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| Notícias do mês de Julho / 2007 |
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Freio: como ter segurança e economia
26/07/2007
Um dos principais componentes de segurança de um automóvel é o sistema de freio. O seu bom desempenho é vital para a segurança do motorista e dos passageiros. Por isso, a DPaschoal, maior rede de serviços automotivos do Brasil, alerta aos condutores sobre a importância da avaliação periódica do sistema de freios.
A manutenção preventiva é, ainda, economicamente mais viável ao motorista, pois evita consertos inesperados e, na maioria das vezes, o gasto torna-se superior ao custo da revisão periódica.
Ao contrário do que muitos motoristas pensam o sistema de freio não é composto somente por disco e pastilha. Este sistema de segurança é constituído por cerca de 20 itens diferentes. Por este motivo, é importante a análise completa de cada um dos seus componentes e assim garantir a sua eficiência.
Alguns problemas podem ser evitados facilmente com a revisão periódica como, por exemplo, ruído ao frear. Este sinal pode ser um indício para o desgaste das pastilhas. O adiamento de sua substituição pode até mesmo ocasionar danos ao disco de freio. Outro fator é o fluído de freio, que deve ser trocado a cada 10 mil quilômetros.
De acordo com Ricardo Pereira de Lima, gerente de Engenharia de Produtos e Serviços da DPaschoal é recomendado a revisão deste sistema a cada 5 mil quilômetros ou se o condutor perceber alguma irregularidade, como:
. O acendimento do alerta luminoso do sistema de freio quando o carro está em movimento. Ele pode ser a falta de fluído ou até um vazamento no sistema.
. Pedal baixo, duro ou com vibração podem ser evidências de que o sistema precisa de manutenção.
. Freio de mão alto é um indício de que o sistema precisa de regulagem.
. Ruídos no momento da frenagem. Ele pode também indicar a necessidade de troca de pastilhas.
Mais informações pode ser obtida no site www.dpaschoal.com.br.
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Audi reduz os preços dos novos A4
26/07/2007
Uma boa notícia para quem sonha com veículos do segmento premium. A Audi reduziu o preço de toda a linha A4 (inclusive os modelos Avant). O Audi A4 sedã l.8 turbo, que custava R$ 159,5 mil passou a ter o novo preço público de R$ 149,9 mil, ou seja, 6% a menos. Já o equipado com o premiado motor 2.0 TFSI recebeu reajuste um pouco maior: 7,7% (preço atual de R$ 179,9 mil). O mais potente da linha, equipado com motor V6 3.2 FSI, teve seu preço reduzido de R$ 246 mil para R$ 231 mil (6,1%).
Além de novos preços, a Audi oferece condições especiais de financiamento para os modelos A4. No plano para o carro equipado com motor 2.0 TFSI, por exemplo, o pagamento poderá ser feito com 50% de entrada – carros usados poderão ser oferecidos na negociação – e os 50% restantes divididos em 24 vezes fixas, com taxa de juros de 0,75% ao mês. Para exemplificar, veja o cálculo para o A4 sedã 2.0 TFSI, que custa R$ 179,9 mil. Com uma entrada de 50% (R$ 89,9 mil), o restante é dividido em 24 parcelas fixas de R$ 4.159,54, já com os juros de 0,75% ao mês e o IOF inclusos.
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Brasil, maior mercado para a Scania
26/07/2007
Com vendas de 3.142 caminhões no primeiro semestre deste ano e um crescimento de 38% em relação a igual período de 2006, o Brasil tornou-se o maior mercado mundial para a Scania, conforme divulgado hoje no balanço semestral da empresa. O País ultrapassou a Alemanha, que estava em primeiro no acumulado de janeiro a março, mas fechou o semestre com um total de 2.681 caminhões vendidos.
Além dos 3.142 caminhões, a Scania vendeu no Brasil, de janeiro a junho, 486 ônibus e 1.087 motores industriais e marítimos, volumes 45% e 10% maiores que no primeiro semestre do ano passado, respectivamente.
Na América Latina, as vendas da Scania totalizaram 4.718 caminhões (+27%) e 972 ônibus (+14%). A quantidade de motores industriais e marítimos Scania comercializada, de 1.157 unidades, foi praticamente a mesma do primeiro semestre de 2006. A região contribuiu com 526 milhões de euros no faturamento da Scania, o que corresponde a cerca de 12% do total.
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Volvo reposiciona o sedan médio S60
26/07/2007
Continuando seu projeto de expansão no mercado brasileiro, a Volvo Automóveis acaba de reposicionar o preço do sedan médio Volvo S60 2.0T, que passa agora a ser oferecido a R$ 143 mil. Não há previsão de mudança no produto a curto e médio prazos, já que o modelo reestilizado em 2006 foi apresentado durante o Salão do Automóvel. Ele ganhou luzes indicadoras de direção integradas nos espelhos retrovisores externos, novos faróis, lanternas e pára-choques dianteiros e traseiros.
Com esse reposicionamento a Volvo pretende oferecer uma ótima relação custo benefício como alternativa aos concorrentes alemães. O Volvo S60 compete com os modelos Audi A4, BMW Serie 3 e Mercedes Classe C. "O S60 é um produto muito competitivo no segmento, principalmente em relação ao seu espaço interno, nível de equipamentos e desempenho. Agora, teremos um preço muito agressivo, o qual certamente nos trará vendas adicionais", afirma Marcos Saade, diretor da Volvo Automóveis.
Os equipamentos de conforto incluem o sistema de áudio Premium Sound com capacidade para seis CDs, com controles no volante, filtro de pólen, ar-condicionado individual para motorisa e passageiro com saídas nas colunas traseiras, piloto automático, sensor de ré, entre outros.
Os equipamentos de segurança do Volvo S60 incluem seis air bags; dianteiros de dois estágios; laterais e cortinas infláveis. Possui freios com ABS e EBD, proteção contra efeito chicote (WHIPS), além das zonas de deformação programada, entre outras soluções de segurança passiva.
Além dos equipamentos de conforto e segurança de série, o Volvo S60 oferece ótima dirigibilidade, com motor de cinco cilindros em linha construído em alumínio, com turbo de baixa pressão que desenvolve 180 cavalos de potência. Sua velocidade máxima é de 250 km/h. Tem também câmbio automático de cinco velocidades e controle eletrônico de tração e estabilidade STC.
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Toyota cresceu 13% no semestre
24/07/2007
A Toyota do Brasil comercializou 32.940 unidades no primeiro semestre de 2007, registrando crescimento de 13% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando vendeu 29.202 unidades.
O Corolla, líder do segmento dos sedãs médios em anos fechados desde 2003, obteve um crescimento da ordem de 3%. Nos primeiros seis meses do ano, a Toyota comercializou 15.947 unidades do seu campeão de vendas - que acaba de ser lançado na linha 2008 com motorização VVT-i Flex -, contra 15.524 unidades do Corolla emplacadas entre janeiro e junho de 2006.
A Fielder registrou alta de 6% nas vendas no primeiro semestre de 2007, comparando com o mesmo período de 2006. Foram comercializadas neste ano 4.207 unidades do modelo, enquanto entre janeiro e junho de 2006 a Toyota vendeu 3.978 unidades.
Entre as picapes médias, a Hilux continua como líder absoluta entre os modelos equipados com motores diesel. A Toyota vendeu, no primeiro semestre de 2007, 8.378 unidades da Hilux, obtendo crescimento de 33% no comparativo com os primeiros seis meses de 2006 (6.314 unidades comercializadas). Para se ter uma idéia dessa supremacia, a segunda colocada vendeu 4.828 unidades.
Liderança semelhante à da Hilux é vista com o utilitário esportivo SW4, cujas vendas cresceram 18% no primeiro semestre de 2007. A Toyota comercializou no período 3.077 unidades do modelo, contra 2.609 unidades vendidas nos primeiros seis meses de 2006.
Entre os importados (Land Cruiser Prado, Camry e RAV 4), as vendas da Toyota do Brasil aumentaram 90% nos primeiros seis meses deste ano, no comparativo com o mesmo período do ano passado (1442 unidades comercializadas ante 761 unidades). Destaque para o sedã de luxo Camry (352 unidades comercializadas) e para o utilitário esportivo RAV 4 (700 unidades emplacadas no primeiro semestre e 117% de incremento nas vendas).
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Projeto quer obrigar uso de farol baixo
24/07/2007
A Câmara dos Deputados analisa projeto de lei proposto pelo deputado Otavio Leite (PSDB-RJ) que obriga os carros a circularem com farol baixo durante o dia. O sistema, já adotado em vários países da Europa e no Canadá, é usado para prevenir acidentes. De acordo com o Projeto de Lei 561/07, os fabricantes de veículos automotores começariam a entregar os carros novos com um sistema que acionaria os faróis automaticamente.
Segundo o deputado Otavio Leite, estudos comprovam a redução no número de acidentes com o novo sistema. Em outros países, onde é chamado de Daytime Running Lights, já existem desde a década de 1970. Se aprovado pelos parlamentares, o Código de Trânsito Brasileiro teria de ser modificado, já que, atualmente, obriga os motoristas a usarem o farol baixo apenas no período noturno e em túneis com iluminação pública. Em áreas não iluminadas, devem usar o farol alto.
O projeto do deputado Otavio Leite tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Viação e Transportes e de Cidadania, além da de Constituição e Justiça. O caráter exclusivo faz com que o projeto não precise ser votado em plenário, apenas se alguma das comissões não o aprovar ou se, aprovado, houver recurso contra assinado por pelo menos 10% dos parlamentares.
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Passado volta para garantir o futuro
23/07/2007
Texto: Fernando Calmon, de Turim, Itália
Fotos: Divulgação
O renascimento do 500 (Cinquecento, em italiano) não foi uma operação de nostalgia, faz questão de sublinhar a Fiat. A intenção era fugir da solução fácil de projetar um carro apenas parecido com o simpático 500 (conhecido como Topolino, ratinho em português) e sim reproduzir os conceitos de um momento histórico de recuperação econômica pós-guerra da Itália, mas agora com forte ênfase aos confortos modernos que os italianos não podiam usufruir nos anos 1950.
Na realidade, segue uma onda de modelos que reeditaram sucessos de venda do passado. O New Beetle abriu alas em 1998, baseado no Fusca que de 1938 a 2003 vendeu cerca de 22 milhões de unidades, um recorde entre os automóveis fiéis ao desenho original. O Mini inglês chegou a 5,5 milhões entre 1959 e 2000. O 500, que tinha 56 cm a menos de entreeixos em relação ao Fusca, alcançou quase a 4 milhões em 20 anos (1957-77). Sem contar o Chrysler PT Cruiser ou os Chevrolets HHR e SSR livremente inspirados no passado.
A exemplo do New Beetle, o novo 500 precisou abandonar o motor traseiro refrigerado a ar. Ambos tiveram que se basear em arquiteturas existentes, Golf e Panda, respectivamente. A curiosidade foi que um carro conceito, o Trepiùno, apresentado no Salão de Genebra de 2004, deu origem ao projeto. Em 2005 evoluiu para a reedição do 500, desenhado pelo estilista marroquino Frank Stephenson (criador do novo Mini e ex-Ferrari/Maserati, BMW e Ford). Levou apenas 19 meses, do início até o lançamento, por aproveitar os elementos estruturais disponíveis. Também servirá de base ao novo Ford Ka europeu dentro de quatro meses, ambos fabricados em Tychy, Polônia.
Várias primazias
A filosofia do projeto tinha de estar de acordo com o momento de recuperação financeira e de imagem da Fiat. Daí a festa milionária em Turim no dia 4 de julho, exatamente 50 anos depois da apresentação do modelo inspirador. A fábrica fez questão de introduzir equipamentos inéditos nessa faixa de subcompactos, antes reservados aos carros topos de linha. Várias sugestões vieram de internautas por meio de um site especialmente criado para este fim.
A Fiat afirma que, pela primeira vez, toda a gama de motores — 1,2 l/69 cv, 1,4 l/100 cv (ambos Fire) e o diesel 1,3 l/75 cv (Multijet) — já vai atender a nova fase de emissões Euro 5 para 2009. Também destaca o projeto voltado para atingir a nota mais alta no programa europeu de testes de impacto (Euro Ncap), particularmente difícil num carro de apenas 3,55 m de comprimento (13 cm menos que o atual Ka). Os sete airbags de série (um para joelho do motorista) impressionam, mas curiosamente os dois apoios de cabeça traseiros — capacidade total é quatro passageiros — não são de série em todas as quatro versões de acabamento: Naked, Pop, Sport e Lounge.
A gama de acessórios passa de 100. Há 12 cores externas, inclusive 6 que reproduzem as originais, 15 tipos de revestimentos (incluindo os refinados tipos de couro Cordura e Frau), 6 desenhos diferentes de rodas de liga (aro 14, e 15 pol), 19 adesivos de personalização, 3 fragrâncias no difusor de perfume, 9 coberturas para chaveiro e até porta-snowboard para a tampa do porta-malas. Sem contar cobertura cromada para as carcaças dos espelhos retrovisores, teto solar de vidro fixo ou móvel, cabide adaptável aos apoios de cabeça dianteiros e até capa de proteção para a carroceria com a foto do automóvel original. No total há exatas 549.936 combinações possíveis de montagem.
A eletrônica de bordo é avançada: Bluetooth, reconhecimento de voz, entradas USB e Ipod, tocador de MP3, navegador embutido (e também portátil de última geração criado pela Marelli para se integrar ao 500) e sofisticado sistema de som Hi-Fi. O ESP, programa de correção de trajetória, é opcional, mas inclui antitravamento de rodas nas reduções de marcha do câmbio e assistência para arrancar em aclives e declives.
Ao volante
Vendo o Cinquecento de perto, é fácil constatar que a mudança para tração dianteira, a necessidade de aumentar a altura e ampliar a distância entre eixos não impediram que o desenho fosse atualizado sem se distanciar tanto do projeto dos anos 1950. Chamam a atenção o capô bem curto, as rodas nas extremidades da carroceria, os faróis e lanternas — tudo respeitando o original inclusive seu aspecto “sorridente”. Linha de cintura levemente ascendente e lanternas traseiras bem dimensionadas são concessões à modernidade.
O coeficiente aerodinâmico (Cx, 0,325) e o porta-malas de apenas 185 litros de volume são números que não se destacam pelas limitações que a silhueta do antigo 500 impõe. Da mesma maneira o formato da terceira coluna e a curvatura do teto foram adaptados para os dias atuais na tentativa de melhorar a habitabilidade no banco traseiro. Quatro pessoas de até 1,70 m, no entanto, se acomodam bem. Acima disso, quem viaja atrás começa a sentir falta de espaço para a cabeça e pernas.
Por dentro o destaque é o painel pintado na cor da carroceria. O volante, relativamente grande, também teve de respeitar os vínculos com o passado, porém ajustável em altura. Há alguns porta-objetos, mas o porta-luvas (sem tampa) é minúsculo. Como opção, pode-se rebater o assento do banco do acompanhante e ganhar espaço extra. Todos os comandos ficam à mão, em especial a alavanca do câmbio manual (5 ou 6 marchas, dependendo da versão). Em breve, estará disponível o câmbio manual automatizado, chamado de Dualogic.
A avaliação pelo centro de Turim e estradas vizinhas se estendeu por uma hora para cada uma das versões de 1,2 l e 1,4 l a gasolina. A distância entre eixos de apenas 2,30 m e bitolas um pouco mais largas que o Panda tornaram o Cinquecento bastante ágil em manobras e com comportamento ótimo em curvas seqüenciais. A estabilidade direcional, também muito boa, é ajudada por pneus 185/55-15 que equipam o carro com o motor mais potente, de 100 cv. Este pode acelerar de 0 a 100 km/h em 10,5 s (12,9 s, motor de 69 cv), segundo o fabricante.
O motor de menor potência, que deve responder por mais de 50% das vendas, beneficia-se de um peso de apenas 865 kg, mas na prática passa dos 900 kg porque há tendência de os compradores procurarem acessórios dentro de uma gama tão vasta. Assim superequipado como o automóvel avaliado, a versão de entrada do 500 perde desempenho nas retomadas e tem pouco brilho para sair da imobilidade. A versão turbodiesel já não sofre desse mal por seus quase 15 kgf.m de torque, mas certamente perde em dirigibilidade porque pesa 120 kg mais, concentrados sobre o eixo dianteiro em um carro de tração dianteira.
O banco, um pouco duro, sem incomodar como deve ser, destaca-se por pronunciados apoios laterais no encosto e no assento. Pessoas de corpo volumoso podem sentir algum incômodo. A direção dispõe de assistência elétrica. As suspensões possuem calibragem bastante firme, em particular na versão de 100 cv, o que deve trazer certo desconforto quando o piso não é tão liso. Há um apoio para o pé esquerdo do motorista de dimensões elogiáveis. Os freios, bem dimensionados, são a disco nas quatro rodas apenas na versão mais potente.
Um pormenor, meio estranho: ponteiros do velocímetro e do conta-giros, no quadro de instrumentos, são concêntricos e com escalas próprias, levando a um cruzamento que às vezes confunde o motorista.
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LG no mercado de som automotivo
20/07/2007
A LG Electronics, um dos maiores fabricantes mundiais de eletroeletrônicos, lança este mês a Linha de Car Audio 2007/2008, composta por cinco modelos de som automotivo que trazem grandes novidades e anuncia as estratégias para este segmento, que está entre suas grandes apostas. A empresa pretende, nos próximos 12 meses, triplicar o volume de vendas em relação às vendas da linha anterior e, com isso, atingir o terceiro lugar no mercado brasileiro, que movimentou 1,8 milhões de peças em 2006 e, em 2007, deve fechar o ano com 2,2 milhões de peças vendidas.
Para isso, a LG está investindo fortemente no canal de distribuição, que inclui a abertura de revendas especializadas como novos clientes e a ampliação dos atuais clientes no canal de varejo, iniciativa que irá garantir a penetração dos aparelhos da marca em todas as regiões do País. Dentre as lojas especializadas, os primeiros clientes da linha de Car Áudio da LG são: Melo Distribuidores (Norte e Nordeste), Real Moto Peças (Centro Oeste), Jupal (Sul e Sudeste) e Nacional Distribuidora (Sul e Sudeste). Já no setor do varejo, a LG está aproveitando toda sua expertise e a grande abertura que já tem com esse canal, por conta da comercialização da maior parte do portfólio de TV, Áudio & Vídeo, para incrementar as vendas.
“Estamos confiantes no crescimento da participação da LG nesse mercado e, para isso, iremos investir constantemente no desenvolvimento de produtos inovadores, com características diferenciadas e na conquista de novos clientes”, afirma Alex Silvério, gerente de produto de Áudio & Vídeo, da LG Electronics.
Outra importante estratégia é a contratação de uma equipe de vendas especialmente para a área de som automotivo, isso sem falar das grandes novidades que conferem design moderno, conectividade e alta qualidade de som.
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Economia com o uso do Via Fácil
19/07/2007
Os caminhões que usam o Via Fácil, sistema automático de pagamento de pedágios, conseguem uma economia significativa de óleo diesel, além da diminuição do tempo de viagem e da poluição. A conclusão faz parte de um estudo realizado pelo Grupo STP, administrador do sistema Via Fácil/Sem Parar, que mostrará essas e outras vantagens do sistema durante a 9ª Transpo-Sul, que vai ser realizada em Porto Alegre, de 19 a 21 de julho.
O Via Fácil terá um estande na mostra e fará a palestra “Tecnologia gerando economia”, na sexta-feira, dia 20, na qual detalha o estudo e as vantagens do sistema, presente no Rio Grande do Sul em 14 praças de pedágio da concessionária Univias (Convias, Sulvias e Metrovias) e em mais 21 concessionárias de rodovias em todo o Brasil.
O estudo concluiu que quando o caminhão possui dispositivo de pagamento automático instalado no veículo, chega a ter uma economia de combustível até 80% durante o momento em que passa pela cabine automática em relação à manual.
A economia é obtida porque o motor diesel tem maior consumo nas rotações mínimas e máximas, condições de uso da marcha lenta, o que ocorre quando o caminhão fica em função de brecar e acelerar na praça de pedágio. O levantamento feito pelos engenheiros do Via Fácil mostrou que, em média, um caminhão leva, desde que ingressa no chamado garrafão do pedágio (o acesso às cabines) até a passagem pela cancela, 4min40, no sistema de pagamento manual de pedágio. E leva apenas 40 segundos com a utilização do Via Fácil.
Os caminhões que usam o Via Fácil/Sem Parar não trabalham com o motor nessas condições, obtendo assim uma boa economia de combustível, pois a rotação do motor, ao passar pelo Via Fácil/Sem Parar, está na faixa que proporciona o menor consumo, sem contar o desgaste de pneus e freios.
Nas condições simuladas no estudo, essa economia permite que, depois de cinco passagens mensais pelo pedágio, no caso de caminhões pesados (acima de 22 toneladas) e médios, o uso do sistema automático compense a taxa de manutenção mensal do Via Fácil, de R$ 10,04.
“Após cinco passagens nas cabines automáticas, o serviço já sai de graça para o cliente, sem contar a economia financeira no uso do sistema de pagamento automático, pois a empresa deixa de adiantar dinheiro aos motoristas e passa a pagar o pedágio até 30 dias depois da passagem”, afirma André Cardoso, gerente comercial do Grupo STP.
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Porsche tem motor turbo de 530 cv
18/07/2007
O novo 911 GT2, a ser apresentado no salão do automóvel de Frankfurt, representa mais um marco para a Porsche. Com motor biturbo com 530 cavalos de potência, o GT2 é o mais potente 911 de rua em toda a história da marca. Disponível exclusivamente com tração traseira e câmbio manual de seis marchas, o 911 GT2 acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 segundos e atinge velocidade máxima de 329 km/h.
A nova versão do Porsche 911 GT2 estará à venda na Europa a partir de novembro. A Stuttgart Sportcar, importadora oficial da Porsche para o Brasil, trabalha para ter o modelo ainda neste ano. Além do estilo marcante, com largas entradas de ar na dianteira e na asa traseira (características desta versão), o 911 GT2 oferece um nível de consumo de combustível antes considerado impossível de ser obtido em um carro de sua categoria. De acordo com a norma NEDC (New European Driving Cycle), o consumo 911 GT2 (média cidade-estrada) é de 8 km/l.
O aumento de 50 cv em relação ao motor do 911 Turbo é possibilitado pelo uso de turbinas de maior diâmetro e turbinas com fluxo otimizado, além de aumento da pressão dos turbos a níveis ainda maiores. Pela primeira vez, os engenheiros da Porsche combinaram o motor turbo com coletores de admissão de ar do tipo expandido − uma genuína revolução em motores turbocomprimidos.
A expansão dos coletores usa o princípio da oscilação de ar no coletor de admissão durante a fase de resfriamento, mantendo a temperatura da mistura ar-combustível mais baixa do que no 911 Turbo. Isto significa um considerável aumento de eficiência em todos os estágios, com diminuição de cerca de 15% no consumo de combustível, mesmo com o aumento na potência do motor.
O 911 GT2 oferece novas conquistas também em termos de gerenciamento e controle de emissões. Este é o primeiro Porsche de rua a possuir, como equipamento de série, silenciador e ponteiras de escapamento feitas em titânio. Este material reduz o peso para aproximadamente 9 kg − aproximadamente 50% em relação a componentes similares feitos em aço inoxidável.
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Sensor de chuva ao alcance de todos
17/07/2007
A Quantum Tecnologia, especialista em produtos para segurança e conforto do motorista, acaba de lançar mais um produto da linha Comfort. Trata-se do Sensor de Chuva QRS. O acessório é um dispositivo de acionamento automático dos limpadores de pára-brisa.
O sistema funciona emitindo feixes de luz invisíveis no vidro. Quando caem gostas de chuva atingindo a área de detecção as condições de reflexão são alteradas e geram uma informação elétrica que ativa o sistema automaticamente. A resposta é rápida e garante a segurança em caso de jatos repentinos que tiram a visibilidade do motorista.
O sensor é instalado no interior do pára-brisas juntamente com o adesivo de acabamento, geralmente alinhado com o retrovisor, dependendo do modelo de limpadores do veículo.
O Sensor de Chuva QRS é adaptável aos veículos nacionais e importados.
O preço médio sugerido para venda é de R$ 620,00.
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Um clube só para quem tem Stilo
11/07/2007
Fundado no final de 2005, com o objetivo de reunir todas as informações possíveis sobre o carro, o Clube Stilo é o mais completo canal do Brasil para os proprietários e amantes da marca, onde é possível participar de fóruns com o objetivo de trocar informações, dicas de manutenção e também criar um elo de socialização entre os membros através de encontros, eventos e passeios por todo o Brasil.
Idealizado pelos jovens Giuliano Romagnoli e Ricardo Legname, o clube possui mais de cinco mil membros que podem interagir através do site e trocar informações diversas sobre o Fiat Stilo.
O clube conta também com participação de várias pessoas da América Latina e Europa, que comercializam o Fiat Stilo com aparência, motorização e acessórios totalmente diferentes daqueles existentes no Brasil.
Mais informações pelo site www.clubestilo.com.br.
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Honda teve alta de 20% no semestre
11/07/2007
A Honda Automóveis do Brasil encerrou o primeiro semestre de 2007 com mais um índice histórico: entre janeiro e junho, a empresa registrou alta de 20% no emplacamento de veículos em comparação ao mesmo período de 2006. O resultado consolida a Honda na posição de quinta maior fabricante de automóveis do País.
Neste ano, 36.518 usuários optaram por um Honda em suas garagens. Desses, 19.732 escolheram o New Civic, grande sucesso da indústria automotiva nacional desde seu lançamento, em abril do ano passado. Graças a esse número, a Honda assegurou uma elevação de 62% nas vendas de seu sedã no primeiro semestre.
Lançado em abril de 2003, o Honda Fit tem uma história de sucesso e continua desfrutando de excepcional aceitação. Com 15.312 unidades vendidas em 2007, o monovolume é o preferido em sua categoria: de maio a junho, o índice de emplacamento manteve o contínuo crescimento, registrando alta de 3%.
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Vendas crescem 25% no semestre
05/07/2007
As montadoras de veículos registraram o melhor primeiro semestre da história do setor em vendas de veículos no mercado interno. Os números completos serão divulgados durante esta semana, mas o jornal Folha de São Paulo antecipou terça-feira que, de janeiro a junho, foi emplacado 1,082 milhões de carros, caminhões e ônibus, o que representou uma alta de 25,7% na comparação com o primeiro semestre de 2006.
O ranking das montadoras que mais vendem é capitaneado pela Fiat, com 265.658 unidades vendidas (24,5%), seguida pela Volkswagen, que vendeu 254.977 unidades (23,7% de participação) e, em terceiro lugar, aparece a GM, com 20,1% de participação. A Ford é a quarta colocação no ranking, com 11,6% do mercado.
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Piloto automático para carros da GM
05/07/2007
A Dalgas já testou e aprovou os novos kits de piloto automático que podem ser instalados em qualquer modelo da linha GM. Os kits específicos facilitam a instalação, tornando-a prática e rápida, evitando cortes na fiação original ou perda de garantia da fábrica.
Especificamente nos modelos Astra e Zafira, que saem de fábrica com toda a parte eletrônica instalada, o custo para finalização desta instalação é bem mais em conta.
Nos kits existem diversos tipos de comando disponíveis: no painel, no volante, coluna de direção além dos modelos de comando original que substituem a alavanca de seta, mantendo a estética do veículo.
A Dalgas recomenda o modelo de comando que melhor se adapta a cada veículo e através dele o usuário pode programar o piloto em qualquer velocidade acima de 35 km/h, conforme a sua preferência ou obedecendo à sinalização, cancelar, retornar, aumentar ou reduzir a velocidade programada, independentemente do veículo ser de câmbio manual ou automático, diesel, álcool, gás ou gasolina.
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Um caminhão para o trânsito urbano
04/07/2007
O Cargo 712, com peso bruto total de 7,7 toneladas, é o novo modelo da linha de caminhões Ford. Desenvolvido para atender o crescente setor de entregas e serviços urbanos, ele foi projetado com um foco central: o custo-benefício. É um caminhão de características compactas, visando à agilidade e comodidade no trânsito.
O novo Cargo 712 oferece duas opções de configuração. O modelo VUC – Veículo Urbano de Carga, com distância entre eixos de 2.800mm e comprimento máximo de 5.490mm, permite acesso ao centro das grandes cidades. A versão com entre eixos de 3.900mm e comprimento máximo de 7.010mm destina-se a aplicações que requerem maior capacidade volumétrica.
As dimensões compactas do veículo, com 2.109mm de largura, asseguram boa capacidade de manobra em espaços curtos, facilitada também pelo menor círculo de viragem (de 11,58m e 15,58m, nas duas versões). Ao mesmo tempo, seu balanço dianteiro mais curto, de 1.267mm, permite acomodar uma plataforma maior de carga.
O modelo tem motor Cummins B 3.9 Euro 3, mecânico, também utilizado no F-4000. Sua potência é de 120 cavalos com nível reduzido de emissões, dentro do padrão Conama P5/ Euro III. O conjunto motriz é equipado também com câmbio Eaton FSO-4405C de cinco marchas sincronizadas, de fácil operação, e eixo traseiro Dana 80, que garante o aproveitamento do torque e da potência do motor.
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Scania comemora 50 anos de Brasil
02/07/2007
Com mais de três mil pessoas, entre funcionários, convidados e autoridades, a Scania celebrou na manhã de hoje seus 50 anos de atividades no Brasil. O evento contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos ministros Miguel Jorge, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e Luiz Marinho, da Previdência.
José Carlos Moreira, funcionário mais antigo na Scania, na empresa há 43 anos, foi homenageado em nome de todos os colaboradores e entregou ao presidente uma miniatura de um caminhão L 111, símbolo desses 50 anos de história da montadora no País.
"O Brasil agradece a Scania por ter viajado milhas e milhas desde seu país para instalar sua fábrica aqui. E tenho certeza que a Scania também agradece ao trabalhador brasileiro, pois ele é um dos mais competentes do mundo", disse o presidente Lula.
"A decisão de vir para o Brasil provou-se acertada e o país tem sido, desde então, um dos maiores mercados para a Scania no mundo. Aqui, a Scania é o líder histórico das vendas de caminhões pesados, e o Brasil é também uma importante plataforma de exportação global", declarou Michel de Lambert, presidente da Scania para a América Latina.
Estabelecida no Brasil em 1957, a Scania já produziu mais de 240 mil veículos. A fábrica no Brasil faz parte do Sistema Global de Produção da Scania, atendendo, além do mercado doméstico, mais de 50 países. Este ano, a produção total da Scania deverá atingir sua capacidade instalada, de cerca de 20 mil unidades.
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