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Notícias do mês de Agosto / 2007  
Philips traz lâmpadas Xenon ao país
29/08/2007
A Philips está trazendo para o Brasil a nova linha de lâmpadas Xenon, um sucesso europeu que chega este mês ao mercado nacional. Entre os diferenciais das lâmpadas bi-xenon da Philips estão a reprodução de uma luz mais intensa e branca, com 300% de acréscimo de luz e 50% de redução no consumo, comparado com uma lâmpada comum. O faixo de luz emitido não ofusca a visão dos demais motoristas e as lâmpadas Xenon estão devidamente regulamentadas e dentro dos padrões exigidos pelo Denatran.
“Com maior alcance, permitindo também a iluminação da lateral da estrada, os faróis de xenon tornaram-se um sucesso por proporcionar mais segurança e conforto ao motorista”, afirma Ivan Lelis, gerente de marketing e produtos da divisão de lâmpadas automotivas da Philips. “Estamos confiantes que, no Brasil, o produto vai repetir o sucesso alcançado em outros países”.
Serão lançadas quatro opções de lâmpadas - H1, H4, H7 e HB4, de acordo com o modelo/marca e ano do veículo, que cobrirão 90% dos veículos em circulação na frota nacional e que podem ser facilmente instaladas nas lojas de acessórios automotivos. As lâmpadas Xenon utilizam lentes de plástico transparente, mais leves e resistentes a estilhaços de pedras. Outra vantagem do Kit Xenon é a utilização de uma lâmpada bi-xenon H4 que acende o farol alto ou baixo do veículo.
Cayenne vem com GPS de fábrica
29/08/2007
A Stuttgart Sportcar, importadora oficial da Porsche no Brasil, está entregando as primeiras unidades do Cayenne equipadas com GPS (Global Positioning System). A Porsche sai na frente e oferece ao mercado o primeiro modelo importado vendido no Brasil com sistema de navegação por satélite habilitado na fábrica.
O módulo de navegação é integrado ao sistema PCM (Porsche Communication Management, gerenciador de comunicação Porsche) e possui mapas digitais elaborados pela Navteq, a mais respeitada empresa do gênero no mundo. Até o final de 2007, o equipamento estará presente também nos esportivos dotados de PCM. Nesta primeira fase, serão cobertos os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com algumas restrições de área.
A introdução do sistema de navegação não acarretará custo extra para os carros entregues a partir da segunda quinzena de agosto. Os Porsche vendidos no Brasil durante os primeiros oito meses de 2007 já possuem o sistema e seus proprietários terão como único custo a aquisição do CD de navegação. Proprietários de modelos fabricados até 2006 que se interessarem pelo sistema devem procurar o Centro Técnico da Stuttgart Sportcar para uma análise específica das eventuais alterações a serem feitas no veículo.
Honda aumenta a produção em Sumaré
28/08/2007
A Honda Automóveis do Brasil alcança mais um novo patamar em sua produção em agosto, quando passa a fabricar 550 veículos por dia em sua Unidade instalada na cidade de Sumaré, interior de São Paulo. Até o último mês de julho, eram produzidos 460 carros diariamente.

A fábrica, responsável pela produção dos modelos New Civic, Civic Si e Honda Fit, iniciou uma série de obras de ampliação que teve início em 2006 e deve ser finalizada ainda este ano. Os investimentos, da ordem de US$ 100 milhões, incluem a ampliação da área coberta (de 50 mil m² para 85 mil m²), a aquisição de novos equipamentos e a implantação de novos processos.

Para 2007, a estimativa é superar 100 mil automóveis, o que representará um acréscimo de 38% em relação ao ano passado, quando foram fabricadas 76.687 unidades.

Só neste primeiro semestre, a Honda Automóveis registrou crescimento de 25% em sua produção. No total foram fabricadas 47.454 unidades no período, frente as 37.990 nos seis primeiros meses do ano passado.

Além da expansão dos setores de Solda, Pintura, Estamparia, Inspeção Final, Usinagem, Logística e Linha de Montagem, o investimento inclui novos equipamentos para pintura, estamparia e injeção plástica.
Tudo começou com a Dona Mercedes
20/08/2007
Texto: Fernando Calmon

Do alto de 50 milhões de veículos produzidos tudo parece fácil de explicar e entender. Não é bem assim. A engenharia automobilística brasileira tem um histórico de conquistas e também de percalços. De um começo muito difícil, precisou vencer etapas, algumas incompreensões e passar por anos a fio a reboque apenas da tecnologia importada, até chegar ao importante estágio atual de atrair atenções de fora para dentro. Segmentar essa trajetória é a melhor forma de analisar a saga de meio século.

Os tempos heróicos, de fato, fizeram jus ao nome. Desenvolver fornecedores nacionais, aumentar o índice de conteúdo local e ao mesmo tempo superar a desconfiança dos clientes finais foram tarefas ingratas. Entre as histórias de 1957/58, uma das mais peculiares é contada pelo executivo Adelbert de Queiroz. Ele saía e entrava de pequenas fábricas e mesmo oficinas, procurando alguém que pudesse fornecer para a Mercedes. E, às vezes, ouvia como resposta outra pergunta: “Quem é, afinal, essa Dona Mercedes?”
Em 1964, apenas oito anos após o início da produção nacional, se lançaria o primeiro automóvel com desenho exclusivo para o mercado brasileiro. Foi o DKW Fissore. O Ford Corcel, de 1968, também tinha carroceria específica para o Brasil. Era baseado no Renault R12, que só seria comercializado (com estilo diferente) na França dois anos depois. Veio da Volkswagen o passo seguinte e mais ousado. O esportivo SP1/SP2 mostrou a primazia, em 1972, de um desenho executado no Brasil.

No ano seguinte, o VW Brasília iniciava a era de consolidação. Engenheiros e desenhistas brasileiros participavam ativamente de novos projetos de grande produção, indo além da simples adaptação de modelos do exterior. Em 1974, consolidou-se a base para o futuro com o primeiro campo de provas da América Latina, construído pela GM em Indaiatuba (SP), seguida pela Ford, em Tatuí (SP), cinco anos depois. Nesse período, outra curiosidade. A Volkswagen fazia testes de impacto desde 1971, nas antigas instalações da Vemag. Quando a GM anunciou que mostraria aos jornalistas um crash test com o Opala, no seu novo campo de provas, a imprensa foi chamada antes pela Volkswagen para exibir o mesmo tipo de teste com o Fusca. A rivalidade técnica chegava para ficar.

Motor a álcool

A maturidade foi o terceiro estágio da evolução. Em resposta à primeira crise do petróleo, de 1973, o governo brasileiro lançou o Proálcool em 1975. O Centro Tecnológico Aeroespacial já havia desenvolvido, em 1974, o primeiro motor a álcool com a equipe liderada pelo engenheiro Urbano Stumpf. O escolhido, um Dodge 1800. Em 1979, a Fiat homologou o 147 movido a álcool e foi autorizada a vendê-lo a frotas governamentais. Esse grande momento da indústria demonstrava a criatividade e anos depois a capacidade de se reciclar. Por erro de avaliação do governo os carros a álcool praticamente desapareceram nos anos 1990.

Mas, em 2003, a indústria de autopeças — Magneti Marelli e Bosch inicialmente — resgatou o interesse pelo álcool com os motores flex. Em seus laboratórios trocaram sensores caros e aperfeiçoaram os softwares de injeção eletrônica. Depois do Gol 1600, até as marcas francesas e japonesas, sem tradição no uso de combustível renovável, renderam-se ao mercado, que comprou três milhões de veículos em quatro anos.

Outro feito do setor automobilístico foi a ênfase exportadora. Em 1987, o Voyage e a Parati receberam mais de 2.000 modificações para atender as normas do mercado americano, o mais disputado do mundo. Com o nome de Fox, venderam-se 220.000 unidades até 1993, mesmo sem oferecer câmbio automático. Hoje cerca de 30% da produção brasileira é exportada para mais de 100 países nos cinco continentes.

Fase pró-ativa

Na altura da virada do século, a indústria atingiu o atual estágio de avanço que poucos países puderam alcançar. Trata-se da evolução natural e fruto de grande esforço dos pioneiros. Já nos anos 1970 as idéias sobressaíam com o foco voltado a atender nichos de mercado. A Fiat, por exemplo, criou a categoria dos pickups derivados de automóveis compactos, em 1978, que não existiam em outros mercados. Dez anos depois, a Gurgel, empresa de capital nacional, lançou o BR 800, uma tentativa de introduzir um carro barato e econômico projetado e construído aqui.

Quase 20 anos se passaram e o segmento dos automóveis de entrada entrou na agenda da maioria dos fabricantes mundiais. A consultoria Roland Berger quantifica: até 2012 os compactos abaixo de R$ 30.000,00 representarão 18 milhões de unidades vendidas por ano, incluindo os mercados maduros e emergentes, como o brasileiro. Isto representaria no mínimo um quarto de todos os veículos leves novos.

Essa onda se imaginava ficar restrita aos países com populações de poder aquisitivo limitado e baixas taxas de motorização. Há um contingente de pessoas que vão trocar motocicletas ou scooters por automóveis. E só terão como escolha modelos pequenos ainda mais acessíveis. Também existe procura pelo terceiro ou mesmo quarto carro nos países desenvolvidos, além de uma faixa de compradores restritos aos carros usados, mesmo nessas regiões.

Um bom exemplo é o sucesso do Logan, sedã de custo e preço baixo produzido pela Dacia, subsidiária romena da Renault. O carro começa a ser fabricado em julho no Brasil e dará origem a uma família: hatch, utilitário esporte e, possivelmente, uma pickup. Engenheiros brasileiros terão participação permanente nesse projeto.

Nesta fase pró-ativa há outros modelos emblemáticos. O Meriva originou-se de uma idéia apresentada e desenvolvida em São Caetano do Sul (SP), logo atraindo a Opel. Hoje esse mesmo centro é o responsável por todas as futuras picapes médias da GM no mundo. De Camaçari (BA) saiu o projeto de modificar o Fusion (europeu derivado do Fiesta) e transformá-lo no EcoSport, utilitário esporte compacto de sucesso no Brasil e no exterior. E, as pranchetas em São Bernardo do Campo (SP), onde havia nascido um fenômeno chamado Gol desde 1980, deram origem a outro Fox, dessa vez sobre a arquitetura do Polo, e mirando exportações para a Europa, onde deve vender mais que o seu homônimo de 20 anos atrás.
A experiência da engenharia brasileira em produzir carros compactos baratos e robustos, com estilo próprio e dirigibilidade boa sobre qualquer pavimento, além da experiência em combustíveis alternativos, comprovam que pelo menos nesse segmento temos muito o que falar e outros a escutar.

Futuro promissor

Apesar da trajetória invejável, nem tudo ocorreu como deveria. Somente agora a indústria automobilística parece entrar no círculo virtuoso de avanço. É bastante provável que a produção alcance três milhões de unidades anuais até 2010, para então se acomodar num patamar um pouco abaixo de crescimento firme das vendas internas. Só assim se tornará possível acompanhar mais de perto os lançamentos do exterior. Conseqüência do panorama errático do mercado interno nos últimos 10 anos, ainda existe uma defasagem de produtos e tecnológica em relação aos países maduros.

A tendência é de as marcas veteranas, aos poucos, diminuírem a convivência, às vezes incômoda, de modelos modernos com outros que, na verdade, mereciam o devido descanso. Vem aí uma boa safra de novidades de Fiat, Ford, GM e Volkswagen para enfrentar Honda e Toyota, além de Citroën, Nissan, Peugeot e Renault. O comprador terá muito a ganhar.

Nem todas as tecnologias mais modernas são viáveis no Brasil em função do poder aquisitivo ou das condições extremas de uso típicas do País. Mas, como nem no exterior está tão fácil encontrar tantos compradores dispostos a compreender e principalmente a pagar por essa febre de novidades, pode ocorrer uma convergência em médio prazo.

Basta citar que navegadores e rastreadores por meio de GPS já encontram nível de demanda em ascensão. A indústria de autopeças vem-se esforçando a fim de tornar viável novos equipamentos e insistir para convencer os fabricantes de que chegou a hora. Entre as últimas conquistas estão a nacionalização de freios ABS, cintos de segurança com pré-tensionadores ativos, airbags compactos e vidros laterais laminados.

Tudo isso são apenas demonstrações do que pode vir à frente.
Citroën apresenta o C5 Airscape
20/08/2007
A Citroën mostra no Salão de Frankfurt 2007, em premiére mundial, a sua interpretação para um moderno “cabriolet”: o C5 Airscape. Este carro-conceito associa uma silhueta que expressa potência e dinamismo com um habitáculo de elevado padrão, o que assegura o prazer do condutor e o bem-estar dos demais passageiros. Seu teto conversível, com uma articulação inédita, acentua o refinamento do conjunto.

O C5 Airscape também chama a atenção por seus componentes dinâmicos. Dotado de um sistema antiderrapante Snow Motion de última geração, sua motricidade é muito semelhante à de um veículo com tração integral. A estas prestações, somam-se as possibilidades do dispositivo UrbanHybrid, que assegura ao carro-conceito a ausência de ruído e de vibrações ao parar o motor, a satisfação do efeito “boost”, que aumenta pontualmente o torque, e um equilíbrio favorável ao meio-ambiente.

O refinamento do C5 Airscape reside no teto conversível de concepção inédita e cuja parte superior envidraçada assegura aos ocupantes um habitáculo cheio de luz. Totalmente composto de carbono, este teto tem a vantagem de poder ser retirado e colocado de uma forma muito simples, preservando a estética do carro-conceito. É retirado automaticamente, sem nenhuma manipulação especial e sem necessidade de abrir a parte superior de seu espaço de armazenamento situado no nível do porta-malas.

Totalmente revestido de couro marrom escuro, o habitáculo do C5 Airscape seduz pelo refinamento do projeto. Particularmente trabalhados, os assentos demonstram luxo e precisão. A parte central dos mesmos recorda os anéis de uma correia de relógio, enquanto que os painéis laterais são adornados por um jogo de costuras. Para completar este ambiente top de gama, o pomo da alavanca de câmbio está guarnecido em couro e material cromado, este último em combinação com os frisos metalizados que destacam os comandos de climatização no console central.

O posicionamento top de gama do C5 Airscape é reforçada pelo uso da motorização 2,7 V6 HDi de 208 cavalos dotada de FAP. Este motor, desde baixos regimes de giro, gera progressividade e suavidade para o conforto de utilização. Um prazer de condução que se amplia por uma caixa de câmbio automática de seis marchas.
Mercedes Classe C bate recorde
15/08/2007
As vendas da nova Mercedes-Benz Classe C nos meses de junho e julho tiveram destaque no volume total de veículos comercializados pela marca no segmento de luxo. De acordo com dados do Renavam, foram emplacados no período 592 modelos da marca, sendo que 366 corresponderam à nova geração do sedã, representando 62 % dos automóveis de luxo Mercedes-Benz vendidos no mercado brasileiro.

Com esse desempenho, a Mercedes-Benz garante a liderança de vendas no bimestre no segmento de luxo, com 143 unidades a mais que o segundo colocado.

O modelo da nova Classe C mais vendido no período foi o C 200 K Classic, com 47% de participação do volume comercializado. O sedã C 200 K Avantgarde e o C 280 Avantgarde, representaram, respectivamente 33% e 20% do total de vendas.

Somente no mês de julho, as vendas ao atacado da nova Classe C atingiram 206 unidades. Esse volume é o melhor resultado alcançado pela Mercedes-Benz na comercialização de sedãs de luxo, em um único mês, nos últimos nove anos. “Esses números demonstram a imediata aceitação do novo produto pelos clientes”, declara Jens Israng, diretor de Vendas de Automóveis da DaimlerChrysler do Brasil.
Porsche mantém preços na linha 2008
10/08/2007
A nova tabela de preços da Stuttgart Sportcar, importador oficial da Porsche para o Brasil, contém poucas alterações para a linha 2008. A Stuttgart decidiu continuar trabalhando com preços em dólar, possibilitando ao consumidor da marca aproveitar a tendência de baixa da cotação da moeda estrangeira.
As mudanças de valores foram motivadas pela majoração de preços determinada pela fábrica e pela inclusão de novos equipamentos no “pacote Brasil”, existente em todos os Porsche trazidos para pronta entrega no País. Todos os Boxster, Cayman e 911 passam a contar com escapamento esportivo, além de outros equipamentos cuja dotação varia de acordo com o modelo e a versão do veículo. O Boxster, por exemplo, passa a contar com sistema de som Bose, enquanto o Boxster S ganha o PCM (Porsche Communication Management, gerenciamento de comunicação Porsche).
Diversos modelos tiveram seus preços mantidos. É o caso da linha Cayenne, que já vinha sendo vendida como modelo 2008 desde sua reestilização, ocorrida no começo do ano. Entre os esportivos, permaneceram inalterados os preços dos modelos 911 Turbo, 911 GT3 e 911 Carrera 4 Coupé. Por fim, a tabela passa a contar com o novo 911 Turbo Cabriolet, vendido no Brasil pelo preço-base de US$ 388 mil.
Carro-conceito detecta alcoolismo
10/08/2007
A Nissan desenvolveu um carro-conceito com atributos preventivos para evitar que motoristas dirijam alcoolizados. Os diversos métodos foram desenvolvidos para detectar o estado de sobriedade do condutor e ativar medidas preventivas, como por exemplo, a imobilização do veículo.
Essa tecnologia trabalha com sensor de odores nos bancos do motorista e do passageiro que identificam níveis de álcool, enquanto um detector ultra-sensível na alavanca do câmbio mede a transpiração da palma da mão do motorista. Caso seja constatado o excesso de álcool no corpo do motorista, o sistema paralisa o veículo e um alerta sonoro é emitido pelo computador de bordo.
Além disso, a detecção do álcool também é feita por meio de escaneamento dos olhos, monitorando o nível de atenção do motorista. Se o sistema percebe sinais de embriaguez, emite um alerta sonoro ao mesmo tempo em que aperta com certa pressão o cinto de segurança do motorista. O sistema também monitora o comportamento do veículo, caso o motorista tenha um momento de distração e o veículo não siga uma trajetória retilínea.
Esse carro-conceito foi desenvolvido sobre uma plataforma exploratória para apresentar as novidades tecnológicas que futuramente poderão ser aplicadas nos veículos da montadora. Ainda não há um prazo específico para o lançamento de algum modelo equipado, mas a Nissan pretende usar toda essa tecnologia para reduzir pela metade, até 2015, o número de vítimas em acidentes que envolvem seus veículos, em relação aos níveis de 1995.
Financiamento para compra de pneus
06/08/2007
A Michelin e o BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social – firmaram uma parceria para a aquisição de pneus de caminhão e ônibus da marca, que agora podem ser comprados por meio do cartão BNDES. Com isso, o consumidor tem mais uma vantagem ao comprar na rede Michelin, obtendo financiamento garantido e seguro em até 12, 18, 24 ou 36 meses.
Essa parceria traz vários benefícios para os clientes de pequenas, médias e grandes empresas: as compras dos pneus Michelin poderão ser parceladas em até 36 vezes, com taxa reduzida de juros de 1,03% ao mês e limite de crédito pré-aprovado de até R$ 250 mil pelo cartão BNDES. Essas facilidades serão oferecidas por toda a rede de revendedores Michelin, que já estão sendo cadastrados para atender a todo o País.
Novo Omega CD custará R$ 145 mil
02/08/2007
A nova geração do Chevrolet Omega CD 2008 começará a ser vendido na segunda quinzena de agosto, no concorrido segmento dos automóveis sofisticados de luxo e de grande porte. O novo modelo Chevrolet, importado da GM Holden, na Austrália, incorpora, além de um bonito e moderno design, inúmeras melhorias contínuas na área de engenharia. Dentre as inovações tecnológicas existentes no conjunto motriz destaca-se o gerenciamento eletrônico do motor, com uma nova calibração e um novo sistema de exaustão com eficiente e elegante duplo tubo de escapamento. O carro oferece como destaques, a tecnologia desenvolvida para evitar acidentes, conhecida como Electronic Stability Program (ESP), o aumento na sua distância entre eixos, que propiciou ainda mais conforto interno, e o sofisticado sistema de DVD no teto, que permite também às pessoas que estão no banco dianteiro assisti-lo por meio do display no painel central, quando o veículo estiver parado.
O segmento de veículos de luxo está concentrado em algumas cidades brasileiras e, por isso, a GM focará suas equipes de vendas com treinamento especializado e atendimento diferenciado. Com base em análises mercadológicas, o Omega CD 2008 estará disponível para venda a pessoas físicas em nove concessionárias Chevrolet distribuídas em sete cidades brasileiras diferentes: Carrera, Viamar e Aba Motors (São Paulo-SP); CCV (Curitiba-PR); Américas Barra (Rio de Janeiro-RJ); Líder (Belo Horizonte-MG); Sinoscar (Porto Alegre-RS); Jorlan (Brasília-DF); e, Nova Daruhj (Campinas-SP).
O novo Ômega terá o preço sugerido de R$ 145 mil.
Como melhorar arranque e bateria
01/08/2007
A Black & Decker está lançando um dispositivo de arranque e sistema de fonte de energia. Os dispositivos portáteis sem fio da são uma maneira confiável e segura para auxiliar motoristas e profissionais de mecânica na hora de emergências provocadas por falhas de energia, por exemplo. A linha traz um dispositivo de arranque (VEC012D) e um reforçador de bateria (BB7B-BR).
O VEC012D é ideal para quem trabalha com socorro de veículos, em oficinas mecânicas, marinas, fazendas e sítios ou mesmo para ter em casa e ser usado em um momento de emergência com o carro. O produto é equipado com cabos de arranque com grampos de cobre de alta resistência para acoplamento na bateria, adaptador de carga 110V/ 220V ou 12V (tomada do veículo) com tomada acessória, LEDs de estado da carga do equipamento, manípulo emborrachado de transporte, luz de emergência e indicador de polaridade inversa.
Os cabos do dispositivo de arranque da Black & Decker têm mais cobre e são mais largos que os da concorrência, sendo produzidos com seis cordões de cobre, cabo de 27” e 4AWG, que dão maior transferência de energia. Os terminais de contato são mais grosso e menos propensos ao derretimento. Tem botão “ligado” de segurança, que acusa quando o equipamento está em uso, alarme de polaridade invertida e bateria selada de 19Ah.
Com saída de energia DC de 12 Volts, vem com três luzes de LED de trabalho integradas, indicador de carga LED, adaptador AC para tomada de parede e DC para veículo e pinças recobertas de níquel resistentes à corrosão. Com capacidade de 450 Ampéres de arranque, sua autonomia é de três partidas de seis segundos cada e pode ser usado como alternativa para recarregar equipamentos eletrônicos. O preço sugerido é de R$399.
O Reforçador de Bateria BB7B-BR é um sistema que transfere a energia nele armazenada para o veículo parado por falta de carga na bateria. Composto por um adaptador de carga 110V ou 220V auto-volt (recarregamento na tomada de parede) e de 12V (para recarregar no carro), o BB7B-BR tem LED de estado de carga, botão de recarga e de reforço de bateria.
Basta deixar o equipamento recarregando por 10 minutos e ele está pronto para qualquer emergência. Depois é só dar mais uma carga e ele está preparado para novo uso. O BB7B-BR é um arrancador de alta segurança e não requer cabos para utilização, pois é conectado na saída de 12V do veículo. Com ele, também é possível recarregar equipamentos eletrônicos como celulares e laptops, por exemplo. Possui duas luzes LED super brilhantes e de longa duração – pode ser usado como fonte de luz portátil de emergência, indicador de nível de bateria, tem compartimento para guardar o cabo e desenho compacto - pode ser levado no porta-luva dos carros. O preço sugerido é de R$199.
 
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