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| Notícias do mês de Março / 2009 |
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À Caça de Ruídos
27/03/2009
Por Fernando Calmon
Um dos grandes progressos na engenharia automobilística dos últimos anos tem ocorrido no nível de conforto a bordo. Essa é uma exigência de todos os tempos e, mais ainda, hoje. Um motorista precisa se cansar cada vez menos ao volante para enfrentar as tensões diárias do trânsito ou as longas viagens rodoviárias. Essa preocupação levou, inclusive, a se acrescentar, além da segurança ativa (evita acidentes) e passiva (diminui as conseqüências), o novo conceito de segurança preditiva: estuda itens de conveniência e conforto de forma a quem está ao volante tenha tranqüilidade e prazer no ato de dirigir.
Os centros de pesquisas concluíram que se trata de uma preocupação indispensável no projeto de um veículo. O interesse passa por vários campos a explorar, desde a boa climatização (fria e quente) até os sofisticados sistemas de entretenimento. Criou-se, entre outras, uma sigla em inglês para deixar os engenheiros de cabelo em pé: NVH (Noise, Vibration and Harshness ou Ruído, Vibração e Aspereza). Frequentemente os três problemas se entrelaçam e concentram um imaginável potencial de distração e cansaço, sendo responsáveis por acidentes às vezes fatais.
Os marqueteiros também consideram que um carro mais silencioso passa a sensação de qualidade diferenciada almejada pelos fabricantes. Os especialistas se debruçaram sobre o problema e caçam fontes de ruído e vibração por todo o carro. Nada escapou, nem mesmo o para-brisa, por estranho que pareça.
É fácil entender por quê. O motor gera vibrações em baixas frequências que são percebidas através do ruído, sem contar o de fonte aerodinâmica, em alta frequência, causado pelo vento e o automóvel em movimento. Todo vidro transmite ruídos, tantos os laterais como o próprio para-brisa. Este acirra o problema, pois é colado à superfície da carroceria. Daí surgiu a ideia do para-brisa acústico, desenvolvido pela Saint-Gobain, a fim de atenuar o nível de ruído no habitáculo.
Todos os para-brisas originais são laminados, ou seja, formados por duas camadas de vidro e uma intermediária de plástico translúcido. As pesquisas levaram a uma nova geração do plástico PVB (polivinil butiral) com características antirruído. A espessura se manteve e, assim, a tecnologia pode ser aplicada nas peças em produção, sem modificações no projeto do veículo. Outra boa vantagem é manter a eficácia em relação às fontes de baixa e alta frequência, sem aumentar o peso do para-brisa.
Contra ruído de vento o ganho chega a nada desprezíveis 5 dB (A) de pressão sonora. Também se mostrou eficiente ao longo de toda a gama de regime do motor, em especial no nível máximo de rotações em propulsores de ciclo Otto (álcool ou gasolina). Uma qualidade também apreciada pelos projetistas é a possibilidade de redução da espessura do para-brisa – para diminuir seu peso –, conservando o conforto acústico.
O grau de comunicação a bordo melhora sensivelmente, seja para conversação (tecnicamente, índice de articulação), curtir o sistema de áudio ou utilizar o recurso de viva-voz dos telefones celulares. Um dos primeiros modelos a adotar o para-brisa acústico é o novo Volkswagen Golf, sexta geração, lançado na Europa no segundo semestre de 2008.
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Smart começa a ser vendido no Brasil
26/03/2009
Consagrado na Europa por sua praticidade, o Smart está chegando ao Brasil através da concessionária Smart Center Jardins, localizada na avenida Europa, em São Paulo. A operação será aberta ainda na primeira quinzena de abril.
Para Philipp Schiemer, vice-presidente de Vendas da Mercedes-Benz do Brasil, empresa responsável pela importação de smart ao País, “a abertura do primeiro ponto de venda smart em um ponto privilegiado da cidade de São Paulo deve ajudar no posicionamento da marca, que tem uma proposta diferenciada de outras marcas de automóveis do País”.
As primeiras unidades de smart já estarão disponíveis para venda assim que a revenda for inaugurada. O fortwo estreará por R$ 57,9 mil (Coupé) e R$ 64,9 mil (Cabrio). “Conseguimos cumprir nossa previsão de preços anunciada no último Salão do Automóvel”, destaca Schiemer.
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A avaliação dos carros pelos mecânicos
23/03/2009
O Fiat Uno é o veículo popular mais recomendado por mecânicos independentes aos seus clientes, com índice de 21,7%, seguido pelo Volkswagen Gol, com 20,8% e Fiat Palio, com 14,4%. Esse é um dos resultados da pesquisa, feita pelo Grupo Germinal, com 1,2 mil profissionais de reparação automotiva em todo o Brasil, que leva em consideração a relação custo e benefício, a qualidade mecânica dos automóveis e também a durabilidade das peças. A pesquisa Melhor Carro/Imagem das Montadoras, é feita anualmente e divulgada pela CINAU – Central de Inteligência Automotiva, divisão do Grupo Germinal, que atua no segmento de marketing direto, e está dividida em sete categorias classificadas por tipo de veículo e motorização.
Quando questionados se recomendam algum carro aos seus clientes, 88,6% responderam que sim, na pesquisa feita durante o mês de janeiro de 2009. Para os mecânicos, o “carro dos sonhos” para a reparação automotiva é o Chevrolet Vectra, seguido pelo Honda Civic e Volkswagen Golf. Segundo eles, o critério para o “carro dos sonhos” é a durabilidade e facilidade de se encontrar peças de reposição. A pesquisa também indica um crescimento gradual da presença de veículos das montadoras francesas e japonesas nas oficinas independentes, pois já aparecem com mais expressão na pesquisa. Honda, Toyota, Citroën, Peugeot e Hyundai já figuram entre os citados nos resultados.
Entre os veículos médios, com motorização que varia entre 2,0 e 2,4 litros, o Chevrolet Vectra é também o líder de recomendação, seguido pelo Astra.
Nos veículos com motorização acima de 2,5 litros se destacam dois modelos Chevrolet; Omega e Blazer na primeira e segunda colocações, respectivamente. Em terceiro lugar, está o Volkswagen Jetta, que sucedeu o Passat citado nas pesquisas anteriores.
Entre as picapes a Fiat Strada é a leve mais recomendada pelos mecânicos independentes. Em segundo lugar está a veterana Volkswagen Saveiro, seguida em terceiro lugar pela Chevrolet Montana.
No segmento superior das picapes pesadas, a S10 lidera o ranking seguida pela Ford F250 Ranger, Toyota Hilux e Dodge Dakota. Segundo os mecânicos os critérios para escolher a melhor picape é principalmente a robustez do seu conjunto mecânico, item decisivo na compra de um ou outro modelo disponível no mercado.
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Você usa faróis de 'milha'ou neblina?
16/03/2009
Muitos proprietários de veículos acreditam que os faróis auxiliares de neblina e milha são os mesmos ou têm a mesma função, mas não. Lázaro Moraes, desenhista industrial e coordenador de desenvolvimento de produtos da Nino Faróis explica, primeiramente o equívoco na nomenclatura. “No Brasil, usamos como medida de distância quilômetro e não milha, portanto o nome correto do acessório é farol de longo alcance”. Outra, e principal diferença, é o uso. Farol de neblina ilumina para baixo e próximo ao veículo e o de longo alcance para frente e longas distâncias.
Outra grande confusão entre os donos de carros no Brasil é a acreditar que os faróis embutidos no para-choque do automóvel são de longo alcance. A maioria dos automóveis fabricados no Brasil, especialmente aqueles que já saem da montadora com o acessório, possuem apenas o farol auxiliar de neblina instalado a cerca de 40 centímetros do chão. Já o farol de longo alcance, raramente vem de fábrica, e fica localizado junto com os faróis principais, às vezes no mesmo bloco óptico ou, no caso das off-roads, junto com o acessório quebra-mato e, eventualmente, nas pick-ups no Santo Antônio.
Moraes alerta para dois fatores importantes na iluminação automotiva e no uso de faróis auxiliares, “os auxiliares só devem ser utilizados quando realmente for necessário. Se a via estiver iluminada ou se não houver neblina, a iluminação adequada é com os faróis principais que sempre devem estar bem regulados”, alerta Moraes. Caso o motorista deseje instalar o farol de longo alcance, é importante lembrar que ele só deve ser utilizado junto com o facho alto e em vias com pouca ou sem nenhuma iluminação.
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Novo Peugeot 407 sai por R$ 82,9 mil
13/03/2009
O novo Peugeot 407, que em outubro de 2008 foi apresentado ao público brasileiro no Salão do Automóvel de São Paulo, começa a chegar às concessionárias da Marca no fim deste mês. Com nova identidade visual e equipado com o Kit Mãos Livres com sistema Bluetooth desde a versão de entrada Allure, com motor 2.0, o 407 Sedan chega ao Brasil custando a partir de R$ 82,9 mil. Em função do modelo atualizado, as unidades anteriores ainda presentes nas revendas da Marca serão comercializadas pelo preço promocional de R$ 75,9 mil.
Na dianteira, a entrada de ar dos novos 407 Sedan e SW apresenta um novo design, marcado por uma grade composta por uma tripla fileira de barras horizontais e verticais, todas elas cromadas. Com elegância e distinção, é complementada por um fino friso também cromado. A traseira do Sedan, com volumes e design reformulados, recebe uma tira de proteção com um filete cromado. Alteradas, as lanternas contribuem em originalidade, com uma máscara vermelho-rubi e tratamento branco-cristal na parte reservada à luz de ré e às setas de direção. Já no 407 SW, a traseira introduz uma nítida evolução de estilo. Com curvatura mais pronunciada, redesenhando o porta-malas e incorporando os elementos de proteção com frisos cromados. As novas lanternas são dotadas de um efeito diodo pronunciado na parte superior, alongada.
A versão Allure é equipada com motor 2.0 a gasolina, que desenvolve 143 cavalos de potência, e recebe transmissão automática seqüencial de quatro marchas. Também disponível nas carrocerias Sedan e SW, na versão com o propulsor 3.0 V6 (Feline para SW e Griffe no Sedan), o motor desenvolve 211 cavalos de potência. Ambos são equipados com câmbio automático sequencial de seis marchas.
Os modelos disponibilizam bancos com revestimento em couro e assentos dianteiros com ajuste elétrico e aquecimento, ar-condicionado automático digital Bi-zone, espelho interno eletrocromático, roda em liga leve de 17 polegadas para SW e de 18 polegadas para o Sedan, disqueteira para seis CDs e faróis de Xenon.
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Uma versão compacta da Range Rover
12/03/2009
O governo do Reino Unido confirmou que oferecerá um subsídio de até 27 milhões de libras para que a Land Rover produza um novo modelo de automóvel. A empresa decidirá até o final do ano se desenvolverá esse projeto em sua prestigiada fábrica localizada na cidade de Halewood. O veículo seria desenvolvido nos moldes do aclamado conceito LRX, apresentado pela primeira vez no Salão de Detroit do ano passado, e seria o menor, o mais leve e o mais eficiente modelo já produzido pela Land Rover.
"O suporte financeiro do governo é muito bem-vindo e representa um incentivo para nossas produções futuras," explica Phil Popham, diretor da Land Rover. O subsídio oferecido pelo governo é de grande importância para o projeto que tem um custo total de 400 milhões de libras. Vale ressaltar que esse subsídio não faz parte do pacote de ajuda financeira que o governo preparou para o setor automotivo inglês.
Embora ainda exista uma série de etapas e aprovações para que o projeto seja aprovado, a Land Rover afirma que esse novo modelo faria parte da linha Range Rover, a mais luxuosa da marca. “Nosso estudo de viabilidade mostrou que podemos oferecer ao mercado os mesmos níveis de qualidade, dirigibilidade e performance de um Range Rover em um pacote mais compacto e sustentável. E os resultados da mais extensa pesquisa já realizada com nossos consumidores confirmam nossa crença de que a produção de uma versão do conceito LRX tornaria a marca Land Rover ainda mais desejável e corresponderia a todas as nossas expectativas", afirma Popham.
Ainda segundo o executivo, um modelo compacto, mais leve e sustentável baseado nas tecnologias do conceito LRX mostra que a Land Rover está em sintonia com as necessidades de um mundo em evolução. “Apesar dos atuais desafios econômicos, nós continuamos com o compromisso de investir no futuro, de continuar a oferecer aos nossos clientes veículos que são referência no mercado, com a gama de habilidades e tecnologias exclusivas pela qual somos mundialmente reconhecidos”, exalta Popham.
O novo Range Rover alcançaria excelentes níveis de refinamento e introduziria novas opções de motores, o que representaria um grande passo na implementação das tecnologias e-terrain da Land Rover. Isso permitiria a empresa ultrapassar sua meta de reduzir suas emissões de CO2.
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Kia mostra novo conceito em Genebra
05/03/2009
O novo carro conceito da Kia, denominado No 3, fará sua apresentação mundial no 79º Salão Internacional do Automóvel em Genebra, na Suíça. O modelo redefine o gênero do pequeno multi-purpose vehicle (MPV) por criar a ideia de um carro espaçoso e funcional sem deixar de ser bonito e divertido. O conceito apresenta como diferencial o seu teto panorâmico de vidro sendo sutentatado por uma barra diagonal, teto-solar automático e, o que os designers chamam de “face da Kia”, baseado na grade frontal, lanternas e o logo da marca em uma nova constelação.
Com 4.045 mm de comprimento, o conceito cujo acabamento foi feito em cinza Titanium fosco contrastando com os assentos branco-brilhantes, sobressai na multidão com suas proporções, linhas dinâmicas, interior moderno e sofisticado e generoso espaço interno para uso flexível. Proporciona utilidade urbana com um toque esportivo.
O carro traz todas as características e forças de um versátil MPV dentro de uma classe compacta urbana, combinado a uma avançada mobilidade com estilo individual. O Kia Nº 3 distingue-se, em particular, por sua linguagem de design única caracterizada pela claridade e juventude esportiva.
Apresentando um carro conceito deste calibre, a Kia Motors Corporation está subindo mais um degrau em sua transição para ser reconhecida globalmente por seu foco em design. O Kia No 3 foi concebido considerando o mercado europeu, pelo chefe de design do velho continente, Gregory Guillaume, do Centro Kia de Design em Frankfurt (Alemanha), com orientação do superior Chefe de Design Peter Schreyer. O conceito demonstra a nova linguagem de design criada no tratamento de superfícies e linhas correntes assim como o envolvente ‘face de Kia’ o qual deverá aparecer em todos os futuros modelos da Kia.
Esportividade compacta combinada com versatilidade e espaço criam uma única interação e um verdadeiro estilo inovador no Nº 3. Ele estabelece uma imagem da marca e a nova filosofia da Kia que vai além do segmento de carros compactos. Essa nova imagem da Kia é claramente caracterizada pela relação de três elementos fundamentais: a nova grade frontal; faróis dianteiros maiores do que o normal; e o logo da marca localizado exatamente no centro do veículo. Esses fatores criam uma nova ‘constelação’ que também estará presente nos futuros modelos da Kia.
As pequenas dimensões externas do carro, pára-choque intensamente contornado e rodas com arcos largos assim como os grandes diâmetros delas, propõe esportividade ao Kia No 3. O conceito claramente ostenta um dinâmico corpo triangular caracterizado, em particular, pela janelas gráficas e linhas elevadas da traseira. Assim como as lanternas também são envolvidas pelos painéis laterais.
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Vectra GT-X, o Captiva dos hatches
02/03/2009
O sucesso do Captiva no mercado brasileiro é inegável, com vendas superiores a 1,5 mil unidades por mês. A Chevrolet aposta no Vectra GT/GT-X Remix para repetir o êxito da Captiva. O hatch passa a contar com o novo DNA da Chevrolet e ganha modificações estéticas que o deixam com aspecto ainda mais esportivo
Com design bastante diferenciado e linhas arrojadas, o modelo ganha importantes alterações estéticas externas, que o deixaram com aspecto ainda mais esportivo. Sob o capô do modelo está o motor 2.0 de 8 válvulas Flexpower agora mais potente, ecológico e econômico, com desempenho semelhante ao dos modelos com motorização 16 válvulas.
O Vectra GT/GT-X Remix ficou mais funcional, internamente, graças à ampliação do número de porta-objetos, e ganhou novos grafismos no painel de instrumentos e novos padrões de tecidos e grafismos nas portas e nos assentos.
O novo carro da Chevrolet foi desenvolvido seguindo as sugestões dos consumidores de automóveis do segmento dos hatches compactos ‘Premium’, a partir de uma pesquisa encomendada pela área de Marketing da General Motors do Brasil. Entre os aspectos detectados na pesquisa como argumentos na decisão de compra do consumidor estão agressividade, precisão e desempenho, conteúdo e design. “A partir disso, vimos a necessidade de equipar o Vectra GT/GT-X Remix com faróis com máscara negra, com lâmpadas Blue Vision e um belo painel de instrumentos esportivo que remete à precisão e beleza”, exemplifica Marcos Munhoz, Diretor de Marketing e Vendas da General Motors do Brasil.
Além do design e do novo motor, o Vectra GT-X oferece uma nova opção de cor, o azul Arian perolizada.
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