Veículos à venda
total de
13.475
> Clique aqui
  Sábado, 04 de Fevereiro de 2012 Contato Publicidade Newsletter Adicione aos Favoritos  
  Veículos à venda
  Canais
  Alta Roda
Vencedores e Vencidos
Fernando Calmon
  Sobre Motos
Primeira História em Quadrinhos de Motos
Gisele e Jaime
Colunas do mês de Maio / 2009  
MUDANÇA DE MENTALIDADE
25/05/2009 - Fernando Calmon
Por Fernando Calmon

A recente política do governo americano sobre diminuição do consumo de combustível mostra grande potencial de influenciar a indústria automobilística mundial. O objetivo é alcançar valores 40% melhores que a média atual da frota à venda de automóveis e comerciais leves (para eles utilitários de trabalho e de uso comum, picapes e monovolumes). Em termos numéricos trata-se de um salto de 10,7 km/l para 15 km/l, na média cidade-estrada, até 2015 (ano-modelo 2016).

Nesse novo cenário as marcas europeias podem encontrar mais compradores para seus produtos no maior mercado do mundo, mesmo sendo, no momento, superado pela China em razão da crise econômica. Até para o Brasil abrem-se oportunidades, em especial para serviços de engenharia e especialização em veículos compactos.

O presidente Obama destacou as vantagens ambientais, mas ressaltou também que o programa significará menor dependência dos EUA ao petróleo importado. Embora não tenha comentado, essa dependência levou o país a guerras e todas as suas sequelas. Para se avaliar o alcance, a economia no decorrer da nova lei será de 2 bilhões de barris de petróleo, equivalente a cerca de um terço do reservatório gigante de Tupi descoberto na Bacia de Campos pela Petrobras.

Os grupos americanos – GM, Ford e Chrysler – saudaram a nova lei por resolver pendências entre 13 estados liderados pela California e os órgãos de transporte e ambientais do governo federal que não se entendiam. Porém, afasta-se a possibilidade de truques do passado, quando os três fabricantes ofereceram motores flex para compensar o alto consumo dos motores V-8, mesmo sabendo que o etanol tinha oferta minguada no mercado.

Ainda será possível ter valores diferenciados de consumo entre veículos pequenos e grandes, mas o que vale agora é o retângulo ocupado no solo pelas quatro rodas. Existe um sistema de compensação para atingir a média. Marcas que se concentram em modelos pequenos também terão que se esforçar para alcançar as metas. Fabricantes de carros esporte, como Porsche, serão penalizados pela combinação de motores potentes e “pegadas” no solo pequenas.

Duas certezas: tecnologias para poupar combustível já existem e o comprador terá que pagar mais por modelos menos equipados e de dimensões menores. Há recursos simples e baratos como pneus de baixa resistência à rodagem e lubrificantes de menor viscosidade. Outros mais caros, desde o sistema automático de parar e partir o motor em congestionamentos, até os híbridos combustão-eletricidade que encarecem os carros em até 30% (para estes o Congresso estuda incentivos monetários).

O governo estima que os veículos vão encarecer, em média, US$ 1.300 (R$ 2.600,00) ao longo de seis anos. Mas a conta tende a ser mais salgada. O preço da gasolina terá de subir no mínimo 50%, de forma permanente, para que os motoristas americanos abram mão dos padrões de costume. No mínimo deverão aprender a viver sem motores V-8, que ainda estão em 20% dos carros e comerciais leves, e aceitar dimensões externas diminuídas.
Será um longo aprendizado, talvez por isso comprem menos veículos com consequências econômicas de peso, mas o mundo agradecerá penhorado.

RODA VIVA

CARROS elétricos a bateria terão longo caminho a percorrer. Nos EUA, pesquisa apontou que menos de 5% dos motoristas considerariam a compra nos próximos cinco anos. Preço elevado, baixa autonomia e tempo de abastecimento são alguns dos inconvenientes.
CONHECIDO recurso dos quatro fabricantes tradicionais, aqui instalados, de vestir carrocerias novas em plataformas ou arquiteturas preexistentes terá imitações no exterior. Aliança Renault-Nissan já anunciou que dará um tempo, em função das dificuldades financeiras mundiais, em relação a novas plataformas. Utilizarão as atuais em vários dos futuros lançamentos.
POLO Bluemotion, apesar da previsão bem modesta de vendas feita pela própria Volkswagen, é iniciativa viável e elogiável. O pacote de recursos técnicos para melhorar o consumo de combustível, custando em torno de R$ 5.000,00, na realidade é 90% coberto por opcionais de conforto-conveniência já oferecidos no resto da linha. Ou seja, recebe-se um carro mais equipado, pronto para economizar.
DIA-A-DIA do Polo Bluemotion, com seu câmbio de 5 marchas específico, não se torna desagradável, nem exige utilização exagerada da alavanca de câmbio, tanto na cidade quanto na estrada. A economia, em especial em viagens, é muito interessante. As novas especificações resultaram em ganho relativo maior ao se usar etanol, se comparado à gasolina.
QUEM pensa que só combustível sofre a interferência de fraudadores está enganado. Motoristas também devem ficar atentos quanto à qualidade dos lubrificantes. Índices de não-conformidade, inclusive ausência de aditivos, subiram entre o final de 2008 e o começo desse ano, segundo a ANP, agência fiscalizadora. Alguns postos, além de combustível ruim, também vendem óleo sem qualidade.
4º Encontro Sul Brasileiro de Motos de Garopaba
21/05/2009 - Gisele Flores e Jaime Nazário
Nesta 4ª Edição do Encontro Sul Brasileiro de Motociclismo, definitivamente se consolida como um dos melhores do Brasil. No primeiro dia, sexta-feira (15/05), mais de 5.000 pessoas lotaram todas as pousadas, hotéis e camping da cidade.

Eram motos por todos os lados, de todas as tribos: esportivas, customs, off-road, street, de pequenas a grandes cilindradas, convivendo na mais esplendorosa harmonia. Este é um sucesso que tem um nome, união de governo e comunidade.

Governo, neste caso, representado pela Prefeitura de Garopaba e do Funsocial do Governo do Estado de Santa Catarina. Comunidade representada pelo maravilhoso Moto Grupo Garoupa do Asfalto que tem à sua frente Cleuzo Abílio Silveira.

Uma iniciativa maravilhosa que resultou em um evento de sucesso que foi abrilhantado com um fim-de-semana seco e de temperatura agradável.
Para quem não conhece Garopaba é uma das praias mais lindas e de natureza exuberante no litoral catarinense, localizada a 74 km da Capital.

A abertura do evento aconteceu às 19h com o locutor oficial do evento Ynho chamando todas as autoridades presentes. Fizeram parte deste cenário o Prefeito de Garopaba Luiz Carlos Luiz, o Vice-Prefeito Ildo da Silva Lobo Filho, o Presidente da Câmara de Vereadores Mauro Santos do Nascimento, Secretário de Turismo Esporte e Lazer, Marcelo Zanoni além, é claro, do anfitrião, o Presidente do Garoupas do Asfalto, Cleuzo Abílio Silveira.

O Prefeito Luiz Carlos Luiz enfatizou em seu discurso que o evento visa fomentar a cultura, o turismo e a economia da cidade de Garopaba/SC. Para que este evento se concretizasse foi necessária que a Prefeitura de Garopaba e o Governo do Estado de Santa Catarina investissem R$ 50.000,00 (cinqüenta mil reais) e que tivesse o trabalho incansável dos Garoupas do Asfalto e da Secretaria de Turismo. Tudo isto em prol de uma comunidade.Um show de mulheres e uma programação intensa foi o que aconteceu durante o dia de sábado no 4º Encontro Sul Brasileiro de Motociclismo que aconteceu em Garopaba/SC.

Muita gente também curtiu o sol e a temperatura alta para ir até o mar ou almoçar em alguns dos restaurantes localizados à beira da belíssima orla marítima.

Confira a programação que rolou:

9h - Abertura das lojas
9h às 12h - Recepção na Entrada de Garopaba com churrasco com pão
14h - Passeio Motociclistico pela Cidade
15h - Show de Bikes com a equipe Bike Session
16h - Show de Manobras com a equipe Só Zerinho
16:30 - Show com Banda Zona Doze (Garopaba)
17:30 Show com Banda Longnecks (garopaba)
18:30 - Apresentação Grupo Capoeira Brasil
REZANDO PELO REZE
19/05/2009 - Fernando Calmon
Por Fernando Calmon

Parece bizarro, mas crescimento zero nas vendas internas de veículos este ano será motivo de comemoração. Esse sentimento extrapolou espontaneamente após nove horas de palestras e debates no seminário Revisão das Perspectivas 2009, realizado em São Paulo pela Autodata. Trata-se, de fato, de um bom resultado em um mundo envolvido por grave crise econômica. Apenas Brasil, China e provavelmente a Índia reúnem chances de evitar a queda no mercado automobilístico. Europa, EUA, Japão e até nossos vizinhos experimentarão tombos superiores a 10%.

O resultado seria ainda mais importante considerando que o País – como a coluna previu em janeiro – está tecnicamente em recessão. Isso ocorre quando o Produto Interno Bruto (PIB) cai por dois trimestres consecutivos, no caso o último de 2008 e o primeiro de 2009. Como regra geral, o resultado do PIB influencia as vendas de veículos, porém, atualmente, o PIB é que vem a reboque dos compradores de carros.

No entanto, as coisas continuam difíceis. A produção cairá porque as exportações dependem do cenário externo, que é ruim. O índice de emprego diminuirá em toda a cadeia, salvo as concessionárias. Alguns investimentos foram adiados e a meta de produzir 5 milhões de veículos atrasará no mínimo dois anos, para 2015. O Brasil dependerá, ainda mais, do seu mercado interno devido ao excesso de capacidade instalada no mundo.

Para se sustentar o País precisa de crédito, que cresceu 220% entre 2002 e 2008 na economia como um todo, e as notícias são estimulantes. Luís Montenegro, da ANEF (associação dos bancos dos fabricantes), afirmou que o as prestações em atraso tendem a se estabilizar, mas o patamar é inferior aos piores tempos do passado. Como há queda nos juros e as novas vendas estão saudáveis, a inadimplência permanece sob controle. Tanto que o prazo de 72 meses voltou a ser oferecido, como estímulo psicológico, já que atrai poucos clientes.

Marcos Oliveira, presidente da Ford, ressaltou a tendência, nos últimos três anos, de carros compactos equipados. Na mesma linha, Paulo Cardamone, da consultoria CSM, previu que até 2015 modelos com motores até 1.000 cm³ cairão do atual nível de 50% das vendas para 30% graças ao aumento de poder aquisitivo.

O presidente da Fiat, Cledorvino Belini, discordou: “Previsões anteriores nessa direção falharam”. Belini, ao contrário de outros executivos do setor, considera importante que o IPI, hoje reduzido, continue até o fim do ano para garantir que os números de 2008 se repitam em 2009. Na realidade, ele ficaria contente se houvesse uma retirada paulatina, mês a mês no segundo semestre, que impactaria menos o mercado.

O que ajudará mesmo nas vendas, além do crédito em expansão e o imposto reduzido, é a política de preços da indústria. Ficou claro que o desconto médio ao cliente final foi maior do que o percentual de queda do IPI. Os feirões de fim de semana continuam atraindo. O brasileiro parece ter incorporado esse hábito na hora de decidir a compra.

O setor de autopeças confia que as concessionárias persistirão combativas. Flávio Del Soldato, do Sindipeças, descontraiu o ambiente ao se dirigir a Sérgio Reze, presidente da Fenabrave: “Continuo rezando pelo Reze”.

RODA VIVA


NOTÍCIAS da Argentina dão conta que a primeira picape média da Volkswagen, fabricada apenas lá, chegará em novembro próximo. A previsão é oferecer opção de três motores: diesel, gasolina ou flex. Nome mantém-se em segredo. Codinome de projeto – Robust – ainda está entre os favoritos para a escolha final. Concorrente de peso no segmento.
FORD iniciou nova era no mercado americano ao lançar, no Lincoln MKS, o primeiro motor Ecoboost. Trata-se de V-6 com mesmo desempenho de V-8 e menor consumo, ao combinar injeção direta de combustível e turbocompressor. Fábrica terá 90% de seus motores como Ecoboost até 2013. Inclusive 4-cilindros com desempenho de V6, em modelos médios e compactos.
JETTA pode ser caro em relação a concorrentes diretos como Civic e Corolla, entre outros. Porém, seu motor de 5 cilindros em linha, 2,5 litros e 170 cv inebria com sua sonoridade peculiar, além de garantir desempenho bem superior. Acabamento de bom nível, muitos equipamentos de série e suspensões corretas na relação conforto-estabilidade são outros destaques.
SURFANDO na onda dos motores flexíveis em combustível, a Castrol lançou óleo semissintético com pacote de aditivos específicos. Viscosidade menor (SAE 15W-40) permite até 2% de economia de combustível. A empresa preconiza intervalo de troca conforme recomenda o fabricante do motor. Não contempla a chamada troca preventiva, a cada 5.000 km.
PROVA de confiança no mercado europeu, a Equip Auto 2009, de 13 a 18 de outubro, em Paris, é um salão que aposta na diversificação do mercado de reposição e no tradicional concurso internacional de inovações. Marie-Ange Joarlette, representante no Brasil da promotora Promosalons, destaca também foco no consumo consciente.
Perdedor Certo
11/05/2009 - Fernando Calmon
Por Fernando Calmon

Está cada vez mais confuso o cenário que envolve a implantação obrigatória de sistema de rastreamento e bloqueio de veículos em caso de furto ou roubo. Tudo em razão da Resolução 245, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que estabeleceu o cronograma de instalação em todos os veículos, a partir de agosto próximo, estendendo-se a 2010. A origem do imbróglio está na Lei Complementar nº 121, de 2006, que criou o Sistema Nacional de Prevenção, Fiscalização e Repressão ao Furto e Roubo de Veículos e Cargas.
É atribuição legal do Contran regulamentar a matéria.

O primeiro óbice é definir o dispositivo antifurto e nesse aspecto um sistema de rastreamento e bloqueio remoto não tem exatamente essa função. Trata-se de uma interpretação bem particular, pois o imobilizador eletrônico do motor ou trava externa de volante também são inibidores de furto. Rastreamento e bloqueio atuam sobre as consequências do crime e facilitam a recuperação.

A segunda dificuldade é técnica. Nesse aspecto o Contran agiu com eficiência e coordenou todo o complicado processo que envolveu equipamentos, programas, empresas de telefonia e prestadoras de serviços. Na semana passada, Antônio Calmon, engenheiro do Denatran (órgão executivo do Contran), explicou o estágio atual em palestra seguida de debate, promovido em São Paulo, pelo Centro de Referência Técnica Automotiva. Calmon considera o termo localizador melhor que rastreador: questão de semântica.

Especialistas no assunto, como Paulo Lauand, da empresa Autosat, não ficaram convencidos de que os obstáculos técnicos estarão superados até agosto. O sentimento, durante o debate, foi que o Contran pode e deveria adiar o início compulsório. Para Fernando Simões, do Sindicato das Seguradoras, “o risco de roubo continuará, mas muita coisa pode melhorar com a Resolução”.

Na realidade, há uma liminar na Justiça que suspendeu a operação de rastreamento, após ação movida pelo Ministério Público Federal, mas autorizou o bloqueador. O juiz acatou a tese de quebra de privacidade. Possibilidade existe, porém o Contran insiste que os controles são muito rígidos e que o motorista fica livre para contratar ou não o serviço mediante mensalidade.

A polêmica subiu ao Congresso. O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) acaba de anunciar projeto de lei para revogar a obrigatoriedade do equipamento considerado desnecessário e ameaça a direitos individuais. Claro, tanto fabricantes de veículos como concessionárias reclamam do preço a repassar aos consumidores. O Denatran afirma que o custo do dispositivo “será inferior a US$ 100 (R$ 210,00) e o serviço poderá, em pouco tempo, ser contratado por R$ 15,00/mês).

Essa equação financeira dependerá também das companhias cobrarem menos pelo prêmio (preço) do seguro. Isso, além de demorar e depender de estudos estatísticos, é incerto, embora a Lei Complementar faça essa exigência que tende a ser letra morta ou questionável juridicamente.
Se existe um perdedor certo é o proprietário de um veículo distante dos grandes centros. Ele terá que pagar mais pelo carro, mesmo residindo em regiões de baixo risco de furto ou roubo, sem possibilidade de dispensar a “proteção” imposta pelo Estado.

RODA VIVA

FOI por pequena margem, mas o primeiro quadrimestre de 2009 tornou-se o melhor da história da indústria para automóveis e comerciais leves. Incluídos caminhões e ônibus, o recorde não é atingido. Fator primordial, além da recuperação parcial da confiança do consumidor, centra-se na diminuição do IPI. Cai preço, sobe a demanda. Às vezes mais que o previsto...
NESTE mês de maio a coluna Alta Roda completa 10 anos. De um início modesto em 11 jornais, saltou para uma rede de 62 jornais, sites e revistas. Ficam os agradecimentos aos que apoiaram e apoiam o trabalho de interpretar o fascinante mundo dos automóveis quanto a mercado, avaliações, segredos, técnica, lançamentos, segurança, legislação, tecnologia e comportamento.
EVOLUÇÃO do Fusion é marcante. Manteve o estilo de forma geral, mas intervenções pontuais serviram para afastar alguns exageros como o desenho das lanternas traseiras. O interior também evoluiu, em especial os bancos e o quadro de instrumentos. Motor quatro-cilindros ganhou torque (22,9 kgfm) e potência (173 cv) na medida certa para conter o consumo.
MOTOR V-6 e tração 4x4 sob demanda situam bem o Fusion na faixa de R$ 100 mil. O carro mostra muita disposição e câmbio automático de 6 marchas agora possibilita controle sequencial. O médio-grande da Ford, importado do México, melhorou num aspecto antes deficiente: diâmetro de giro (11,4 m) facilita manobras de retorno e estacionamento.
CONTINUA repercutindo nos EUA a concordata da Chrysler e a aliança com a Fiat, de início com 20% do capital, mas sem injetar dinheiro diretamente. Críticas já resvalam para o intervencionismo do governo e ao fato dos contribuintes de impostos pagarem a conta com chances pequenas de dar retorno algum dia.
12° Mar & Motos
06/05/2009 - Gisele Flores e Jaime Nazário
O Mar & Motos é um dos maiores moto encontros do estado do RS, recebendo em torno de 30 mil pessoas ao longo do final de semana que acontece.

Em 2008, uma forte tempestade prejudicou a realização do evento, que acabou tendo apenas um dia de sol e sendo cancelado nos dois restantes. Mas, em 2009, parece que São Pedro foi o primeiro a se inscrever no evento e o dia de sol brilhante e temperatura amena, em torno de 25 graus, fez com que milhares de motociclistas se deslocassem para a praia de Tramandaí, a maior do litoral norte gaúcho, distante a apenas 90 quilômetros de Porto Alegre, para prestigiar o evento.

Quem veio, não se decepcionou. As duas quadras que foram fechadas para a realização do Mar & Motos simplesmente ficaram repletas de uma multidão de gente bonita e disposta a reencontrar amigos e curtir o meio motociclístico. Os expositores presentes na feira comemoravam muitas vendas e projetavam ter neste encontro um dos maiores retornos para os seus negócios.

Se na sexta-feira um grande público já tinha prestigiado o Mar & Motos, no sábado muitas pessoas mais fizeram a maior festa na principal avenida da cidade de Tramandaí.
A quantidade de motos e motociclistas era realmente muito grande e quase incontável. Era um ir e vir incessante de pessoas e motos se deslocando pela área reservada para o evento.

Enquanto o sistema de sonorização tocava o repertório do gosto dos motociclistas, as motos roncavam por toda a parte.
O dia de sol claro e temperatura muito agradável fez com que não houvesse mais espaço para comportar tanta gente presente no evento. Os expositores relataram ter ficado muito contentes com tamanho público, que realmente comprou produtos na feira montada. Os bares e restaurantes póximos não tinham lugar para acomodar mais clientes, foi um sucesso total.

No sábado à tarde chamou muito a atenção a grande quantidade de mulheres bonitas que circulavam pelo evento.
Na noite de sábado, no restaurante Triângulo, foi realizado um jantar de confraternização com entrega de troféus para os representantes dos moto grupos presentes no Mar & Motos, bem como para os destaques.

O buffet de frutos mar oferecido pelo restaurante Triângulo estava excepcional e tornou ainda mais aconchegante a acolhida proporcionada pelo moto grupo Asas da Liberdade a todos os participantes deste Mar & Motos.

Todos os moto grupos inscritos foram presenteados com um troféu de participação, assim como algumas personalidades de destaque.Mesmo no domingo, quando tradicionalmente os moto encontros se esvaziam, o Mar e Motos ainda mantinha grande público circulando até o final da tarde.
Mais um dia de sol fez com que os motociclistas e visitantes ficassem pelo Mar e Motos até o final da tarde de domingo, sem arredar pé. Embora muitos tivessem começado seu retorno para casa ao final da manhã ou logo após o meio-dia em função do final de suas estadias nos hotéis, aqueles que podiam ficar, ficaram.

A circulação era grande no domingo à tarde com shows musicais acontecendo e bastante gente curtindo o amibiente das motos. Mesmo cansados, quase todos os expositores se mantiveram presentes na feira, pois não paravam de chegar clientes interessados em seus produtos.
Números expressivos avalizam o grande sucesso do 12º Mar & Motos, evento organizado pelo Moto Grupo Asas da Liberdade, de Tramandaí (RS), com o apoio da Prefeitura Municipal.

Vejam as estatísticas:

• Mais de 30.000 motociclistas
• 400 moto grupos
• Motociclistas do RS, SC, SP, RJ, Argentina, Paraguai, Chile e Uruguai
• Alimentação oferecida pelo moto grupo Asas da Liberdade: 1 boi no rolete com 240 kg, 1 boi de 260 kg, 2 carneiros, 95 kg de carne em tiras, 4.000 pães franceses.
• Mais de 6.000 motos
• Todos os hotéis lotados
• 400 troféus foram entregues
• 40 expositores
• 11 shows entre acrobacias e apresentações de bandas. Confira quem passou por lá: Show com Oldair Arceno e Banda; Show The Maw’s Rock Band; Show com Oldair Arceno e Banda; Show com Sombrio Luminoso; Show com Os Daltons; Show de Wheeling; Show da Banda Moog; Show com Panela Rok e Pimenta; Show com Beach Rocker’s; Show com Alemão Ronaldo e Banda; Show com Luiz Cláudio e a Tribo.

De acordo com um dos organizadores, Paulo Getúlio Dias, em torno de 30 mil pessoas participaram do evento na Avenida Emancipação. "Estamos muito orgulhosos, pois além de movimentarmos motociclistas de todos os cantos do RS, SC e dos países do MERCOSUL conseguimos movimentar todo o comércio local de Tramandaí, lotando restaurantes, bares, pousadas e hotéis. Temos a satisfação de termos dado o melhor em hospitalidade com a recepção na entrada da cidade com boi no rolete, carne picada com pão, peixe e ovelha. Em nosso Jantar de Confraternização no Restaurante Triângulo vendemos todos os ingressos já na tarde de sexta-feira, bem como todas as camisetas do evento. O 12º Mar & Motos superou todas as expectativas. Não podemos esquecer que tivemos um apoio enorme da Prefeitura Municipal de Tramandaí e da Brigada Militar. Obrigado a todos que vieram ao nosso evento. Até 2010!", finalizou Getúlio.
Reviravolta Total?
05/05/2009 - Fernando Calmon
Por Fernando Calmon

A concordata da Chrysler e a aliança com a Fiat podem trazer desdobramentos ainda incertos e bem além da América do Norte. Existia esperança de um acordo com os credores de bônus da empresa americana para evitar os tribunais. Como não ocorreu, a previsão é que entre 30 e 60 dias surja uma nova empresa. O principal acionista seria o sindicado dos trabalhadores com 55%; a Fiat, 20%; os governos americano e canadense, 10%; e os credores, o restante.

A maioria dos analistas locais tende ao ceticismo. Estranham o conflito de interesses, pois o sindicato também representa os metalúrgicos da GM e da Ford. Relembram que a Studebaker, em 1933, foi a única marca a sobreviver à concordata, mas acabou desaparecendo. Associações entre americanos e europeus nunca deram certo nos EUA: AMC e Renault, além da própria Chrysler com a Daimler (desfeita em 2007).

A Fiat afirma que não colocará dinheiro vivo – mesmo porque enfrenta seus próprios problemas –, limitando-se a ceder tecnologia, produtos e apoio em gestão. Isso, porém, gera custos e o cronograma conspira contra. Podem passar dois ou três anos até o primeiro modelo sair das instalações no México. Seria tarde demais.

Para Rexford Parker, ex-diretor da consultoria californiana Auto Pacific, “o acordo foi feito mais para tentar evitar o desemprego de 30.000 pessoas, de uma só vez, além de outros milhares em cadeia. Concebido até com certa inocência, será difícil resistir até o fim do ano. Faltou perguntar aos compradores o que desejam adquirir da nova Chrysler, no futuro. Já a Fiat saiu daqui 25 anos atrás com imagem abalada”. Persistem dúvidas se os americanos realmente pretendam migrar para carros menores.

Aparentemente, a empresa italiana pouco perderia, além do tempo escasso dos executivos e trabalho de engenharia. De outro lado, teria acesso a picapes e utilitários que lhe fazem falta no Brasil. Ocorre, de fato, que a Fiat precisa mudar seu porte atual: fabrica apenas 2,5 milhões de unidades/ano. Na Itália quase 70% das vendas são de concorrentes importados e, assim, não alcança escalas de produção. O grande salto seria se associar à sufocada Opel, que o executivo Sergio Marchionne colocou entre as prioridades, negociando com a GM. Existem, porém, resistências sindicais na Alemanha, na Itália e até entraves políticos, fora outros candidatos à Opel.

Há quem interprete a estratégia do ítalo-canadense como tentativa de aproveitar oportunidades. Outros atribuem esses movimentos apenas ao seu estilo agitado, a exemplo do ensaio de aproximação, sem sucesso, com a Peugeot-Citroën. Também duvidam do fôlego financeiro, embora rumores apontem que a Fiat separaria as unidades de tratores (CNH) e de veículos comerciais (Iveco). Estas representam cerca de dois terços do faturamento do grupo e são rentáveis.

Marchionne acha, ainda, que a subsidiária brasileira da GM, pelos laços técnicos com a Opel, poderia entrar no negócio tripartite, formando conglomerado entre os três maiores do mundo. Caso confirmado, e mais a situação final da GM nos EUA – tudo por acontecer nos próximos 30 dias –, mostra potencial de reviravolta jamais visto na história da indústria em tão poucos meses.

RODA VIVA

PRIMEIRAS bombas de etanol em postos foram inauguradas há trinta anos, em 4 de maio de 1979. Em 2 de julho do mesmo ano, rodou o primeiro carro homologado de série, o Fiat 147, apenas para frotas oficiais. Vendas ao público só começaram em 1980, marcando a era do combustível vegetal como alternativa viável, apenas cinco anos depois de lançamento do Proálcool.
PARTICIPAÇÃO de automóveis de passageiros a diesel vendidos na Argentina caiu de 19% para 12%, em 2008 contra 2007. Grande preferência pela gasolina ocorre pela baixa qualidade do diesel, de alto teor de enxofre, que impede a venda de motores mais modernos de baixo índice de emissões. Diesel bom existe lá, mas é caro e encontrado em poucos postos.
PASSAT CC é um cupê de quatro portas e se impõe pelo estilo atraente. Alia classe, acabamento e equipamentos diferenciados como o teto solar não-deslizante. Silêncio a bordo é outro destaque. Além de tração 4x4, versão vendida aqui possui exclusivo V-6, de 3,6 litros/300 cv e injeção direta. Forma perfeito conjunto com o câmbio automático de trocas super-rápidas.
QUALIDADES surpreendentes de dirigibilidade, sensação de solidez e ótima posição ao volante chamam atenção no VW Tiguan. Utilitário esporte construído sobre arquitetura do Golf V, adota tração 4x4 permanente e motor de 2 litros/200 cv com turbocompressor de notável progressividade. Câmbio automático convencional tem seleção manual e 6 marchas.
EMPRESA de Piracicaba – Iapa – lançou serviço de biópsia mecânica. A partir de análise técnica do óleo, à semelhança do exame de sangue em humanos, é possível por meio de microscópio e outros equipamentos avaliar a saúde do motor. Tabelas referenciais indicam condições reais e estimativa de sua vida útil.
 
    Nome
    E-mail

 
 Copyright © - 2006 Politica de Privacidade