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Notícias do mês de Agosto / 2008  
VW tem mais duas opções de caminhões
28/08/2008
A Volkswagen Caminhões e Ônibus agora conta com uma completa linha de caminhões Off-Road. À robustez e confiabilidade do conjunto de chassi reforçado dos modelos Volkswagen 6X4, somam-se agora a alta tecnologia e o conforto da cabine Constellation. Os novos caminhões VW 26.260 e 31.260 com motorização eletrônica Common Rail recebem a cabine estendida como item de série – a oferta da versão com leito e teto alto deverá ser previamente consultada junto a uma das 143 revendas autorizadas da Volkswagen Caminhões e Ônibus em todo o País. Protetor do radiador, tomada de força no motor – repto (como opcional) e freios reforçados complementam as novidades da família Constellation.

Os novos modelos Constellation 6X4 são equipados com os motores eletrônicos MWM International 6.12 TCE, com seis cilindros, turbo e intercooler, com potência de 260 cavalos, camisas úmidas removíveis e cabeçotes individuais. O modelo utiliza a moderna tecnologia Common Rail de injeção de combustível. O grande número de sensores e o módulo de controle eletrônico também traz vantagens no gerenciamento operacional do veículo.

Entre as características do motor MWM International 6.12 TCE, estão o seu baixo nível de ruído, a identificação de 255 parâmetros do motor através de luzes de advertência no painel de instrumentos ou da ferramenta de diagnósticos VCO-950, a autoproteção que acusa falhas e evita danos e riscos graves, e máximo torque tanto em altas como em baixas rotações. A motorização ainda pode ser adequada a usos e vocações especiais, graças ao controle de recursos como rotações e velocidade, e dispõe de piloto automático.

Os novos 6X4 são equipados com uma caixa de transmissão Eaton 8908-LL com ótimo escalonamento de dez marchas não-sincronizadas à frente e três à ré. A embreagem é Eaton com disco simples confeccionado em material orgânico e acionada hidraulicamente, com assistência a ar. Seu diâmetro é de 395 mm, com fácil acionamento. Um protetor de série evita que o radiador seja danificado numa atividade fora-de-estrada.
Fiat Linea será lançado em setembro
25/08/2008
A Fiat liberou hoje as primeiras fotos oficiais do seu novo sedã, o Línea, que chega às lojas no mês de setembro. O carro tem quatro metros de comprimento e a frente segue a linha do Punto. O Línea é uma aposta da Fiat para duelar no mercado de sedans médios, liderada pelo Honda Civic, mas que conta com uma competição bastante acirrada pelos primeiros três lugares, envolvendo o Chevrolet Vectra, o Toyota Corolla e o Citröen C4 Pallas.
e que entra para atender o espaço deixado pela saída de produção do Fiat Marea no final de 2007.

O Línea substituirá o Marea, que desde o final de 2007 deixou de ser produzido. Na Europa ele é comercializado com motorizações variando entre 1.3l e 1.4l. No Brasil trará duas novas motorizações desenvolvidas pela FPT Powertrain Technologies, uma delas com um motor de 1.9l bicombustível com 130 cavalos de potência, e a outra com motor 1.4 turbinado. Embora não confirme esta última versão, os concessionários já comentam que o motor será o mesmo utilizado pelo Punto.

A Fiat promete surpreender com o Línea. Seu pacote de equipamentos - segundo alguns concessionários, deverá ser superior ao do Citröen C4 Pallas, um dos concorrentes mais equipados.
Honda Civic e Fit passarão por recall
21/08/2008
A Honda Automóveis do Brasil anunciou ontem (dia 20), que fará o recall dos modelos New Civic Flex e Honda Fit Flex 2008/2008, para substituição gratuita do filtro de combustível. De acordo com a montadora, algumas unidades podem apresentar vazamento e, em casos extremos, ocasionar a parada do motor, "existindo eventual risco de acidente".

Segundo o comunicado da Honda, "trata-se de um reparo simples e rápido, porém visando o conforto e a conveniência dos proprietários, a Honda recomenda o agendamento prévio numa concessionária de preferência do cliente". O atendimento aos proprietários de Civic Flex e Fit Flex inicia hoje, dia 21.

Os endereços e telefones podem ser obtidos pelo 0800-701-3432 ou no site www.honda.com.br.
Strada 2009 quer manter a liderança
20/08/2008
A pick-up Fiat Strada chega ao consumidor brasileiro totalmente renovada e com novos e inéditos equipamentos para o seu segmento. Seu estilo agora segue o da Família Palio – mas com uma identidade própria –, enquanto a mecânica recebeu novidades que a tornam mais robusta e moderna. Também a relação custo-benefício, que já era boa, ficou ainda melhor com a adição de novos itens que ressaltam o conforto e a segurança.

A trajetória da pick-up líder de vendas da Fiat Automóveis há oito anos é marcada por inovações e ousadia. Até hoje, Fiat Strada é a única pick-up compacta do mercado brasileiro a oferecer versões com cabine estendida. Ela foi criada a pedido dos consumidores, em 1999, e tem importante participação nas vendas do modelo. Em 2001, com o lançamento da versão Adventure, a Fiat Automóveis trouxe para a gama um veículo diferenciado, com mais esportividade e robustez.

Agora a linha 2009 do Fiat Strada traz como um dos destaques o Locker, sistema de bloqueio de diferencial, que fez sua estréia no Fiat Palio Adventure. Esse sistema ajuda o veículo a vencer situações adversas de rodagem, reforçando a vocação “off-road” da versão. Junto com este recurso também chegam os novos amortecedores Powershock – tecnologia da Magneti Marelli Cofap -, que reduzem o rolamento da carroceria e aumentam a segurança e a estabilidade.

Outra novidade na linha 2009 do Fiat Strada encontra-se na caçamba, que passa a ter uma nova tampa traseira, agora removível e com chave. Também traz uma nova fixação do estepe na cabine estendida. Vale, ainda, frisar que a pick-up da Fiat se diferencia ao oferecer equipamentos exclusivos em seu segmento, como computador de bordo, My Car Fiat, viva-voz para telefone celular com tecnologia Bluetooth e sensores de chuva e crepuscular. Isso permite ao proprietário ampliar ainda mais o conforto e o prazer ao dirigir

Com uma gama muito completa, a pick-up Strada — que concilia, com perfeição, grande aptidão tanto para o trabalho como para o lazer —, oferece várias opções de escolha. Agora, são cinco com a nova carroceria, distribuídas em duas motorizações (o novo motor Fire 1.4 Flex e o motor 1.8 Flex), duas carrocerias (cabine simples e estendida) e duas versões de acabamento (Trekking e Adventure) – e mais duas versões com a carroceria anterior, que só ganha o novo logotipo Fiat.

A Strada é líder no segmento brasileiro de pick-ups, com mais de 50% de participação de mercado.
VW apresenta novo chassis de ônibus
19/08/2008
A Volkswagen Caminhões e Ônibus apresenta a sua nova solução para o transporte de passageiros: os ônibus Volksbus V-Tronic. A montadora é a primeira a oferecer de fábrica veículos equipados com câmbio de acionamento mecânico, mas sem alavanca de mudança de marchas e sem o pedal de embreagem. Para o motorista, é como dirigir um ônibus automático, e para o frotista as operações de manutenção são as mesmas de uma caixa de câmbio mecânica. A apresentação dos Volksbus V-Tronic ocorre durante o Seminário da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos – NTU, dias 19 e 20 de agosto em Brasília (DF).

Desenvolvidos pela Volkswagen Caminhões e Ônibus em parceria com a ZF Transmissões, os Volksbus VW 17.230 EOD V-Tronic e VW 17.260 EOT V-Tronic foram testados pela montadora em condições reais de uso em algumas das maiores capitais brasileiras, rodando em itinerários com grande número de paradas para entrada e saída de passageiros. O resultado foi a aprovação de frotistas ao novo conceito de transporte, que não exige manutenção cara, melhora o custo operacional e ainda conta com a garantia e com a rede de concessionários autorizados Volkswagen.

A Volkswagen desenvolveu um novo conceito veicular que alia as características positivas de cada uma das tecnologias de câmbio disponíveis no mercado. A montadora apresenta os modelos V-Tronic equipados com caixa de câmbio mecânica convencional (sistema com engrenagens) e embreagem convencional de baixo custo de reposição, mas sem alavanca de mudança de marchas e sem o pedal de embreagem. O consumo de combustível é próximo do modelo com câmbio manual, e o motorista dirige com segurança, sem tirar as mãos do volante.

O sistema controla as mudanças de marcha de acordo com a condição de peso do veículo, inclinação do piso, posição do pedal do acelerador e acionamento da embreagem - tudo eletronicamente. Isso maximiza a vida útil dos elementos internos da caixa de câmbio e da embreagem, e quando o freio de serviço é acionado, o sistema passa a reduzir as marchas, auxiliando no processo de frenagem e economizando as lonas de freio. O sistema ainda controla o uso abusivo da embreagem e sua durabilidade, “educando” o motorista na sua utilização, resultando em vida longa desse componente.

“Como todo o trabalho de acionamento de marchas do ônibus é poupado, o motorista de um Volksbus V-Tronic necessita de um menor número de horas para seu treinamento. O meio ambiente também é beneficiado com a economia nos gastos com óleo diesel e peças de reposição”, explica Ricardo Alouche, diretor de Vendas e Marketing da Volkswagen Caminhões e Ônibus.
Journey, o novo crossover da Dodge
19/08/2008
Depois do sucesso do PT Cruiser, a Chrysler Dodge traz ao mercado brasileiro mais um automóvel fabricado no México. O Dodge Journey tem a praticidade de uma minivan, a capacidade de um utilitário esportivo (SUV) e a eficiência de um automóvel de passeio, mesclando todos os melhores atributos de cada um destes segmentos em um novíssimo crossover do tamanho certo para a marca Dodge. Isso torna o Journey um veículo flexível, funcional e divertido de dirigir.

“Com sua combinação única de versatilidade, estilo jovem e arrojado, o Journey proporciona segurança, qualidade e confiabilidade.” diz Steven Landry, responsável por Vendas, Marketing e Serviço na Chrysler LLC. “ O veículo mescla inovadora tecnologia, características de entretenimento e utilidade de armazenamento, com uma arrojada atitude Dodge.”

O Dodge Journey é construído sobre a plataforma global do segmento D e é projetado para atender às necessidades de diversos perfis de clientes, sejam jovens solteiros, casais e famílias com crianças pequenas ou até mesmo com filhos adolescentes. São clientes que desejam que a flexibilidade faça mais em termos de acomodar as pessoas e armazenar material.

Na configuração de assentos 5+2, o veículo conta com amplo espaço de carga. O veículo possui vários porta-objetos escondidos no piso e embaixo do assento do passageiro dianteiro.

Segurança também é destaque. O Journey traz de série airbags dianteiros de múltiplos estágios para motorista e passageiro, airbags laterais dianteiros montados nos assentos, airbags laterais de três fileiras tipo cortina, freios a disco anti-bloqueio nas quatro rodas (ABS), Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP) e Programa Eletrônico Anti-capotamento.

Faróis halógenos quádruplos de moderna aparência proporcionam excelente iluminação da estrada. Faróis de neblina reforçam a aparência contemporânea e ajudam a aumentar a visibilidade em condições climáticas ruins.

O Dodge Journey ostenta a disponibilidade de rodas e pneus de 17”, que o destaca do resto dos crossovers de tamanho médio do mercado. Na vista lateral, o capô horizontal de alumínio do Dodge Journey, apliques pretos de baixo brilho nas colunas B e C, e os arcos de roda esculpidos enfatizam a aparência atlética e esportiva.

O novo modelo começou a ser comercializado no mercado norte-americano no primeiro trimestre deste ano e está chegando ao Brasil por R$ 98 mil, um preço bastante atraente. O Journey deve bater de frente com o Captiva, que a GM lança nas próximas semanas.
Álcool sobe e deixa de ser vantajoso
12/08/2008
Os combustíveis seguiram trajetória de alta no mês de julho, com aumento nos preços do álcool, diesel, biodiesel e GNV. A gasolina foi o único que se manteve estável. Enquanto o etanol subiu 2,2% e o GNV, 1,2%, diesel e biodiesel subiram, respectivamente, 2% e 2,3%. Com esse cenário, pela primeira vez no ano, a utilização do derivado da cana-de-açucar nos veículos Flex deixou de ser vantajoso em 12 Estados brasileiros, sobretudo no Norte, Nordeste e em Brasília. Esses são os resultados da mais recente pesquisa realizada pelo Ticket Car, produto de gestão de despesas de veículos da Ticket.

Segundo o levantamento, o litro do álcool passa a custar, em média, R$ 1,82 e o da gasolina, R$ 2,67. Contudo, esses valores podem variar muito de Estado para Estado, principalmente, em razão das diferenças de custos para o transporte do combustível. Enquanto em São Paulo, por exemplo, o valor médio do álcool é de R$ 1,29, em Brasília é de R$ 1,87 e no Amapá, R$ 2,22. A mesma situação pode ser constatada em relação ao diesel, variando de R$ 2 até R$ 2,50.

O levantamento, que também avaliou em quais Estados é mais vantajoso o uso da gasolina e onde o álcool é mais rentável, mostrou como o aumento do álcool repercutiu na relação custo-benefício entre os dois combustíveis. Ao contrário de meses anteriores, apenas em 15 Estados o etanol manteve-se vantajoso. Novamente, destaque para os Estados de São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Goiás. Já no Distrito Federal e na maioria do Norte e Nordeste, a gasolina apresenta menor custo por quilometro rodado. (Veja abaixo tabela completa)

O Ticket Car faz mensalmente esse levantamento. Além de reduzir os custos com abastecimento, os dados fornecidos também são úteis no momento de definir se vale ou não a pena comprar automóveis bicombustível em sua região. Os dados também podem ser vistos pelos consumidores por meio do endereço www.ticket.com.br/ticketcar.

Para se chegar a essa conclusão, profissionais do Ticket Car verificam junto aos mais de oito mil postos credenciados à sua rede, os preços médios dos dois combustíveis em cada um dos 27 Estados brasileiros. O objetivo do Ticket Car com esse serviço é agregar valor às operações de seus clientes, oferecendo consultoria contínua para gestores e usuários.
Rodar sem ar
08/08/2008
Por Fernando Calmon

Se existe algo que deixa as pessoas incomodadas, no uso do dia-a-dia do carro, é um pneu furado. Ocorre, muitas vezes, em horário ou local inconvenientes e traz prejuízos que não se limitam ao tempo perdido. Técnicas construtivas e novos materiais tornaram os pneus mais resistentes, ao longo dos anos, capazes de não esvaziar com um simples prego. Dependendo da sorte, é possível continuar rodando até achar um local para executar o conserto.

Desde os primórdios da indústria se procura uma solução. A primeira patente para um pneu que conseguia rodar sem ar foi pedida em 1892, mas nenhuma aplicação prática. Somente em 1978 a Goodyear anunciou um produto capaz de rodar vazio por distância e velocidade limitadas. No entanto, várias dificuldades atrasaram a estréia em mais de uma década.

Apenas no início dos anos 1990, chegou como opcional para o Chevrolet Corvette. Tentava resolver, além do incômodo, a falta de espaço para alojar o estepe e o macaco em um carro esporte. Custava muito caro, a durabilidade era 75% menor e o conserto, ainda mais oneroso, sem contar a busca de uma oficina com capacidade para tanto. Depois de furado, o carro só podia percorrer 80 km, desde que se mantivesse a 80 km/h. Pelo preço elevado, apenas 1% dos automóveis vendidos nos EUA vinha de fábrica com esse equipamento, nos primeiros anos.

Até hoje, embora pelo menos oito marcas ofereçam pneus que rodam vazios, velocidade e distância percorrida evoluíram pouco (esta última pode ultrapassar agora 100 km). A principal diferença está na adoção do dispositivo automático de monitoramento de queda de pressão. No quadro de instrumentos, lâmpadas-piloto indicam quais (ou qual) pneus, estão abaixo da pressão normal. É importante porque o motorista quase não sente, no volante, perda sensível de dirigibilidade (caso de furo lento), mas em velocidades maiores podem ocorrer problemas.

Há alternativas tecnológicas entre as soluções apresentadas pelos fabricantes. Só a Michelin exige rodas especiais, mas todos devem ter flancos super-reforçados. Depois da virada do século, a procura aumentou em todo o mundo. Entre as razões, além dos aperfeiçoamentos, surgiu a vantagem de economizar peso (estepe, macaco e ferramentas) e, portanto, impactar no consumo de combustível. Ponto positivo para a indústria automobilística que continua em transe acerca do assunto, em função da emissão de gás carbônico diretamente proporcional ao volume de combustível consumido, apesar da falta de consenso no meio científico sobre combate eficaz ao aquecimento global.

A produção maior atual de pneus que podem rodar vazios, com restrições, levou à redução de custos. Isso atraiu as marcas premium. A BMW, por exemplo, estendeu a oferta deles para toda sua linha. É fácil notar aspereza de rodagem, especialmente em pisos ruins, de carros assim equipados por força da robustez dos flancos e da carcaça. O ideal é dispor de uma suspensão especificamente projetada para tal.

Segurança ativa e patrimonial é muito importante. Afinal, torna-se mais fácil controlar o veículo numa repentina e instantânea perda de pressão, bem como prosseguir até um local menos exposto aos riscos.
Flagra: GM Captiva já roda no Brasil
06/08/2008
Uma das armas da General Motors (GM) para enfrentar o sucesso da Tucson, fabricado pela Hyundai, atende pelo nome de Captiva. O crossover, fabricado no México, já é comercializado na Argentina. Nas próximas semanas, no entanto, deverá ser vendido no Brasil, por preços a partir de R$ 90 mil, segundo estimativas do mercado.

A reportagem do Carro Novo flagrou o Captiva rodando pelas ruas de Porto Alegre, em uma versão bastante equipada. Além da beleza exterior, o novo veículo da GM impressiona pelo acabamento.

No design, o Captiva tem um estilo bastante arrojado. O capô sobressai com dois vincos proeminentes que convergem para a grade frontal trapezoidal. Os faróis de dupla parábola têm lentes com desenhos comportados e predominantemente retangulares. O pára-choques integrado traz os dois faróis de neblina, cujas luzes ficam metade na carroceria e a outra metade invadindo a generosa entrada de ar auxiliar mais abaixo.

A linha de cintura alta e a lataria inclinada com um vinco na altura da maçaneta das portas transmitem impressão de movimento ao modelo. Na altura dos pára-lamas dianteiros há ainda uma discreta saída de ar. Pneus com 235 mm de largura calçam rodas de liga leve aro 17. Na traseira, as lanternas verticais com contornos arredondados se sobressaem ao corte mais chapado da tampa do porta-malas, formando uma espécie de culote.

Com a vinda do Captiva, a GM deverá deixar apenas uma versão da Blazer como modelo de entrada, em uma faixa que deve variar entre R$ 55 mil e R$ 80 mil.
C3 2009 já está nas concessionárias
06/08/2008
A Citröen está lançando o modelo 2009 do C3. Produzido no Brasil desde 2003 e já com 100 mil unidades comercializadas no mercado nacional, o C3 recebeu uma série de evoluções. Ele ganhou um novo visual, mas manteve sua personalidade, graças a um projeto desenvolvido no Brasil pelas equipes do Mercosul em conjunto com a equipe de Estilo da Citroën em Vélizy, sob o olhar atento de Mark Lloyd (responsável de estilo da marca e responsável pelo projeto).

O novo C3 apresenta um estilo frontal imponente, com a aplicação de um pára-choque mais pronunciado. Na linha 2009 o pára-choque da versão de entrada, GLX, passa a ser todo pintado na cor da carroceria. A grade frontal também mudou: ficou mais larga e com detalhes cromados. A cor escura, de série para todas as versões, destaca e traz distinção e requinte ao conjunto.

Nas laterais, o C3 recebeu novas rodas de liga leve de 15 polegadas Chronos e novas calotas Condor (14”) e Inca (15”). Na traseira, novos monogramas, mais modernos, assinam todas as versões. O novo C3 também se beneficia de evoluções de estilo internas, oferecendo novos padrões de revestimento. Na versão GLX, o padrão de tecido agora é o “CT Graphite”, enquanto a versão Exclusive passa a ser equipada com um veludo denominado “Velours Colar”. Outra mudança interna é a nova alavanca de câmbio. O pomo e o anel da base da alavanca receberam acabamentos em alumínio escovado, criando uma atmosfera de exclusividade e requinte.

Outra grande qualidade do C3 é ter uma gama completa de equipamentos de série. As versões GLX (1.4i Flex e 1.6i 16V Flex) são equipadas com ar condicionado, direção elétrica, painel digital, alerta sonoro de velocidade, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, vidro traseiro com desembaçador elétrico e limpador indexado à marcha ré, pacote elétrico (retrovisores dianteiro e esquerdo com regulagem elétrica, vidros elétricos dianteiros e traseiros, travas das portas e porta-malas com comando à distância), preparação para som, pneus 185/65 R14 e volante com regulagem de altura e profundidade. As versões Exclusive (1.4i Flex e 1.6i 16V Flex) trazem a mais os seguintes equipamentos: airbag para motorista e passageiro, revestimento em veludo, faróis de neblina, pack-look (maçanetas na cor alumínio), pneus 185/60 R15, bancos dianteiros com apoio de braço, bolsas para objetos atrás dos bancos dianteiros, freios com ABS + EBD + AFU, entre outros.

A versão 2009 do C3 passa a ser comercializada com preços a partir de R$ 39,9 mil.
 
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