA FICAR

Todos os grandes grupos automobilísticos internacionais já implementaram ou estão próximos de anunciar uma política abrangente de sustentabilidade na produção de veículos. A intenção é ir além do padrão previsto na norma internacional da série ISO 14040, que cuida da avaliação do ciclo de vida dos produtos do ponto de vista de gestão ambiental.

A evolução foi rápida desde as primeiras ações focadas apenas em diretrizes de reciclagem, no início dos anos 1990. A etapa seguinte representou um passo intermediário, focado no projeto de veículos voltado às preocupações ambientais, implantado por diversos fabricantes na virada do século.

O cenário atual abrange o projeto e desenvolvimento de veículos centrado em sustentabilidade, utilizando todas as ferramentas reais e virtuais disponíveis. Trata-se de uma estratégia de aplicação paulatina. Os novos modelos já terão sido pensados e “engenheirados” com esse grau de conscientização, inclusive aproveitando ao máximo os recursos de informática e de novas tecnologias.

Algumas dessas características poderão ser compartilhadas com os automóveis hoje em produção. Outras dependem de que o projeto parta do zero pela complexidade das modificações. O entendimento do que sejam os elementos-chave de sustentabilidade em um veículo podem variar um pouco. Em geral, oito atributos, pelo menos, são listados:

• Potencial de menor impacto sobre o aquecimento global, ao longo do ciclo de vida, quanto às emissões de CO2.
• Potencial de melhora da qualidade do ar considerando emissões ainda mais reduzidas de gases tóxicos.
• Utilização crescente de materiais recicláveis ou obtidos de fontes renováveis em diferentes peças e componentes.
• Gerenciamento e exclusão de substâncias que podem causar alergias, com preocupação principal no habitáculo em itens de manuseio e acabamento.
• Redução de emissão de ruídos de passagem dos veículos.
• Aumento de segurança passiva e ativa em prol não apenas dos ocupantes, mas também dos pedestres envolvidos em acidentes.
• Capacidade coerente com a melhor prática de mobilidade, compatibilizando o espaço para passageiros e bagagem em função das necessidades de trânsito das grandes cidades.
• Contenção dos custos de propriedade ao longo do ciclo de vida, focando em especial nas despesas de manutenção nos três primeiros anos que se superpõem aos gastos com financiamentos.

Mobilidade sustentável implica enormes desafios. Vai exigir da sociedade uma abordagem integrada de todos os participantes do setor de transportes: fabricantes, usuários, legisladores e administradores. Tudo em plena harmonia.
Novo Focus será lançado em outubro
11/09/2008
O Novo Ford Focus, que chega ao Brasil em outubro, é a terceira geração de um ícone da indústria automobilística. Um carro novo em todos os sentidos, que oferece a mais completa linha de carros médios, com modelos de 4 e 5 portas, com preços atraentes. O lançamento na América do Sul ocorre simultaneamente à Europa, um marco na indústria automobilística brasileira. O seu projeto reflete a integração da engenharia local às tecnologias globais da Ford, com o compartilhamento de experiências para o desenvolvimento de um produto superior em design, dirigibilidade e qualidade.

Projetado sobre uma nova plataforma global, oferece grande aproveitamento de espaço interno e muito conforto. O Novo Ford Focus recebeu uma carroceria moderna que prima pela sofisticação no modelo sedan e pela esportividade no hatch.

Seu design foi desenvolvido sob o novo conceito Kinetic Design da Ford, presente nos mais modernos automóveis da marca,. O exterior se destaca pelo porte, beleza e linhas arrojadas. O interior possui excelente ergonomia e alto padrão de qualidade nos seus materiais, garantindo um refinamento superior na categoria.

As tecnologias de última geração presentes no novo Focus são voltadas para o conforto, a segurança e a qualidade de condução. Ele introduz no segmento o Ford Power – partida sem chave; ar-condicionado automático e digital com controle individual de temperatura para o motorista e o passageiro; computador de bordo com múltiplas funções; sensor de estacionamento traseiro; sistema de som Sony com MP3, entrada auxiliar, USB, conexão para iPod e Bluetooth. Conta ainda com o novo comando de voz para telefone, rádio e ar-condicionado.

Na parte de segurança, o Focus traz de série freios ABS equipados com distribuição eletrônica da força de frenagem (EBD) e controle de frenagem em curvas (CBC); um sistema de luzes de alerta em frenagens com alta desaceleração; faróis halógenos de grande poder de iluminação; e espelhos retrovisores externos com dupla curvatura, aquecidos e com piscas integrados, que evitam o embaçamento e reduzem os pontos cegos.

A dirigibilidade do Focus é aprimorada pelo sistema de direção com assistência eletro-hidráulica, que conta com três opções de condução (Normal, Conforto e Esporte); pela suspensão dianteira e traseira independentes, com buchas hidráulicas; e pela transmissão automática seqüencial de 4 velocidades, que permite operar no modo automático ou no modo manual seqüencial.

Além dessas novidades, o novoFocus oferece uma ampla oferta de equipamentos, como teto solar elétrico, piloto automático, abertura elétrica do porta-malas e da tampa de combustível, console dianteiro com descansa-braço integrado, coluna de direção ajustável e bancos em couro.

A dirigibilidade do novo Focus é altamente eficiente com a utilização da nova geração do potente e econômico motor Duratec HE 2.0 L, com uma potência de 145 cavalos tanto na versão com transmissão manual como na automática.
Scania realiza venda recorde no país
10/09/2008
Em uma negociação que envolveu R$ 125 milhões, a Scania comercializou 260 unidades, modelos P420 8x4 e P 420 6x4, para a Odebrecht. É o maior número de caminhões vendidos pela montadora a um só cliente em seus 51 anos no Brasil. Os veículos serão utilizados nas obras do Rodoanel, em São Paulo, e na construção civil de diferentes regiões do País, como em Rondônia, na hidrelétrica do Rio Madeira.

“Para a Scania, essa venda é extremamente expressiva não só pelo número de caminhões negociados, mas por confirmar o fortalecimento e importância do segmento fora-de-estrada para a marca. Além disso, a Odebrecht provou na prática que os veículos produzidos pela Scania atendem a todas as necessidades dos clientes e apresentam o melhor custo-benefício do mercado”, afirma Roberto Leoncini, diretor de Vendas de Veículos da Scania no Brasil.

A entrega dos caminhões foi programada para ser feita entre os meses de fevereiro e dezembro de 2008, confirmando a nova tendência do transportador brasileiro frente ao mercado aquecido: o planejamento da compra.

Os caminhões possuem sistema de gerenciamento de frota, que proporciona informações e controle sobre os veículos em tempo real, podendo consolidar diariamente a performance e produção de cada unidade, independente de qual lugar, região ou obra que esteja operando. O software de gestão foi desenvolvido a partir de um programa customizado conforme os requisitos da construtora e as sugestões da Scania.
Iveco: 725 caminhões para a Martins
09/09/2008
Pouco mais de um ano depois de vender 183 caminhões ao Sistema Integrado Martins, maior atacadista-distribuidor brasileiro, a Iveco fecha um novo contrato com a empresa, envolvendo desta vez 725 caminhões. Essa é a maior venda realizada pela Iveco no mercado brasileiro e, também, a maior aquisição em um único lote do Sistema Integrado Martins desde sua fundação, há 54 anos.

A aquisição dos caminhões faz parte de um plano de renovação da frota da Martins, hoje composta por 1.170 veículos. Os novos veículos serão entregues em lotes até fevereiro de 2009. Quando concluída, a operação fará da Iveco a marca predominante na frota do atacadista, com 908 unidades, ou seja, 90%.

O megacontrato inclui modelos de quase toda a gama da marca de caminhões. Dentro do lote de 725 unidades estão 305 caminhões leves e semileves Iveco Daily (modelos 45S14, 55C16 e 70C16), 405 caminhões semipesados Iveco EuroCargo (modelos 170E22 e 230E24), e 15 caminhões pesados, sendo 10 Iveco Cavallino 450E32 e cinco Iveco Stralis 490S38T. Em 2007, a Martins já havia adquirido 63 caminhões pesados Iveco Stralis e 88 caminhões semipesados Iveco EuroCargo.

Entre os motivos que levaram a empresa a optar pela Iveco, estão as médias de consumo registradas pelos caminhões da marca já em uso. “Nos caminhões semileves Iveco já conseguimos atingir até 8km/litro”, exemplifica Avenor Teixeira, diretor da Martins.
Renault: vendas crescem 82% no ano
05/09/2008
Enquanto o mercado nacional de veículos começa a apresentar uma redução no ritmo de crescimento, a Renault do Brasil continua com um desempenho de vendas crescente e superior à média do setor. De janeiro a agosto de 2008, a marca comercializou 79.273 veículos, alcançando 82% de crescimento em relação ao mesmo período de 2007 (43.532 unidades).

Em quinto lugar no ranking nacional de vendas, a Renault vem apresentando um rendimento três vezes maior do que o mercado automotivo, que elevou as vendas em 26% neste ano. A participação de mercado da Renault em 2008 é de 4,3%.

Neste mês de setembro, o desempenho da empresa deve ser impulsionado com a realização da OPA, “Operação Portas Abertas”, que acontece entre os dias 10 e 15 de setembro em toda a rede de concessionários e oferecerá boas condições para aquisição dos veículos da marca, a exemplo de taxa zero de juros para modelos como Clio Sedan, Mégane Sedan, Mégane Grand Tour e Scénic.

Em agosto, foram comercializadas 10.369 unidades, 2.801 veículos a mais do que em agosto de 2007, o que representa uma alta de 37% e uma participação de mercado no mês da ordem de 4,5%. Este desempenho é altamente superior ao de todo o setor, que cresceu 2,8% na comparação entre agosto deste ano e o mesmo período do ano passado.

Sandero e Logan lideram os índices de venda da empresa e se posicionam entre os 20 modelos mais comercializados do País no acumulado do ano. Entre os últimos lançamentos da marca, os modelos conquistaram mercado com uma proposta sob medida para as necessidades do consumidor brasileiro, e as vendas comprovam essa nova maneira de produzir. De janeiro a agosto de 2008, o Sandero acumulou 26.074 unidades vendidas e já é o modelo mais comercializado pela marca no Brasil. O Logan, que tem apresentado ótima aceitação também em segmentos como frotistas e taxistas, vem em segundo lugar, com 25.673 unidades já emplacadas em 2008
Volvo anuncia recall do modelo C30
03/09/2008
A Volvo do Brasil anunciou nesta quarta-feira (3) o recall do modelo C30, ano/modelo 2008/2009, chassi final YV1MK385992120573, que é comercializado no Brasil com preço a partir de R$ 88 mil. Os proprietários deverão procurar um distribuidor da marca para substituição da mangueira da caixa de direção.

No comunicado, a empresa informa ter constatado que o material da mangueira da caixa de direção, em seu sistema de retorno, não foi vulcanizado de acordo com as especificações do fabricante. Isto poderá ocorrer a ruptura da mangueira, resultando na perda do fluido dos sistema e no comprometimento da bomba da caixa de direção. A conseqüência em um caso extremo seria a perda de direção e possíveis acidentes.

A Volvo disponibiliza o telefone 0800 707 7590 e o site www.volvocars.com.br para mais esclarecimentos.
O Classe C mais potente e esportivo
02/09/2008
A Mercedes-Benz traz para o mercado brasileiro o sedã C 350 Sport, modelo que amplia a gama da Classe C no País e que oferece mais potência e esportividade para clientes com perfil mais dinâmico de dirigibilidade. O C 350 Sport vem equipado com motor V6 de 3,5 litros, que oferece potência de 272 cavalos. Este propulsor faz com que o automóvel acelere de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos, alcançando uma velocidade máxima de 250 km/h, limitada eletronicamente.

As características esportivas do C 350 Sport destacam-se tanto externamente, quanto no interior do automóvel. No design externo, os traços dinâmicos sobressaem pela grade dianteira de três lâminas com a estrela de grande dimensão, pára-choques dianteiro e traseiro e spoilers laterais esportivos, suspensão mais baixa, freios e rodas AMG de 17 polegadas.

Internamente, a esportividade do automóvel está refletida em equipamentos como volante multifuncional em couro com teclas para mudança de marcha, pedais cromados e bancos dianteiros esportivos, além do acabamento em alumínio.

O pacote de série do C 350 Sport é ainda mais amplo, incluindo equipamentos como faróis de bixenônio, sistema Parktronic de auxílio de estacionamento, airbags dianteiros de dois estágios, airbags nas portas dianteiras e traseiras, windowbags, sensor de chuva, piloto automático e limitador de velocidade.

O padrão de conforto desse sedã da Classe C é assegurado por itens como ar-condicionado Thermotronic de 3 zonas, bancos dianteiros com ajuste elétrico e memória, estofamento de couro, teto solar de vidro com ajuste elétrico e conectividade via Bluetooth para telefone celular.

O sedã C 350 Sport amplia a gama de oferta da Classe C no mercado brasileiro, formada hoje pelos modelos C 200 Kompressor, versões Classic e Avantgarde; C 280 Avantgarde e C 63 AMG.
Civic: 300 mil unidades produzidas
01/09/2008
Considerado como um ícone do grupo em todo o mundo, o Honda Civic deu mais uma demonstração de sua credibilidade no mercado brasileiro. Recentemente, o sedã médio atingiu a expressiva marca de 300 mil unidades produzidas na fábrica da Honda Automóveis, em Sumaré (SP).

Líder absoluto em sua categoria, o modelo foi o primeiro carro importado pela empresa para o Brasil, em 1992. Cinco anos depois, com o início das atividades da fábrica de Sumaré (SP), o veículo inaugurou a linha de produção nacional. Desde então, o automóvel atraiu a atenção de milhares de consumidores, além de se tornar referência em inovação, tecnologia e economia. Exemplo desse cenário é a sua oitava geração, lançada no país no primeiro semestre de 2006 e que recebeu o nome de New Civic. Foi totalmente reformulada e estabeleceu novos conceitos para a indústria automobilística. Por isso, alcançou excelentes resultados dentro do setor. Encerrou 2007 com 47.761 unidades emplacadas. Em 2008, esse número deve ser superado. Somente no primeiro semestre deste ano, foram mais de 31 mil unidades vendidas. Além disso, no último mês de julho, a Honda viu mais um recorde de emplacamento do modelo, com a venda de 5.683 unidades.

A oitava geração da família Civic apresentou ao consumidor um modelo com inspiração moderna, que teve origem em aprofundados estudos de design. Isso resultou numa estética diferenciada. Entre outros detalhes, desenvolveu o inédito painel em dois níveis para que o motorista interprete os dados com mais rapidez e sem desviar a atenção da pista.O modelo é equipado ainda com motor i-VTEC 1.8l SOHC Flex, que produz 140 cavalos , na utilização de álcool, e 138 cavalos, quando for apenas gasolina. No tópico segurança, além do sistema de airbag, traz em todas as versões freios a disco nas quatro rodas, ABS (Anti-lock Braking System), que evita o travamento das rodas, e EBD (Electronic Brake Distribution), que distribui a força de frenagem de maneira uniforme.
 
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