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| Notícias do mês de Junho / 2008 |
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R$ 28,8 mil é o preço do Novo Gol
30/06/2008
Lançamento mais aguardado pelo mercado brasileiro em 2008, o Novo Gol já está disponível nas concessionárias nas versões quatro portas 1.0 e 1.6, com a opção do módulo Trend, um pacote de equipamentos que destaca ainda mais o design do carro, e 1.6 Power. Os preços sugeridos para a Geração V do Gol começam a partir de R$ 28.890 para o modelo básico 1.0. O carro foi apresentado oficialmente à imprensa na manhã desta segunda-feira.
Os preços sugeridos para as outras versões são: 1.0 Trend - R$ 29.825; Novo Gol 1.6 - R$ 32.290; 1.6 Trend - R$ 33.235; e 1.6 Power R$ 36.420. O antigo modelo do Gol continuará sendo vendido como veículo de entrada.
A Volkswagen investiu R$ 1,2 bilhão em pesquisa e desenvolvimento, simulação virtual, ensaios destrutivos, testes de durabilidade, novas máquinas e sistemas de produção, e treinamento de pessoal do Novo Gol, que é produzido nas fábricas de Taubaté e São Bernardo do Campo, em São Paulo.
A empresa realizou uma grande campanha publicitária, que conta com as participações da modelo Gisele Bündchen e do ator Sylvester Stallone.
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Novo Gol passa por mudança radical
26/06/2008
A Volkswagen divulgou esta semana a primeira imagem oficial do Novo Gol, embora o seu lançamento oficial ocorra no domingo, dia 29 na fábrica da montadora em São Bernardo do Campo. Pela foto, a Volkswagen está fazendo uma mudança radical no design do veículo que há mais de 20 anos é líder de vendas no mercado brasileiro.
De acordo com a montadora, além do design bem diferente das versões anteriores, mais conforto e maior espaço interno, o Novo Gol terá novos detalhes de acabamento, motores e câmbio. “É um carro completamente novo, robusto, seguro, confiável e versátil como um Gol, mas numa nova plataforma e com muito mais tecnologia. O Novo Gol foi pensado para superar as expectativas de nossos clientes”, adianta o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall.
A rede de concessionárias está eufórica com o novo lançamento.
Algumas já programam eventos especiais para apresentar o novo Gol.
É o caso da Panambra, de Porto Alegre, que realiza um grande coquetel na próxima terça-feira, dia 1o, para apresentar o carro-chefe da Volkswagen ao mercado gaúcho.
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Kia lança no Brasil a minivan Carens
24/06/2008
A Kia Motors do Brasil iniciou a venda da minivan Carens. Com pouco mais de 4,5 metros a Carens foi desenvolvida observando a tendência de estilo europeu, e combinando o conceito de integração entre as principais características das minivans e dos utilitários esportivos. Sua versatilidade é uma de suas virtudes, e pode ser comprovada pela capacidade de acomodação de até sete pessoas confortavelmente. A qualidade de acabamento e a ampla relação de equipamentos de série são outros destaques da Kia Carens.
Sua comercialização no Brasil vem complementar a linha de veículos ofertados aos consumidores brasileiros, além de dar sustentação à nova imagem da Kia como fabricante de veículos de qualidade com alta tecnologia e excelente valor agregado. A Carens será comercializada com preços a partir de R$ 79,9 mil.
“Com a introdução da Carens ampliamos nossa linha no mercado brasileiro. Agora temos nove modelos, todos em segmentos diferentes para atender às mais diversas necessidades. Nossa nova minivan tem inúmeras qualidades para competir em seu nicho de mercado e certamente deixará seus proprietários muito felizes”, declarou José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil.
“Temos certeza de que a Carens será um sucesso de vendas para a Kia Motors do Brasil. Ela chega num momento positivo para a marca no país. Estamos comemorando as vendas de 12 meses em cinco. Exatamente, nos cinco primeiros meses de 2008 ultrapassamos em 51 unidades o volume comercializado em todo o ano de 2007. Esse resultado reforça nossa determinação para atingir os objetivos neste ano, não só o de ampliar a participação da Kia no mercado brasileiro, mas o de prestar cada vez mais excelência no atendimento aos consumidores brasileiros”, concluiu José Luiz Gandini.
O conjunto propulsor é um dos grandes destaques da Kia Carens. Equipado com motor a gasolina de 4 cilindros em linha, 2.0 litros de capacidade volumétrica e 16 válvulas, a minivan desenvolve 149 cavalos de potência. Força de sobra para deslocar os 1.597 kg de peso em ordem de marcha e permitir ao motorista uma condução de excelente performance. Aliás, entre os concorrentes disponíveis no mercado brasileiro a Carens apresenta o motor mais potente do segmento.
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Propostas inteligentes para o caos do trânsito
20/06/2008
Por Fernando Calmon
Especialistas em trânsito são freqüentemente consultados depois de os grandes congestionamentos, na maioria das capitais brasileiras, passarem a assuntos recorrentes na imprensa. Um desses especialistas, Celso Franco, foi o melhor diretor, em todos os tempos, do antigo Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro. Apesar de sua reconhecida competência, às vezes também é polêmico, como demonstra seu próprio livro de memórias – Eu na Contramão.
Articulado, Franco, 81 anos, não entende o automóvel como o inimigo a combater. Ele apresenta propostas inteligentes e viáveis a fim de amenizar as agruras diárias atrás do volante.
FC: Em vista das mazelas que infernizam a vida dos habitantes das grandes e até médias cidades em função do trânsito caótico, o que o senhor recomenda como decano dos especialistas?
CF: “No trato de qualquer problema técnico, a filosofia deve preceder a ciência”, sempre me ensinou o notável urbanista e arquiteto Raul Penna Firme. Vamos encontrar nos primórdios do “império do automóvel” como meio de transporte, as premissas filosóficas do homem que o popularizou, Henry Ford. Todo engenheiro de tráfego ou administrador de trânsito deveria ler a sua biografia. Ele disse, em 1912: “Eu construirei um carro a um preço tão barato, que qualquer trabalhador que receba um salário justo poderá adquiri-lo. Ele e sua família darão Graças ao Criador pela possibilidade de acesso aos imensos espaços verdes e livres da natureza”. Alguns anos depois, declarava: “Devo o sucesso do meu invento à preguiça e ao comodismo inerentes à criatura humana”.
Destas observações concluem-se duas coisas:
a) Ford não viabilizou o automóvel para ser usado como meio de transporte casa-trabalho-casa. Ninguém vai para o trabalho desfrutando os espaços verdes e livres da natureza. Aliás, difícil de imaginar uma cidade capaz de criar condições de circulação de tráfego confortável, para que toda a sua população pudesse ir trabalhar utilizando o carro e somente o proprietário.
b) Para retirar este hábito do ser humano, devem-se oferecer meios de transporte que satisfaçam o seu comodismo. Quando residi na Holanda, país com excelente sistema de transporte, só utilizava o meu carro para o lazer.
FC: Mas, houve uma época em que várias cidades construíram grandes obras viárias para acomodar, com conforto, a sua frota de veículos particulares...
CF: Sem dúvida, mas esta ilusão durou pouco tempo, até porque estas facilidades encorajam o aumento do tráfego individual. A cidade de Los Angeles criou espetacular malha de viadutos, vias expressas e elevadas a fim de que, orgulhosamente, os seus habitantes se locomovessem livremente em seus automóveis. Hoje é uma cidade engarrafada nas horas de pico.
As cidades brasileiras, com exceção apenas de Curitiba, foram postergando o aprimoramento do transporte público capaz de atender aos desejos dos usuários. Estão, assim, com enormes problemas de congestionamento.
O professor Bill Reinert declarou em recente entrevista à “Time”, enquanto observava da janela de seu escritório em Torrence, Califórnia, a congestionada Freeway 405: “Esta via é sem dúvida a mais congestionada do planeta. O custo das soluções para solucionar o problema de transportes é enorme, mas, o custo de nada fazer será bem maior”.
Os administradores, ao se surpreenderem com o progresso urbano, optaram pelo transporte no subsolo. Solução ótima, mas de custo elevadíssimo para os países pobres e remediados. Londres, que iniciou a construção de seu sistema subterrâneo em 1861, rendeu-se ao raciocínio de Henry Ford. Em 2003, o prefeito Ian Livingstone criou restrições ao uso do carro particular no centro comercial, instituindo uma taxa de congestionamento de 5 libras (R$ 18,00) por dia. No início muito criticado, hoje é aceito.
FC: Qual seria a solução possível e factível para minorar os problemas atuais, dado o alto custo de implantar o metrô?
CF: Esclareço que só trabalho com soluções de engenharia de tráfego, ou seja, tirar o máximo rendimento da malha viária existente. Costumo dizer que o engenheiro de tráfego é o cardiologista da cidade: luta contra os males da circulação viária. Concluí, em 1994, que o incentivo controlado eletronicamente ao transporte solidário, entre os donos de veículos, nas horas de pico, era a solução mais justa.
Somente há pouco, alertado pelos técnicos da American Bank Note, empresa que viabilizou tecnicamente o sistema que chamei de URV (Utilização Racional da Via), foi que atinei para a grande arrecadação de recursos. Assim, o projeto se autofinancia.
FC: E como este seu sistema irá gerar arrecadação capaz de fazê-lo auto-sustentável?
CF: De modo simples. Consiste no aluguel de um adesivo, contendo um chip colado por dentro do pára-brisa do veículo. Só se alugaria o adesivo em parceria com, pelo menos, uma pessoa proprietária de automóvel, além do dono do carro. Cada chip contém dados do motorista e do veículo. Todos os adesivos de um mesmo grupo de consorciados do “car pool” usam o mesmo número. Medidores eletrônicos nos acessos ao centro comercial podem ler os chips e ainda fotografar as placas dos veículos que não os possuam, ou que não sejam os primeiros a passar.
Mensalmente, os proprietários dos carros com adesivos pagarão uma taxa que lhes assegura usufruir os benefícios do sistema, sem serem multados por estarem contribuindo, viajando sozinhos nos horários de restrição, para a redução a menos da metade da velocidade máxima prevista para a via.
Nas horas em que vigorar o uso do sistema URV, só poderá passar um carro associado ao pool. Os demais deveriam pagar a taxa de congestionamento no valor diário de R$ 10,00, cinco vezes o preço do uso diário do chip, que seria de R$ 2,00. Considerando-se apenas dias úteis e horas de pico, teríamos uma renda mensal, por cada veículo, de 40 reais. Os dois milhões de veículos do Rio de Janeiro, por exemplo, significariam uma renda mensal de R$ 80 milhões ou R$ 960 milhões por ano.
Com os recursos gerados, seria possível instalar um sistema de controle dos semáforos, autocomandado pelo tráfego e gerenciado por computadores, otimizando, assim, a capacidade de escoamento do sistema viário, já aliviado pela URV. Não posso assegurar, mas acredito que tal volume de recursos colocaria o transporte público a preços baixíssimos (em alguns casos até gratuito).
Como incentivo a um número maior de participantes em cada grupo de consorciados do projeto URV, previmos prêmios em dinheiro. O sorteio semanal entre os possuidores de adesivos seria de 100, 200, 300 ou 400 mil reais, conforme os grupos se constituam de dois, três ou quatro proprietários.
Fico triste de ver São Paulo utilizando o sistema de rodízio por placa. Não rende nada, fora multas, e em teoria no máximo reduziria o volume de tráfego em 50%. Os que podem usam veículos com finais de placa diferentes. Minha idéia, além de gerar vultosa arrecadação a um custo para o motorista muito menor do que gasta em tempo perdido, combustível e estresse, ainda provoca uma redução do volume de tráfego que começa em 50% e pode atingir mais.
FC: Por que então os políticos não adotam a solução?
CF: Sinceramente, não sei. Talvez por capricho ou presunção, como se canta naquele famoso fado “Nem às Paredes Confesso”. É tão factível que mereceu o apoio de uma empresa da envergadura da American Bank Note. Como ilustração lembro que em 2005, na época natalina, aconteceu em Nova York uma greve de metrô e ônibus. O prefeito determinou que só entrassem em Manhattan veículos particulares ou táxis, com quatro passageiros. Graças a essa providência, não houve o monumental engarrafamento esperado. Reduziu o volume de carros em quase 50%. Na nossa proposta a garantia da presença dos donos de veículos é absoluta, controlada por sistema informatizado.
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Mercedes ML estréia motor a diesel
20/06/2008
Desde que fez sua estréia no mercado brasileiro, em 1998, Classe M impôs-se no mercado brasileiro como um utilitário-esportivo Premium atraente e versátil. Em sua nova geração, que desembarcou no Brasil em 2007, a ML trouxe uma mescla de superfícies fortemente contornadas, com destaque no pára-brisa inclinado e no formato abaulado dos pára-lamas. O resultado permitiu um importante avanço na questão aerodinâmica.
Mas é o novo motor movido a diesel V6, que celebra sua estréia no mercado brasileiro, que surge como grande atração desta versão. Ele oferece injeção common-rail de terceira geração, entregando 165 kW/ 224 cavalos. Apesar do vigor no desempenho, esse modelo diesel consome apenas 9,4 litros por 100 km, ou 10,6 km/l, no consumo combinado.
A transmissão automática de sete velocidades é equipamento de série da ML 320 CDI. O gerenciamento inteligente de marchas permite que a caixa faça um uso otimizado das reservas de potência do motor, mas também contribui decisivamente para a economia de combustível. Ela é operada eletronicamente através de uma alavanca de marchas posicionada próxima ao volante, um novo sistema que a Mercedes-Benz denomina Direct Select. Botões adicionais de mudança de marcha no volante permitem ao motorista operar as sete.
O conjunto de tração permanente nas quatro rodas (4ETS) incorpora funções adicionais como DSR (Regulagem de Velocidade em Descidas Íngremes), Assistência de Arrancada e sistema ABS Off-Road. A Classe M pode ser encomendada com duas diferentes versões do sistema de tração nas quatro rodas, permitindo atender exigências variadas para o fora de estrada: além da versão básica, o novo pacote de engenharia Off-Road Pro está também disponível. Ele permite que a Classe M domine até as mais difíceis rotas em terreno difícil, através de uma caixa de transferência de duas velocidades com uma relação off-road e das travas de diferenciais selecionáveis manual ou automaticamente (100%) entre o eixo dianteiro e o traseiro.
Os engenheiros da Mercedes também redesenvolveram a suspensão dianteira e traseira da Classe M: a suspensão dianteira de duplo triângulo, feitos em alumínio, auxilia na redução de ruídos em altas velocidades, exatamente por manter a geometria bastante neutra. O novo eixo traseiro tem um sistema de suspensão de quatro pontos de fixação, o que possibilita um efeito muito semelhante ao da dianteira. Rodas de alumínio de liga leve e largos pneus 255/50 19 enfatizam o pedigree esportivo da nova Classe M.
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VW fará leilão de Passat e Variant
20/06/2008
A Volkswagen irá leiloar no dia 24 de Junho, 60 veículos semi-novos que foram usados por seus gerentes e diretores. A ação faz parte de um extenso programa de renovação da frota de serviço da empresa buscando atingir compradores de todo o Brasil por meio de um leilão na web. Entre os lotes ofertados, destaque para o lote 16, composto por um Passat 2.0 FSI 4P, 2006/2007, e para o lote 24, que compõe um Passat Variant 2.0 FSI Turbo, 2006/2007. Ambos os lotes possuem lances iniciais de R$ 70 mil. Vale lembrar que os bens serão vendidos no estado em que se encontram e sem garantia. O encerramento do leilão acontece no dia 24 de Junho, às 11hrs e a utilização da internet no processo proporciona que interessados possam participar de imediato, oferecendo os lances por meio do site da Superbid (www.superbid.net), empresa contratada para promover o leilão.
As fotos e vídeos dos veículos, assim como informações detalhadas , estão disponíveis no mesmo site. Para fazer os lances, é necessário se cadastrar via internet e pedir habilitação para o leilão. Os interessados em conferir os ativos antes da compra deverão entrar em contato com a Central de Atendimento da Superbid Leilão Oficial, através do Tel/Fax: (11) 2163-7800 ou via e-mail: cac@superbid.net. Quem comparecer no auditório da Superbid no dia do fechamento do leilão para o pregão oficial, localizado à Alameda Lorena, 800, 2° andar, em São Paulo, disputará em tempo real com quem preferir dar lances via Internet.
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Ford Caminhões amplia a produção
18/06/2008
A Ford anunciou que, pela primeira vez, vai abrir o segundo turno de trabalho na produção de caminhões, na fábrica em São Bernardo do Campo, SP, a partir de janeiro de 2009. A medida trará uma ampliação de 46% no volume de produção da unidade e um aumento de 50% na sua força de trabalho, para atender o crescimento do mercado.
O ritmo de produção passará para 172 veículos por dia, como capacidade nominal, com amplo espaço para crescimento por meio do aumento da mão-de-obra. O investimento feito para viabilizar a ação é de R$ 36 milhões, adicionais aos R$300 milhões já anunciados no final do ano passado.
A Ford foi a primeira montadora a se instalar no Brasil e iniciou a produção local com caminhões. O F-600, seu primeiro caminhão nacional, lançado em 1957, foi um dos marcos da industrialização brasileira. Nesses 50 anos, a marca foi responsável por inúmeros avanços que tornaram os caminhões mais eficientes, econômicos e seguros. Nos anos 80, lançou os caminhões Cargo, que junto com a Série F, hoje, compõem uma das linhas mais completas do mercado.
"A abertura do segundo turno na fábrica de caminhões é mais uma conquista histórica da Ford no Brasil. Esse investimento mostra a nossa confiança no crescimento sustentável do mercado sul-americano e, particularmente no Brasil, que se tornou possível com a estabilidade econômica e outras condições positivas, como a queda nas taxas de juros, a maior oferta de crédito por parte do BNDES, o Plano de Aceleração do Crescimento, a nova Política Industrial e outras medidas de incentivo ao mercado interno adotadas pelo Governo Federal”, afirma Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil e Mercosul.
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GM Corvette pode chegar a 330 km/h
18/06/2008
A General Motors divulgou esta semana os detalhes do Corvette mais rápido já produzido. Com velocidade máxima de 330 km/h, o ZR1 custará US$ 103,3 mil no mercado americano.
O Corvette ZR1 possui um motor LS9 de 6,2 l e faz de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos e de 0 a 160 km/h em sete segundos. "Uma relação de peso e potência favorável dá ao ZR1 uma vantagem", disse Tom Wallace, chefe de engenharia do Corvette.
Segundo a GM, o esportivo também se destaca entre os concorrentes por sua maior economia de combustível. O ZR1 percorre 5 km por litro de combustível na cidade e 8 km por litro na estrada, enquanto a Ferrari 599 GTB Fiorano, por exemplo, faz 4,4 km/l na cidade e 6,3 km/l na estrada.
O novo Corvette possui os mesmos itens de série do Z06, incluindo assentos e outros componentes mais leves. Já o pacote de opcionais oferece bancos esportivos em couro aquecidos, air bags laterais, sistema de navegação, Bluetooth e rodas cromadas.
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Mercado de SUVs cresce 59% no país
17/06/2008
Um dos segmentos de veículos automotores que mais cresceram, nos primeiros cinco meses do ano, foi o de SUVs - Sport Utility Vehicle. Foram emplacados 55.675 SUVs em 2008 contra 35.062 unidades no ano passado, um aumento de 59%.
Embora em números absolutos não sejam significativos, os veículos MPV - Multi-Proposal Vehicle também obtiveram alta. Foram 507 unidades, em 2008, ante aos 203 de 2007, o que representa um crescimento de 79%.
Na contrapartida, o segmento de peruas amargou queda de 7%. Foram emplacadas 34.507 peruas nos primeiros cinco meses deste ano, contra 36.995 em igual período do ano passado.
Segundo análise do diretor de Vendas e Marketing da Jato do Brasil, Luiz Carlos Augusto, "o segmento de SUVs vem apresentando uma série de inovações tecnológicas e, diante da forte concorrência, seus preços têm caído. Com isso, mesmo com preços finais superiores aos das peruas, os consumidores têm preferido investir em uma categoria de veículos automotores acima das peruas, que não têm apresentado novidades"
De janeiro a maio, foram emplacados no mercado brasileiro 1.059.367 veículos, 13,04% mais em relação a igual período de 2007, quando foram registradas 812.830 unidades.
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Nova versão deixa Audi Q7 mais barato
17/06/2008
Está chegando ao mercado brasileiro o Audi Q7 3.6 FSI quattro, que combina esportividade com tecnologia sofisticada. O utilitário esportivo alemão, já comercializado no Brasil na versão 4.2 FSI quattro, chega com mais uma opção de motorização: um propulsor de 3,6 litros, V6 com duplo comando de válvulas variáveis no cabeçote, com 24 válvulas (quatro por cilindro) e injeção eletrônica estratificada (FSI).
Com potência máxima de 284 cavalos, o motor V6 leva o Audi Q7 a 225 km/hora. Se o modelo for equipado com suspensão adaptável a ar (equipamento opcional), esta máxima pode chegar a 230 km/hora.
O motor V6 é excepcionalmente compacto, com ângulo entre cilindros de 10.6 graus. As válvulas são acionadas por sistema de baixo atrito com ajuste hidráulico. O sistema de admissão e exaustão é continuamente ajustado para reduzir emissões e otimizar o consumo de combustível. O motor V6 utiliza a tecnologia FSI, injeção direta estratificada de combustível, desenvolvida pela Audi para garantir desempenho e eficiência para seus modelos. O novo Audi Q7 3.6 FSI chega ao Brasil com preço a partir de R$ 278 mil (R$ 71 mil menos que a versão 4.2).
O Audi Q7 é equipado com a última geração do sistema ESP (Programa Eletrônico de Estabilidade), que inclui o sistema de freios ABS com anti-travamento e também o EBD (Electronic Brake Force Distribution), programa que distribui a força de frenagem eletronicamente.
O modelo tem também uma função que mantém a velocidade constante e lenta, em situações de off-road, no caso de descidas acentuadas (hill descent assist), para que o motorista se concentre na dirigibilidade. O sistema de estabilização (anti-capotamento) intervém durante manobras extremas, que poderiam causar o tombamento, e faz as correções necessárias nas frenagens. No caso de reboque de trailers de até 3.500 quilos, o Audi Q7 tem ainda uma função de segurança que transmite mais estabilidade ao conjunto veículo-trailer.
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Versão 4x2 impulsiona vendas do CR-V
09/06/2008
Uma das estratégias da Honda Automóveis para 2008 é ampliar sua participação no concorrido segmento de crossovers no Brasil. Para isso, passou a importar o Honda CR-V do México e, como novidade, trouxe uma versão mais acessível. Poucos meses depois, a Honda vê que a aposta foi acertada. No fechamento de maio, cresceu sua participação entre os utilitários urbanos, principalmente graças à boa aceitação da versão LX 2WD (4x2).
Em apenas três meses, foram emplacadas 1.002 unidades somente dessa versão. O crescimento das vendas do modelo de entrada da linha CR-V vem sendo constante. Em março, mês de lançamento no mercado nacional, 151 unidades foram emplacadas. No mês seguinte, outras 366 unidades. Em maio, sua melhor participação: 485 unidades.
Esse número, somado às 748 unidades emplacadas da versão EXL (4x4) - que teve seu preço reduzido em comparação com o modelo comercializado em 2007-, deixam a Honda Automóveis próxima de ultrapassar o total comercializado em todo o ano passado (1.864 unidades). Para 2008, a empresa planeja vender 9 mil unidades do Honda CR-V, sendo 6.500 unidades da versão LX 2WD.
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VW chama 511 mil para recall do Fox
05/06/2008
A Volkswagen iniciou esta semana o recall de todos os modelos Fox, CrossFox e Spacefox já produzidos no Brasil. A montadora entrou em acordo com o Ministério da Justiça, Ministérios Públicos de Bahia, Santa Catarina e São Paulo e o Procon-SP e aperfeiçoará o sistema de ampliação do porta-malas do veículo. No total, serão chamados 511 mil proprietários dos modelos.
De acordo com o comunicado da Volks, serão instalados novos componentes ao mecanismo, novas etiquetas de orientação e informativos impressos sobre como fazer o processo. O recall acontece em virtude de alguns proprietários do modelo Fox terem entrado em contato com a montadora alegando terem sofrido graves ferimentos ao tentar ampliar o espaço do porta-malas abaixando o encosto do banco traseiro. O problema foi ampliado depois que a revista Época publicou reportagem sobre o assunto.
A partir desta terça, a empresa envia cartas aos proprietários do veículo avisando sobre o processo. Informes na TV, rádio e jornais também serão veiculados por 15 dias. A Volks disponibiliza o telefone 0800-019-8866 e o site www.vw.com.br/bancodofox para maiores informações.
Segundo a montadora, o tempo para instalação dos novos componentes deve ser de uma hora. Os proprietários do Fox precisam ligar para uma concessionária e agendar o serviço.
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De grão em grão
05/06/2008
Por Fernando Calmon
Independentemente das discussões apaixonadas sobre o aumento da temperatura do planeta, há um grande esforço mundial para limitar as emissões de gás carbônico (CO2), um daqueles que, em excesso, colaboram para o aquecimento da atmosfera. Esse gás não é poluente tóxico, como outros que saem pelo escapamento dos veículos. Pelo contrário, tem importância vital para a vida na Terra. Sem ele não existiria a fotossíntese que faz crescer as plantas. Estas capturam o gás carbônico, sempre presente no ar, e devolvem oxigênio. Daí a importância do reflorestamento e o controle do desmatamento.
O CO2 também se forma como subproduto da combustão – de gasolina, diesel ou álcool – e está ligado de forma direta ao consumo de qualquer combustível, de origem fóssil ou renovável. Simplificando, quanto menos um motor de carro, caminhão, ônibus, trem, navio ou avião gastar combustível, menos emitirá gás carbônico. Economia, portanto, tem sido motivo de alvoroço nos departamentos de engenharia de fabricantes de veículos e fornecedores.
Otimizar o que já existe surge entre as prioridades. Afinal, essa onda na direção da eficiência precisa permanecer no campo da viabilidade econômica. Inevitável, o aumento dos custos deverá ser repassado ao preço final do carro. Daí o esforço para caminhar a passos curtos e firmes, com pequenos ganhos em diferentes componentes, mas que somados chegam a um bom resultado.
Se a eletrônica motivou grande avanços, especialistas em peças mecânicas também demonstram sua eficiência. É o caso do grupo alemão Schaeffler que foca sua atuação no trem de força (motor e transmissão) e chassi, trabalhando para diminuir atrito, temperatura e peso. Com grande experiência em rolamentos (INA e FAG) e componentes de caixas de câmbio e embreagem (LuK), tem alcançado sucesso na luta para diminuir o consumo. A estratégia centra-se no mote pequenas mudanças, grandes impactos, em especial quando se somam.
A INA propõe um trem de válvulas de admissão e escape totalmente variável, árvores de comando com variador de fase eletromecânico e redução de massa das árvores balanceadoras. Revestimento de superfície com menos atrito para tuchos proporciona ganhos em baixas rotações, típicas do uso em trânsito urbano. Há tendência também de introdução de rolamentos no lugar de casquilhos nas árvores de comando que, isoladamente, significa 0,5% de economia de combustível. Porém, já se planeja árvore de manivela roletada (como nos motores de competição), o que adicionaria no mínimo mais 1% ou 2% de economia.
A substituição de rolamentos cônicos por uma carreira de quatros pistas de rolamentos esféricos angulares nos cubos de rodas de picapes e utilitários acrescenta, pela diminuição de atrito, 1,5% de poupança de combustível, assegura a FAG. A mesma técnica pode ser aplicada em pinhões de diferencial traseiro. A LuK aposta na caixa de câmbio manual automatizada de duplo acoplamento, com sua rapidez de troca e menos perdas mecânicas, além de aperfeiçoamentos nos conversores de torque em caixas automáticas convencionais.
Em resumo, tudo remete ao velho ditado: “De grão em grão, a galinha enche o papo”. Simples assim.
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10ª Transpo-Sul é atração em julho
04/06/2008
Porto Alegre se prepara para receber mais uma edição do maior evento direcionado aos mercados de transporte e logística do Sul do País. A 10ª Transpo-Sul acontece de 08 a 11 de julho no Centro de Eventos FIERGS com entrada franca e horário de visitação das 14 às 21h. O evento é promovido pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul – SETCERGS em parceria com a Federação das Empresas de Transporte de Carga no Estado do Rio Grande do Sul – FETRANSUL.
Realizado em um espaço diferenciado de 14 mil m², a Transpo-Sul é uma feira e congresso de transporte e logística visando realizar negócios e gerar crescimento. Contando com 88% do espaço comercializado, o evento vêm a cada dia conquistando novos expositores. Estão confirmadas no evento as mais renomadas marcas mundiais de caminhões e grandes fornecedores nacionais no ramo de implementos rodoviários, fabricantes de pneus, distribuidores de combustíveis, entre outros. Também serão exibidas as mais avançadas tecnologias de comunicação veicular, monitoramento de caminhões por satélites e softwares de gestão de transporte, além de operadoras de seguros, serviços de segurança do transporte e de instituições financeiras.
A Transpo-Sul também oferece uma extensa programação de palestras com visão multisetorial abrangendo temas estratégicos para os segmentos de transporte de cargas, passageiros, autônomos e logística com renomados especialistas, técnicos e representantes de organizações.
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VW Caminhões e Ônibus bate recorde
04/06/2008
A Volkswagen Caminhões e Ônibus acaba de bater um novo recorde histórico de vendas no mercado doméstico. Foram 3.980 unidades faturadas no atacado em maio, sendo 2.956 caminhões e um número inédito de chassis para ônibus: 1.024 unidades. No segmento de caminhões acima de cinco toneladas de peso bruto total, a marca segue na liderança em vendas, com 14.705 veículos comercializados e 31% de participação de janeiro a maio deste ano. Já os ônibus Volksbus totalizam 3.554 unidades e 28% das vendas totais no mesmo período.
“Atributos dos produtos Volkswagen, como robustez e economia no consumo, conquistaram a preferência do frotista brasileiro. Porém os esforços de todos os envolvidos na produção e venda fizeram a diferença em maio. Parabenizo a todos pelo empenho, que precisa manter-se em alta nos próximos meses, a fim de atendermos a todas as encomendas”, diz Roberto Cortes.
As vendas seguem aquecidas: em 2008, a Volkswagen Caminhões e Ônibus comercializou no mercado doméstico 42% mais caminhões e 16% mais ônibus em relação ao mesmo período do ano anterior. No Brasil, a marca oferece 29 modelos de caminhões das linhas Delivery, Worker e Constellation, além de oito diferentes chassis de ônibus Volksbus. Todos fabricados em Resende (RJ), cuja linha de montagem emprega 4 mil colaboradores e produziu 47 mil unidades em 2007.
Há quase 12 anos, a fábrica de Resende emprega o exclusivo processo produtivo do Consórcio Modular, no qual oito empresas são parceiras da Volkswagen Caminhões e Ônibus na montagem de seus produtos: Maxion (chassi), Arvin Meritor (eixos e suspensão), Remon (rodas e pneus), Powertrain (motores), AKC (montagem de cabines), Carese (pintura) e Continental (acabamento de cabines). O consórcio foi um dos fatores que levaram a montadora à liderança brasileira em vendas de caminhões por cinco anos consecutivos.
“Também mantemos nossos planos de internacionalização, com linhas de montagem em Puebla, no México, desde outubro de 2004, e em Port Elizabeth, na África do Sul, desde outubro de 2005. Mesmo enfrentando o desafio do real valorizado frente ao dólar, estamos presentes em mais de 30 países da América Latina, da África e do Oriente Médio”, diz o executivo.
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Porsche: os 60 anos de um ícone
04/06/2008
A Porsche está comemorando aniversário. Exatamente 60 anos atrás, foi fundada uma empresa industrial familiar, que partiu de origens modestas e é hoje um dos mais importantes fabricantes de automóveis esportivos do mundo − algo inimaginável naquela época.
O dia 8 de junho de 1948 marca o início de um novo capítulo na história do automóvel. Nesse dia, o primeiro Porsche recebeu sua aprovação oficial e homologação para uso nas estradas. “Tudo começou quando eu comecei a procurar e não conseguia encontrar o carro dos meus sonhos. Então, eu mesmo decidi construí-lo”, disse Ferry Porsche. Até hoje, este gênio e espírito pioneiro vem moldando a filosofia da empresa.
Nestas seis décadas de existência, a Porsche passou por picos e também por declínios. No entanto, graças a métodos de produção eficientes, apresentação diferenciada da marca e modelos inovadores como o 959, o 911, o Boxster e o Cayenne, o especialista em carros esportivos que começou como uma pequena empresa rapidamente se transformou em um dos fabricantes de maior sucesso e com maior lucratividade no mundo.
“Hoje, a Porsche tem muita força. Temos a linha de modelos de veículos mais ampla e mais atraente da história da empresa. Temos custos e processos sob controle, assegurando dessa forma nossa independência durante muito tempo. Sempre nos consideramos o Davi que tem de enfrentar os Golias desta indústria. Esta auto-imagem tem nos moldado no decorrer dos anos, mas também foi o que nos trouxe sucesso”, explica o Presidente da Porsche, Dr. Wendelin Wiedeking.
Quando Wiedeking assumiu a administração da empresa, em 1992, a Porsche tinha alcançado o pico da maior crise econômica de sua história. A empresa estava no limiar de perder seu bem mais importante: a independência. A Porsche estava pronta para ser assumida por outra empresa e isto precisava ser sanado imediatamente. As famílias acionistas, Porsche e Piëch, deu à diretoria da empresa o apoio necessário, e a saída gloriosa foi a criação da linha Boxter.
Nesses 60 anos, a Porsche trabalhou muito para alcançar esta imagem especial, tanto através de variadas inovações como, em particular, em relação à área de proteção ambiental. Os engenheiros da Porsche nunca estão satisfeitos em apenas cumprir as leis ambientais aprovadas pelos legisladores: eles sempre tiveram como objetivo fazer mais que o exigido. Os veículos da Porsche devem também ser considerados exemplos a serem seguidos no que diz respeito à proteção ambiental. Já no ano de 1966, o primeiro teste de emissões autorizado na Europa foi realizado usando-se um 911.
A Porsche desenvolve novas tecnologias não apenas para melhorar as características de direção dos veículos, mas também para continuamente aperfeiçoar os carros em relação à sustentabilidade ambiental. Nos últimos 15 anos, a Porsche obteve sucesso nas iniciativas de redução de consumo de combustível por seus novos veículos, com a conseqüente redução das emissões de CO2, em 1,7 por cento em média, todos os anos. Com relação ao desempenho do motor, a Porsche atualmente se encontra entre os fabricantes com menor número de emissões de CO2. Além disso, até o ano de 2012, o consumo de combustível dos veículos Porsche terá uma redução da ordem de 20%. Novas tecnologias inovadoras do motor e a direção híbrida para o Cayenne e o Panamera farão com que isso seja possível.
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VW vendeu 3980 caminhões e ônibus
04/06/2008
A Volkswagen Caminhões e Ônibus acaba de bater um novo recorde histórico de vendas no mercado doméstico. Foram 3.980 unidades faturadas no atacado em maio, sendo 2.956 caminhões e um número inédito de chassis para ônibus: 1.024 unidades. No segmento de caminhões acima de cinco toneladas de peso bruto total, a marca segue na liderança em vendas, com 14.705 veículos comercializados e 31% de participação de janeiro a maio deste ano. Já os ônibus Volksbus totalizam 3.554 unidades e 28% das vendas totais no mesmo período.
“Atributos dos produtos Volkswagen, como robustez e economia no consumo, conquistaram a preferência do frotista brasileiro. Porém os esforços de todos os envolvidos na produção e venda fizeram a diferença em maio. Parabenizo a todos pelo empenho, que precisa manter-se em alta nos próximos meses, a fim de atendermos a todas as encomendas”, diz Roberto Cortes.
As vendas seguem aquecidas: em 2008, a Volkswagen Caminhões e Ônibus comercializou no mercado doméstico 42% mais caminhões e 16% mais ônibus em relação ao mesmo período do ano anterior. No Brasil, a marca oferece 29 modelos de caminhões das linhas Delivery, Worker e Constellation, além de oito diferentes chassis de ônibus Volksbus. Todos fabricados em Resende (RJ), cuja linha de montagem emprega 4 mil colaboradores e produziu 47 mil unidades em 2007.
Há quase 12 anos, a fábrica de Resende emprega o exclusivo processo produtivo do Consórcio Modular, no qual oito empresas são parceiras da Volkswagen Caminhões e Ônibus na montagem de seus produtos: Maxion (chassi), Arvin Meritor (eixos e suspensão), Remon (rodas e pneus), Powertrain (motores), AKC (montagem de cabines), Carese (pintura) e Continental (acabamento de cabines). O consórcio foi um dos fatores que levaram a montadora à liderança brasileira em vendas de caminhões por cinco anos consecutivos.
“Também mantemos nossos planos de internacionalização, com linhas de montagem em Puebla, no México, desde outubro de 2004, e em Port Elizabeth, na África do Sul, desde outubro de 2005. Mesmo enfrentando o desafio do real valorizado frente ao dólar, estamos presentes em mais de 30 países da América Latina, da África e do Oriente Médio”, diz o executivo.
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10ª Transpo-Sul é atração em julho
04/06/2008
Porto Alegre se prepara para receber mais uma edição do maior evento direcionado aos mercados de transporte e logística do Sul do País. A 10ª Transpo-Sul acontece de 08 a 11 de julho no Centro de Eventos FIERGS com entrada franca e horário de visitação das 14 às 21h. O evento é promovido pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul – SETCERGS em parceria com a Federação das Empresas de Transporte de Carga no Estado do Rio Grande do Sul – FETRANSUL.
Realizado em um espaço diferenciado de 14 mil m², a Transpo-Sul é uma feira e congresso de transporte e logística visando realizar negócios e gerar crescimento. Contando com 88% do espaço comercializado, o evento vêm a cada dia conquistando novos expositores. Estão confirmadas no evento as mais renomadas marcas mundiais de caminhões e grandes fornecedores nacionais no ramo de implementos rodoviários, fabricantes de pneus, distribuidores de combustíveis, entre outros. Também serão exibidas as mais avançadas tecnologias de comunicação veicular, monitoramento de caminhões por satélites e softwares de gestão de transporte, além de operadoras de seguros, serviços de segurança do transporte e de instituições financeiras.
A Transpo-Sul também oferece uma extensa programação de palestras com visão multisetorial abrangendo temas estratégicos para os segmentos de transporte de cargas, passageiros, autônomos e logística com renomados especialistas, técnicos e representantes de organizações.
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